É preciso aplaudir Gerson, o canhotinha de ouro, e parar de atacar a honra dele.

Vicente Limongi Netto

Volta e meia o nome do fabuloso e cerebral Gerson, o eterno canhotinha de ouro do tri, é citado indevidamente. É jogado no meio de nomes de calhordas que seguramente, na hora devida, irão direto para o inferno.

Gerson não merece tamanha injustiça. Nesta linha, foi o que aconteceu com a atilada colunista de “A Critica”, Hermengarda Junqueira, que também jogou em vão o nome de Gerson, em determinado ponto de sua análise repudiando o time de vigaristas que ultimamente tomou conta do noticiário politico brasileiro.

Como se sabe, há décadas Gerson fez um comercial sobre cigarro e, desde então, passou a ser, estupidamente, motivo de blagues e calhordices.

Gerson Nunes faz 71 anos dia 11 de janeiro. É cidadão decente, respeitado profissional da Rádio Globo, ótimo pai de família, grande figura. De uns tempos para cá colunistas deveriam parar de usar a desnecessária e sem sentido “lei de Gerson”. Trocá-lo por sujeitos que realmente tenham contas a prestar à justiça. São lei que não acabam mais, que merecem ser cunhadas com nomes de vigaristas engravatados soltos por aí. Deixem o Gerson em paz.

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