Dilma vende o Brasil

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Milton Temer

Globo em festa. Para a alienação dos aeroportos – nossas fronteiras aéreas- ao grande capital, é a total falta de pudor. Derrubada de todas as restrições regulamentadoras, permitindo agora que um único grande grupo se apodere das principais unidades do País.

Nas telecomunicações, um dia após o ministro Paulo Bernardo ter anunciado uma reação contra a crescente ocupação da área pela empresa espanhola, transformando o outrora eficiente monopólio estatal em monopólio privado, através da compra do controle da TIM, Dilma o desmente depois de reunião com o presidente mundial do grupo.

Ou seja; a bravata da denúncia da espionagem americana na tribuna da ONU serviu apenas para consolidar a submissão, material, concreta, sem discurso, nos corredores da Assembleia Geral, do governo brasileiro aos grandes grupos privados internacionais.

Para quem insiste na afirmação de diferenças programáticas entre Aécio e Dilma, fica comprovado mais uma vez que, se tucanos e neopetistas polarizarem a presidencial de 2014, não estarão em disputas projetos programáticos, mas sim uma perversa e exclusiva batalha pela posse do cofre que guarda o grande botim.

Mas, na denúncia dessa falsa polarização, estejam certos, haverá uma dura campanha pela esquerda para denunciar toda essa traição ideológica. Luta que Segue”

 

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13 thoughts on “Dilma vende o Brasil

  1. Essas privatizações iniciadas pelo FHC e continuada por Lula e Dilma, é crime de lesa Pátria.
    A continuidade do crime pelo PT, é pior, pois, o Lula enganou e está enganando o “Zé Bagaço”, pois, transformou um sonho em pesadelo.
    Leilões do petróleo, Nióbio contrabandeado, aeroportos, etc.etc., tudo sendo doado ao poder econômico internacional, terras indígenas, pondo em risco o território nacional, enfim, fica até difícil,pensamos se já chegamos ao fundo do poço, mas, no dia seguinte, vem mais “merda”,(perdoe-me a palavra, mas ela é justa pela situação), um congresso corrupto, que só pensa em roubar o cofre público, está difícil!!. Soberania Nacional e Cidadania, após a ditadura de 64, virou palavrão,pergunta: onde está a chamada grande MÍDIA, ou 4º Poder, também compartilha da “safadeza nacional”.
    Esperança, onde andas, será que o “Zé e Maria bagaço”,em 05 de outubro de 2014, vão tomar vergonha na cara, e defenestrar esses politiqueiros de plantão, não reelegendo ou votando nulo!??
    Por um BRASIL JUSTO PARA A CIDADANIA.
    Homens e mulheres do BEM, lembrem-se da frase de Luther King e EÇA DE QUEIROZ.

  2. A ditadura cometeu muitos erros, mas não tiveram a coragem de vender o Brasil, o que
    os governos civis vem fazendo com grande velocidade. Construir uma nação é uma luta difícil e leva tempo, para vender ou destruir é fácil. Vejam o que estão fazendo com a Petrobrás!

  3. Esse tipo de crítica me parece muito valida. O PT que deveria reverter e muito da gestao anterior não apenas nao o fez como deu continuidade. É realmente uma pena pq na verdade nem temos uma opção

  4. O incrível é saber que ainda existe empresa interessada neste país cujo mercado de consumo se encontra esgotado. Um país que não investe em desenvolvimento cultural e tecnológico.

    Incrível, também, é desconhecimento geral de que 31% do nosso PIB é formado por capital estrangeiro. Ou seja, que, aproximadamente 1/3 da nossa riqueza se deve ao investimento estrangeiro direto. E que, sem esse capital e tecnologia, talvez o país estivesse na época da carroça e fosse predominantemente agrário.

    Incrível!

  5. Os que agora privatizam reclamavam tanto de FHC e no entanto fazem o mesmo do mesmo. No fundo são iguais na forma e apenas desiguais nos detalhes.

    O articulista deve estar profundamente desiludido, pois foi um dos fundadores do Partido das massas trabalhadoras, contudo, ele não está sozinho, também acreditei. Temos nossos erros, pois faz parte da vida cair para depois levantar. Ocorre que, a privataria tucana foi algo devastador para os trabalhadores. Espero que no futuro, os atuais governantes não sejam execrados pelas massas como o Partido de FHC está sendo atualmente. Não levou nada nas últimas três eleições presidenciais e parece que na quarta haverá repetição do fato.

    Fico a pensar, a razão das promessas serem jogadas no lixo e em que momento o ponto da curva saiu pela tangente e derrapou na estrada da vida para desconsolo de tantos brasileiros, que não têm ninguém mais em quem possam confiar.

    Entretanto, nos demais países o fenômeno é o mesmo. Só para citar dois gigantes: A URSS desmantelada por maus governantes e a China de Mao Tse Tung afundada na corrupção e mais capitalista do que nunca.

    Os representantes da direita estão rindo de orelha a orelha com tudo isso que acontece com a desastrada esquerda mundial e a “esquerda” brasileira em particular. Mas, não perdem por esperar a iminente derrocada do sistema capitalista, que começou em 2008 e não tem data para terminar essa crise aguda do sistema.

  6. Somos 63 milhões de brasileiros endividados, o que corresponde a 63% de cem milhões, que constituem a população economicamente ativa (PEA) do Brasil.

    Os números foram divulgados pelo relatório de estabilidade financeira, volume 12, nº2 do Banco Central do Brasil.

    O estoque total de operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu R$2,53 trilhões em junho de 2013. O equivalente a 55,2% do Produto Interno Bruto (PIB).

    Os empréstimos consignados foi um dos destaques do relatório, segundo o qual houve elevação na concessão deste crédito de 10,9% no primeiro semestre de 2013 e 18,2% nos últimos doze meses.
    Ressaltando a concentração de operações de consignado para servidores públicos (61,4%) e pensionistas do INSS (30,3%).

    O endividamento das famílias (1) manteve trajetória de alta, embora em ritmo mais moderado, atingindo 44,8% em junho de 2013. Elevação explicada, em grande parte, pelo crescimento do financiamento imobiliário.

    Já o comprometimento da renda das famílias (2) apresentou redução significativa no último ano, alcançando 21,5% em junho de 2013, ante 23,0% doze meses antes. Comportamento explicado pelo alongamento das dívidas (principalmente nos financiamentos imobiliários) e aplicação de taxas menores.

    A inadimplência para a carteira – pessoas físicas – fechou junho em baixa: apenas 5%. Da mesma forma a carteira – pessoas jurídicas -, inadimplência de apenas 2,1%. Sendo que, na carteira total o índice de inadimplência situou-se em 3,4%.

    Outro destaque do relatório é o crédito rural para pessoas físicas, cresceu 12,0% no primeiro semestre de 2013 e 29,8% em doze meses, em linha com o desempenho do setor agropecuário do Brasil. O PIB do setor agropecuário cresceu 14,7% no primeiro semestre de 2013, comparado com o mesmo período de 2012, ante 2,1% do setor de serviços e 0,8% da indústria.

    O Banco Central, que tem por responsabilidades o equilíbrio da moeda e do sistema financeiro, fecha a análise do crédito no primeiro semestre de 2013 dizendo o seguinte: “A continuidade do cenário de incertezas econômicas relacionadas à retomada do crescimento da atividade doméstica deve coexistir com a trajetória de redução do ritmo de crescimento da carteira de crédito. Ademais, a substituição de passivos mais onerosos por dívidas menos dispendiosas vem contribuindo para a redução gradual do comprometimento de renda tanto das famílias como das empresas. Essa migração para modalidades de baixo risco deve contribuir para a redução da inadimplência, o que propicia melhores condições ao Sistema Financeiro Nacional para enfrentar possíveis cenários adversos tais como: i) baixa expansão da atividade econômica; ii) interrupção do crescimento da renda real das famílias; e iii) eventual elevação do desemprego.”

    (1) endividamento das famílias: indicador de endividamento obtido dividindo-se a dívida das famílias pela massa salarial ampliada disponível (MSAD) dos últimos doze meses;

    (2) comprometimento da renda: indicador obtido dividindo-se os desembolsos mensais para pagamento de principal e juros referentes às operações de crédito bancário pela MSAD daquele mês.

  7. Milton Temmer e seus fiéis ainda estão no tempo da isolada Albânia.
    Será que sabem que até a China já abandonou essas infantilidades ideológicas?

    Mas Wagner Pires tem razão: ainda tem bobo lá fora querendo investir aqui.

    Essa gente sem informação, fanatizada por ideologias tacanhas, ainda pensa que o Brasil é a ilha do tesouro do planeta e que não tem a concorrência de dezenas de países, que oferecem muito mais vantagens, para que se invistam neles.

    Enquanto isso, o povo, que essa gente se diz seus salvador, vai se ferrando por aqui, sem lugar para trabalhar.

  8. Não haverá problema algum. A dita esquerda brasileira foi cooptada por Lula e sua turma, que são hoje os neoburgueses do pedaço, e aceitarão qualquer um dos setenta e dois ministérios que o próximo governo petista apresentará ao Brasil como forma de garantir a governabilidade.

  9. Milton Temer um dos dirigentes do PSOL vive em um mundo de quimeras. Mandou o PSOL votar em Dilma no segundo turno para ajudar seu primo Michel Temer e agora diz que Dilma vende o Brasil.Se está vendendo ele e seu partido são culpados Conheço esse personagem há sessenta anos; sempre viveu no limiar da mitomania. Deputado estadual e federal por diversas vezes e nunca fez uma lei. Pensa que todos morreram e só sobrou ele.

  10. Penso que não e um privilegio dessa senhora , e uma agenda de 513 anos , primeiro os portugueses , depois os ingleses e americanos , agora quem quiser pode explorar.
    Atacar partidos , a ou b bobagem são peões em um tabuleiro macabro ,diante de uma elite vendida e sem amor próprio que se entrega por migalhas.
    A prova e que jã tivemos partidos de a a z, botinas etc, e o que mudou de verdade ? Poder comprar um bem em 10 X custando 4 vezes mais ?
    Apontar partido a , ou b , fulana , beltrana, beltrao , perda de tempo enquanto os abutres banqueteiam devorando o futuro de nossos filhos.

  11. Definição

    Colonização é o ato de colonizar, ou seja, quando pessoas de um determinado país ou região vão para uma outra região (desabitada ou com nativos) para habitar ou explorar. No processo de colonização, ocorre a influência ou transferência cultural dos colonizadores para os colonizados e vice-versa.

    Existem dois tipos de colonização: de exploração e de povoamento. No Brasil, por exemplo, a de exploração foi a que predominou, pois os portugueses vieram para o nosso país, a partir de 1500, para retirar recursos naturais e minerais (pau-brasil, ouro, diamantes) ou para produzir açúcar, levando o lucro para Portugal. Os portugueses não estavam interessados em desenvolver o Brasil. Este mesmo tipo de colonização ocorreu nos países da América que foram colonizados pela Espanha.

    Na colonização de povoamento, os colonizadores buscam desenvolver a região colonizada. Criam leis, organizam, investem em infra-estrutura e lutam por melhorias. Como exemplo, podemos citar a colonização inglesa nos Estados Unidos.

    “De forma geral, as colônias de exploração tinham seu espaço ocupado por indivíduos que representavam o interesse da metrópole no território colonizado. Nesse sentido, as leis, obrigações, impostos e instituições presentes na colônia zelavam por interesses que só tinham relações diretas com as demandas do Estado que as controlavam. Em tal âmbito, os moradores da colônia usufruíam de pouca ou nenhuma autonomia para elaborar e impor direitos que se remetiam a seus interesses próprios.

    No que se refere à economia, a administração colonial buscava se instalar prontamente nas regiões que ofereciam melhores condições ao desenvolvimento de uma atividade econômica rentável. O investimento na atividade econômica costumava se vincular a alguma outra atividade comercial que oferecia retorno imediato e atendesse à demanda do mercado externo. Dessa forma, as necessidades econômicas locais eram facilmente lançadas ao segundo plano. ”

    http://www.brasilescola.com/historiab/exploracao.htm

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