Em discurso rancoroso, Dilma despeja ódio e ataca homens brancos e idosos

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O problema de saúde de Dilma Rousseff é realmente grave

Luciano Henrique
Blog Ceticismo Político

A presidente afastada não é apenas fascista. É claramente uma psicopata que vive de discursos de ódio. Em em uma de suas recentes campanhas imundas, apelou à típica tática de jogar brasileiros contra brasileiros. A presidente afastada, que chegou a rir de uma piada de estupro, disse que o governo Temer é composto de “homens brancos, ricos e velhos”. Só faltou ela contar que esses “homens brancos, ricos e velhos” foram eleitos na chapa dela à presidência e ocupavam todos os ministérios relevantes em seu próprio governo. Dilma não poderá negar que emitiu esse discurso tão odioso, pois sua falta de civilidade está registrada em vídeo:

https://www.facebook.com/partido10brasil/videos/601741633325662/

Esse vídeo deve ser exposto na Comissão do Impeachment para deixar claro que ela não tem condições de presidir um país. Dilma já adotou o discurso de um Nicolas Maduro, que tem por fim levar uma nação ao caos deliberado. O discurso Black Bloc de Dilma é uma ofensa à civilização. E uma representação do fascismo mais puro.

Ou ela está completamente maluca ou tem planos de implementar o totalitarismo mais violento (caso consiga voltar ao cargo), a única forma de alguém com um discurso tão violento conseguiria se manter no poder.

(artigo enviado pelo comentarista Mário Assis Causanilhas)

10 thoughts on “Em discurso rancoroso, Dilma despeja ódio e ataca homens brancos e idosos

  1. Não me pareceu um Discurso violento de ódio. Parecia mais um Discurso meio desanimado para um Público, embora totalmente PT, mais desanimado ainda.
    Protocolar, sempre na mesma toada.
    O POVO sabe que a Presidenta DILMA foi impeachada, e muito provavelmente será Condenada no Senado, porque perdeu totalmente o controle da Economia, nos levou a maior RECESSÃO/DESEMPREGO desde a Depressão dos anos 30´, do Congresso, de quase toda a Base Aliada e não conseguia aprovar mais nada no Congresso.
    Estivesse a Economia crescendo a Taxas Chinesas, ( mesmo decrescentes), e não estaria havendo nada disso.

  2. O Bortolotto está certo!

    Se a economia estivesse bem, se tivéssemos educação, saúde e segurança, duvido que alguém teria coragem de tirá-la do poder. Nem o povo aceitaria. Poderia ficar por uns cem anos!

    Agora, honesta ou bandida, se não sabe administrar, se não sabe dirigir, tem mais é que ser tirada do banco do motorista mesmo, já que ela não tem a dignidade de pedir para sair. Não tem a grandeza de reconhecer a própria incompetência. Qualquer líder, na situação atual dela e do país, sairia discretamente e tentaria apaziguar os ânimos.

    Agora, o pior mesmo é ela fincar o pé e querer voltar com a cara mais sonsa do mundo para continuar instalando o caos, já que não fez nada construtivo durante o primeiro governo.
    -Voltar para quê?
    -Para fazer o quê?
    -Adiantará o quê?
    -Vítima? Ora, a vítima foi, é e será por muito tempo o povo brasileiro!

    Mais que mulher birrenta!!!

    Abraços.

  3. Se Bolsonaro virou réu, por que ela não vira ré com este fato?

    A “estadista”, a “honesta” (por causa do foro privilegiado), a coração “valente”, nos esculacha e fica por isso?

    Ainda tem idiota que quer ela de volta!

    • 22/06/2016 18h17 – Atualizado em 22/06/2016 18h17
      Lava Jato envia ao TSE documentos para ação contra chapa Dilma-Temer
      Foram enviados 78 anexos sobre repasses de recursos a João Santana.
      Investigadores dizem que publicitário foi pago com desvios da Petrobras.
      Fernando Castro e Marcelo RochaDo G1 PR e da RPC
      Procuradores da Operação Lava Jato enviaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) documentos que ligam pagamentos ao publicitário João Santana, responsável pelas últimas três campanhas presidenciais do Partido dos Trabalhadores (PT), ao esquema de desvio de recursos da Petrobras. Os 78 anexos devem compor a ação que pede a cassação da chapa da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT) e do presidente em exercício, Michel Temer (PMDB) na eleição de 2014.
      O pedido foi feito pela ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora de ações que foram movida pelo PSDB. O partido, que teve o candidato Aécio Neves derrotado no segundo turno , alega que houve abuso de poder político e econômico na campanha que elegeu Dilma e o vice Michel Temer.
      Dentre os documentos disponibilizados ao TSE estão comprovantes apreendidos pela Polícia Federal (PF) para uma offshore de João Santana e da mulher dele, Mônica Moura. Além disso, há cópias de contratos entre a Petrobras e prestadores de serviço que, conforme os investigadores, comprovam que os repasses tiveram origem no esquema de corrupção na Petrobras.
      João Santana e Mônica Moura foram presos na 23ª fase da Operação Lava Jato e seguem detidos na Região de Curitiba. Eles já viraram réus em processo conduzido pelo juiz Sérgio Moro.
      Os elos entre o esquema investigado pela Lava Jato e o casal são repasses de US$ 3 milhões recebidos por eles através de contas ligadas à Odebrecht, e mais US$ 4,5 milhões de contas ligadas ao engenheiro Zwi Skornicki, apontado como operador e representante do estaleiro Keppel Feels em contratos com a Petrobras. Parte dos depósitos foi feita durante o período eleitoral de 2014, o que chamou a atenção dos investigadores.
      Além destes pagamentos, foi enviada planilha que aponta mais R$ 24,5 milhões repassados a João Santana e Mônica Moura no Brasil pela Odebrecht. Parte destes recursos também foi paga durante as eleições de 2014.
      Outro documento que foi enviado ao TSE é o bilhete escrito a mão por Mônica Moura e enviado a Zwi Skornicki, no qual ela o informa que vai enviar modelo de contrato a ser firmado com ele. Ela chega a dizer que não tem cópia eletrônica por questões de segurança, e que os pagamentos poderiam ser feitos em dólar ou euros.
      Ainda não há prazo para que a ministra Maria Thereza de Assis Moura apresente voto ao Plenário do TSE. Além dos documentos da Lava Jato, ela pediu a realização de perícias e a coleta de mais depoimentos. Recentemente, o presidente do TSE, Gilmar Mendes, afirmou que “dificilmente” o caso será julgado pela Corte ainda no segundo semestre de 2016.

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