É grave a crise: Em 12 meses, o país fechou 1,825 milhão de empregos formais

Charge do Henfil, reprodução do Arquivo Google

Célia Perrone
Correio Braziliense

O desemprego não dá trégua. Em abril, foram fechadas 62.844 vagas formais no país, número inferior ao do mesmo mês do ano passado, mas extremamente alto para o histórico dos últimos anos.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o comércio liderou o desemprego no mês passado, fechando 30,5 mil postos, seguido pela construção civil, de demitiu 16 mil a mais do que contratou.

No ano, ressaltou o Ministério do Trabalho, as demissões superaram as contratações em 378.481 vagas. Em 12 meses, o Brasil destruiu 1,825 milhão de empregos com carteira assinada.

Todos esses números ainda são decorrentes da destruição que a presidente afastada, Dilma Rousseff, promoveu na economia.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O pior é que não há condição de reverter esse quadro a curto prazo. As medidas anunciadas pelo governo apenas estancam a sangria, pois não abrem perspectivas de crescimento. A tendência é de que o desemprego continue elevado nos próximos meses. A herança de Dilma Rousseff é uma carga pesada difícil de ser removida. (C.N.)

3 thoughts on “É grave a crise: Em 12 meses, o país fechou 1,825 milhão de empregos formais

  1. Sem dúvida a face mais cruel de uma Recessão Econômica, de um Ciclo de Contração, é o DESEMPREGO. Por isso, e não por outra causa, a Presidenta DILMA caiu.
    O novo Governo TEMER, no momento Interino, deve portanto “fazer o Diabo” para reverter o DESEMPREGO, fazendo a Economia voltar a crescer novamente.
    Isso implica em aumentar o Deficit Publico/Endividamento a curto Prazo, como acertadamente o Governo solicitou ao Congresso e este Aprovou Rapidamente. Deficit Público 2016 em R$ 170,5 Bi. A meu ver deveria pedir R$ 200 Bi. Ao mesmo tempo o Congresso deve ir Aprovando as REFORMAS, a começar pela primeira já solicitada, que necessita para Aprovação difícil Votos de 3/5 do Congresso, de colocar TETO na Despesa Pública pelos próximos 3 anos ( 2017, 2018 e 2019), período em que a Despesa Federal fica “congelada excluída a Inflação), e a Receita deverá crescer bem mais do que a Inflação, uma vez que parte “do fundo do Poço”, e a Economia deve crescer.
    Isso, junto com outras REFORMAS, apontam para a SOLVÊNCIA do Governo em pagar suas contas no Futuro cada vez com mais folga. Isto retomará a CONFIANÇA dos Agentes Econômicos, sem a qual não se faz nada, só Recessão/Desemprego).
    O Presidente MICHEL TEMER ( 75), e especialmente o experiente Ministro da Fazenda HENRIQUE MEIRELLES (70), sabem muito bem disso. A curto Prazo nosso Deficit/Endividamento vão aumentar, para daqui há 3 anos, começarem a diminuir gradativamente, até produzirmos Superavit Primário e reduzir a Dívida Pública Bruta para +- 40% do PIB, média dos Países Emergentes.
    Enquanto isso, o Governo deve sempre ANIMAR esse grande Contingente de DESEMPREGADOS, lembrando sempre que ELES são sua “Primeira Prioridade”.

    Nosso Colega, Dr. JOÃO AMAURY BELEM deu excelente ideia: Ativar a Construção Civil, onde não precisamos Importar nada, para construir Sistemas de Água/ESGOTOS, DESFAVELIZAÇÃO, e todas as Obras de Infra-Estruturas possíveis, Financiadas com algum Deficit Público “sobrante”, com Financiamento Externo ( Banco Mundial, BID, outros Bancos Agências Internacionais de Fomento a Infra-Estrutura, etc,etc. e tudo o mais que a nossa Imaginação puder conceber.
    Temos que voltar o mais rápido possível para os Índices de 2014, pico de nossa Produção, quando na nossa maior Indústria, a Construção civil, Produzíamos/Vendíamos 800.000 Casas/300.000 Apartamentos/Ano, em contraste com nossos 500.000 Casas/180.000 Apartamentos, Hoje.
    E nossa 2º maior Indústria, a AUTOMOBILÍSTICA que em 2014 Produzia/Vendia 3.800.000 Veículos/Ano, em contraste com os 2.300.000 Veículos/Ano, Hoje.
    E assim por diante.

  2. A União tem a cobrar mais de um trilhão e meio de reais. Está lançado e consta na Dívida Ativa da União. É só fazer os 500 maiores devedores de impostos e de contribuições para a previdência, recolher o que devem que a situação do caixa estará em ordem. Não é necessário majorar ou criar novos tributos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *