Deus, religião e a cura

Carlos Cazé

Tenho acompanhado, de perto, as análises que aqui estão sendo feitas sobre Deus e religião. Respeito-as, admiro-as, encorajo-as, mas as contesto, também, aqui e ali. Nada mais natural, não é verdade?

Gostaria, neste momento, de convidá-los, todos, a imaginarem, comigo, uma pequena situação, ingênua e despretensiosa, mas talvez não desprovida de utilidade. Comecemos, desde agora, convocando o meu amigo Machado de Assis: ” São com pingos d’água que se alagam ruas”.

Assim, gostaria de pedir-lhes, se se dignarem a participar, a serem concisos, sem divagações cósmicas, dessas que nos levam a passear pelo espaço e encalhar nos buracos negros. Não, por favor, agora, não. Apenas a simplicidade de um coração puro, virgem de conceitos, de predisposições, de “a prioris”, ok?

Vamos lá. Imaginem, Francisco Bendl, Siomara Ponga, Paulo Sólon, Batista Filho, Charles Carwal, Mano Almeida, Jose Guilherme Schossland, Rejane Araujo, Jorge Kleber e todos os demais, que estamos, neste momento, numa sala, em círculo, sentados, e observamos, deitada, uma pessoa em estado terminal, já desenganada pelos médicos, prostada nos sussuros da dor.

Em seguida, uma pessoa ( mulher ou homem), que identifcamos como “médium”, coloca-se ao lado do agonizante e, com imposição de mãos, mas sem tocá-lo, transmite-lhe, segundo nos explicaria, vibrações, irradiações… a cura!

Ali, sob nossos olhos, vemos a pessoa melhorar e, acompanhando-a, empós, ao médico, e ali refazendo todos os exames, constatamos, ao mesmo tempo que o médico, que não há mais nenhum sinal da doença fatal…

Gostaria, muito sinceramente, que cada um escrevesse, com a simplicidade que propus, e sem pré-conceitos quaisquer, suas impressões sobre o fato, que sabemos ocorrer.

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