Em 2011, o favorecimento a Adriana Ancelmo já era denunciado à OAB

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Processo contra Adriana foi arquivado pela OAB

Mário Assis Causanilhas

Faz sucesso na internet uma denúncia publicada no site da revista Veja pelo jornalista Ernesto Neves, um dos colaboradores da coluna Radar Online,  a respeito das contratações irregulares da advogada Adriana Ancelmo, mulher do então governador Sérgio Cabral, que em 2011 já era formalmente acusada de prestar serviços a concessionárias que atuam nos serviços públicos do Rio de Janeiro.

Mas o processo aberto na Seção Regional da Ordem dos Advogados do Brasil acabau estrategicamente arquivado pelo então presidente da OAB-RJ, Waldih Damous, que depois entraria na política e em 2014 seria eleito suplente de deputado federal pelo PT, que na época era aliado ao PMDB de Cabral no Estado.

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DEPUTADO DO PT ARQUIVOU PARECER
CONTRA A MULHER DE SÉRGIO CABRAL

Ernesto Neves
Veja

Não dá para dizer que os petralhas não são uma quadrilha unida. O deputado federal pelo PT do Rio, Waldih Damous arquivou um processo contra o escritório de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, em 2011.

Naquele ano, Waldih era presidente da OAB-RJ e havia uma investigação sobre os contratos que o escritório de Adriana, então primeira-dama do estado, mantinha para as empresas atuantes nos serviços públicos.

Segundo investigações da Lava-Jato, a receita do escritório Ancelmo Advogados chegou a 73,1 milhões de reais, um salto surpreendente salto de 457% entre o início e o fim das duas gestões do peemedebista no estado, entre 2007 e 2014.

Em 2013, Wadih foi nomeado Presidente da Comissão Estadual da Verdade, que investigava crimes da Ditadura, pelo então governador, Sérgio Cabral. Uma mão (suja) lava a outra.

11 thoughts on “Em 2011, o favorecimento a Adriana Ancelmo já era denunciado à OAB

  1. Quando vão acabar com essas corporações e conselhos ? São uma fonte inesgotável de dinheiro que para pouco estão servindo.
    Uma receita médica de Paraty, não pode ser usada alí logo ao lado, em Ubatuba . O diploma não vale em todo Brasil ?

  2. Por volta dessa época, Cabral chegou a ser cogitado para vice de Dilma, na reeleição, no embalo da ilusão do sucesso da ‘polícia pacificadora’. Mas hoje se diz que Cabral e o PT nunca foram aliados.

  3. Esse capacho do PT não merece comentários. Está politicamente morto, se é que existiu.

    Mas, uma curiosidade: será que o dr. Béja, depois dessa última avalanche de denúncias e gravações envolvendo amigos e parentes da Famiglia Cabral, continua achando que a prisão preventiva dele é ilegal?

    Deferia ser deferido habeas corpus a favor desse larápio?

  4. Claro nepotismo, corporativismo, conchavo, esta senhora passou a sócia do escritório por ser mulher do ex-governador, se locupletou junto com ele, este país não suporta mas estas farsantes, estes canalhas, distribuem cargos a seu bel prazer, beneficiando familiares com polpudos salários, é uma tristeza, há muito já deveria ter sido investigada, mas nada aconteceu, agora veio a tona e mostrou o real prejuízo aos cofres públicos, do estado e federal, tem que confiscar todos os bens até o montante roubado do povo, onde a saúde, educação e segurança foram seriamente prejudicados.

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