Divergência no espaço aéreo, aumenta crise territorial

Essa história que estão contando, “a última palavra sobre a compra dos caças será dada pelo presidente Lula”, pura balela ou desinformação. Lógico, quem autoriza ou desautoriza é o presidente da República, seja quem for. Mas não pode contrariar exames técnicos feitos por especialistas, que examinam a questão no interesse da Aeronáutica, nada mais do que isso.

Como os concorrentes são três, da Suécia, França e EUA, é visível o constrangimento e a dificuldade de Lula. Principalmente porque ele foi imprudente, inconsequente e acreditou que baseado nas pesquisas pode fazer o que quiser, lógico que não pode. Quando anunciou, apressada e voluvelmente, que “já estava fechado o contrato para comprar o Rafale, da Dassault”, (que só assim se salvaria da falência) Lula agravou o problema.

Sarkozy, que tinha a questão como resolvida, agora cobra de Lula. O presidente também não pode comprar o Boeing, que além de não ser o melhor, é dos EUA, o que levantará suspeitas de pressão americana.

Conclusão: o Brasil não vai comprar nenhum, (pelo menos este ano) o que irritará muita gente. Principalmente os que conhecem os três tipos de caça. Para este repórter o importante é decidir pelo melhor, de preço mais barato, e que TRANSFIRA TECNOLOGIA.

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