Em matéria de primeira-dama, Aécio não perde para ninguém.

Aécio Neves em clima

Deu em O Tempo

O senador mineiro pelo PSDB, Aécio Neves, teria se casado  semana passada no Rio de Janeiro com a namorada, a ex-modelo gaúcha Letícia Weber. As informações são do blog do jornalista Bruno Astuto, da revista “Época”.

De acordo com a nota, o possível candidato à sucessão de Dilma Rousseff pelo PSDB em 2014 casou-se em cerimônia discreta, em que teve como um dos padrinhos o empresário Alexandre Accioly.

Segundo Astuto, entre idas e vindas, a relação de Letícia e Aécio já duraria cinco anos.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGEm matéria de primeira-dama, Aécio Neves não perde para nenhum outro presidenciável. Cabem comparações apenas em relação à mulher de Michel Temer, a belíssima Marcela, mas ela é apenas vice-primeira-dama. (C.N.)

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5 thoughts on “Em matéria de primeira-dama, Aécio não perde para ninguém.

  1. RODRIGO COSTANTINO

    Capitalismo é lei da selva?

    O poeta Ferreira Gullar abandonou seus sonhos comunistas há anos, e tem feito várias críticas aos que ainda insistem nessa utopia. Mas, em sua coluna de hoje na Ilustrada da Folha, Gullar pinta um quadro negativo do capitalismo também, retratando-o como uma dura lei da selva.

    Para ele, a luta de classes não é entre patrão e empregado, mas entre patrões, uns tentando “comer” os outros na competição pela sobrevivência nos mercados. Diz ele, sem rodeios:

    O mercado é de fato um campo de batalha, uma zona de guerra: quem não dispõe de armas e munição em quantidade necessária e com a suficiência exigida não sobrevive. É a lei da selva, que determina a sobrevivência do mais apto; a seleção natural a que se referia Charles Darwin.

    Será mesmo que essa metáfora é a mais adequada para expressar o mercado? Em um campo de batalha, afinal, há um vencedor e um perdedor, claramente definidos. Trata-se de um jogo de soma zero, onde o derrotado fica sem nada, e o vitorioso se apropria das propriedades do vencido. Seria assim o mercado?

    Apenas uma parte dele. O fator competição não pode ser negligenciado na análise. Faz parte – e parte importante -, do que é o mercado. Graças a ela há a constante busca por excelência por parte das empresas, sempre preocupadas em inovar, atender melhor os clientes, tratar melhor os funcionários para ter maior produtividade.

    Schumpeter falava da “destruição criadora” do capitalismo. Empresas inovam, mostram-se mais capazes, e destronam antigas concorrentes, muitas vezes gigantes estabelecidos nos mercados. É desejável que seja assim, pois a alternativa é um estado estacionário que mata o progresso. Estaríamos ainda com luz de velas, carroças e máquina de escrever.

    Mas o mercado não é só isso. Digo mais: é muito mais que isso. Toda uma parte fundamental do mercado capitalista foi solenemente ignorada pelo poeta. Mercado é cooperação. Mercado é união. Mercado é jogo de soma positiva, com a possibilidade de ganho de ambos os lados.

    Pensemos no próprio supermercado. Você chega com seu dinheiro no bolso, encontra todo tipo de produto, para todos os gostos e bolsos, e sai com aquilo que deseja. Um incrível processo cooperativo entre milhares de indivíduos e empresas, todos atuando para benefício geral.

    Note que a concorrência entre produtos substitutos faz parte do processo, e é fundamental para garantir melhor atendimento e preço mais baixo. Mas essa é uma parte apenas, e não a mais relevante. O que mais chama atenção no “milagre” do mercado é o fator cooperação.

    É você ter naquelas prateleiras todas diversos produtos distintos facilitando sua vida. Eles chegaram ali por um complexo mecanismo de cooperação, sem liderança clara, sem um design inteligente, sem um mestre coordenando cada etapa de forma consciente.

    Isso é mercado! Muitas pessoas esquecem esse “detalhe” e focam somente no aspecto da voraz competição, dando a entender que se trata de um jogo de soma zero. Nada mais falso. Podemos pensar no próprio mercado que Gullar faz parte: literatura.

    Há a concorrência entre autores, e é ótimo que seja assim. Mas será que um quer “comer” o outro? Claro que, sendo os recursos escassos, quando um autor vende seu livro, isso significa que outro pode ter perdido a venda. Mas, em primeiro lugar, os autores não são motivados apenas pelo lucro das vendas. Ao menos não os bons autores.

    Em segundo lugar, graças ao processo cooperativo do mercado, temos novas tecnologias, livrarias agradáveis, eventos literários, enfim, diversos fatores que trabalham em conjunto para que o mercado de literatura como um todo possa florescer. Gullar, como um dos tantos autores, beneficia-se disso, ainda que tenha de concorrer com outros autores.

    O poeta conclui: “O que o capitalismo tem de bom é que ele estimula a produção de riqueza e isso pode ajudar a melhorar a vida das pessoas, mas desde que não se perca a noção de que o sentido da vida é o outro”. Estou totalmente de acordo.

    O sentido da vida não é acumular por acumular. Vários empresários compreendem isso, assim como até mesmo poetas, que não obstante a sensibilidade diante dos mistérios da vida, precisam manter um pé no chão para comprar os bens materiais de que necessitam ou que simplesmente desejam. Tudo mais acessível e melhor, naturalmente, graças ao mercado capitalista.

  2. Todos queremos lucrar.

    Com as empresas não é diferente. Não havendo monopólio como determina o capitalismo correto.
    Elas querem lucrar por isso têm que vender o mais barato possível seus produtos. ou a concorrência

    Lucro e preços baixos são fundamentais para a vida das empresas

    E quem compra mais barato os produtos?

    PS. Aí vem as conversas de boteco com termos como capetalismo, deus mercado e coisas do tipo.
    Vai ver o que esse tipo de gente consome e tem dentro de casa.

  3. Tivemos depois do Collor e sua Roseane, hoje evangélica, antes sei lá o quê, só me lembro dos sapatos com o mesmo tecido do vestido e da bolsa… Bem, depois dela tivemos duas primeiras-damas radicalmente diferentes:

    A primeira-dama antropóloga, professora universitária e escritora com diversas obras publicadas (inclusive no ramo infanto-juvenil) Dona Ruth Cardoso.
    Enquanto primeira-dama do Brasil, criou e presidiu o programa Comunidade Solidária, de combate à exclusão social e à pobreza, dentro de uma perspectiva emancipatória. Em 2000, ela criou a organização não-governamental Comunitas, na qual atuou até sua morte em 2008.
    A 14 de Março de 2000 foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

    A seguir tivemos a Dona Marisa Lula da Silva que dispensa comentários com os gastos exorbitantes com os cartões corporativos e sua busca pela cidadania italiana para sua trupe…

  4. Aproveitando o texto sobres os franceses.
    Quem diria, os franceses que borrifam ética e moral honestidade para todos dos oscantos deste Páis, atolados em corrupção até o pescoço, cadê “as cassandras” bobs-egg-s” para defender o indefensável mar de corrupção do Partido Francês.????

    Isto é.

    Operação França
    Investigações chegam ao topo do esquema e mostram que líderes tucanos operaram junto com executivos franceses para montar o propinoduto do PSDB paulista. Os acordos começaram na área de energia e se reproduziram no setor de transporte trilhos em SP
    Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas

    As investigações sobre o escândalo do Metrô em São Paulo entraram num momento crucial. Seguindo o rastro do dinheiro, a Polícia Federal e procuradores envolvidos na apuração do caso concluíram que o esquema do propinoduto tucano começou a ser montado na área de energia, ainda no governo de Mário Covas (1995-2001), se reproduziu no transporte público – trens e metrô – durante as gestões também de Geraldo Alckmin (2001-2006) e de José Serra (2007-2010) e drenou ao menos R$ 425 milhões dos cofres públicos. Para as autoridades, os dois escândalos estão interligados. Há semelhanças principalmente no modo de operação do pagamento de propina por executivos da multinacional francesa Alstom a políticos e pessoas com trânsito no tucanato para obtenção de contratos vantajosos com estatais paulistas. Nos dois casos, os recursos circulavam por meio de uma sofisticada engenharia financeira promovida pelos mesmos lobistas, que usavam offshores, contas bancárias em paraísos fiscais, consultorias de fachadas e fundações para não deixar rastros. A partir dessas constatações, a PF e o MP conseguiram chegar ao topo do esquema. Ou seja, em nomes da alta cúpula do PSDB paulista que podem ter tido voz ativa e poder de decisão no escândalo que foi o embrião da máfia dos transportes sobre trilhos. São eles os tucanos Andrea Matarazzo, ministro do governo FHC e secretário estadual nas gestões Serra e Covas, Henrique Fingermann e Eduardo José Bernini, ex-dirigentes da Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE). Serrista de primeira hora, Matarazzo é acusado de corrupção por ter se beneficiado de “vantagens oferecidas pela Alstom”. De acordo com relatório do MP, as operações aconteciam por meio dos executivos Pierre Chazot e Philippe Jaffré, representantes da Alstom no esquema que teria distribuído mais de US$ 20 milhões em suborno no País. É a chamada conexão franco-tucana.

  5. Esse tipo de gente enriquecida na vida pública e com poder político só pega essas mulheres bonitas porque lhes dão vantagens econômicas e aos seus familiares. Anônimo e numa “cancha” um Temer, por exemplo, não ganharia sequer uma mocréia. Um Aécio com muita lábia poderia pegar ainda uma balzaca com um par de filhos para sustentar ou com menos lábia uma quarentona para dividir as despesas da casa, desde que “funcionasse” diariamente. Modelos, misses e gostosonas ao lado dessas caras e idades são páreos arrumados. Nessa matéria, o Color foi campeão no primeiro casamento, porque ganhou bonita, rica e de família poderosa praticamente com a cara e a coragem.

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