Em plena temporada turística, greve da PM leva insegurança a Salvador, com 17 homicídios em apenas 5 horas

Carlos Newton

Não se fala em outra coisa na internet. A greve da PM em Salvador é da maior gravidade, porque foram registrados 17 homicídios em cerca de 5 horas. A Justiça já determinou o fim do movimento grevista, que o governador Jaques Wagner tentou minimizar e desconhecer, acirrando os ânimos da corporação policial.

O resultado é que, com a greve da Polícia Militar, Salvador registra forte aumento no número de homicídios e saques ao comércio. Na sexta-feira, Entre as 1h45 e as 6h41, 17 pessoas foram assassinadas em Salvador e região metropolitana, de acordo com a estatística divulgada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP).

Os 17 casos confirmados nas cerca de cinco horas de sexta se equipararam a todos os casos registrados nas 24 horas de quinta-feira. Na quarta-feira, a SSP registrara sete homicídios.

De acordo com a secretaria, também há “uma série de casos de vandalismo, com assaltos e arrastões, em várias áreas de Salvador”, desde que “PMs ligados à Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra-BA) anunciaram greve por tempo indeterminado”.

Até o final do dia, o contingente das forças federais destacado para garantir a segurança na Bahia aumentou para 2,6 mil militares, segundo o Ministério da Defesa. As forças foram enviadas ao estado com o objetivo de manter a segurança e evitar que a população entre em pânico.

No Rio de Janeiro, seguem os preparativos para a greve dos PMs e do Corpo de Bombeiros, com a cidade repleta de turistas. o governador Sergio Cabral, como sempre, continua omisso, tentando desconhecer que o Estado do Rio de Janeiro paga os menores salários do Brasil à PM e aos bombeiros. Acredite se quiser.

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