Em tempos de mudança, o cenário mais provável é a reeleição de Dilma

Murillo de Aragão

Quando Lula conseguiu eleger Dilma Rousseff como presidente da República, abriu-se a possibilidade de que o lulismo se projetasse como força política dominante por mais oito anos e, até mesmo, de que se renovasse adiante por mais um ou dois mandatos.

O lulismo tinha seus alicerces fundados em um sólido apoio partidário, sindical e empresarial, apoio do sistema financeiro e dos movimentos sociais, além de imensa popularidade. Três anos de gestão Dilma destruíram esse apoio.

Os sindicatos estão rachados. Pelo menos duas centrais sindicais devem ter projetos autônomos em relação a Dilma: a União Geral dos Trabalhadores (UGT), que apoiará o PSD, e a Força Sindical.
Os movimentos sociais estão divididos e desestimulados. Já não demonstram o mesmo apoio. O empresariado está decepcionado com o andamento da economia, com as idas e vindas intervencionistas, entre outras questões.

O mercado financeiro, que se convenceu de que Lula era um bom negócio, perdeu o encanto com o governo e, diretamente, pune a economia real com doses de desconfiança.

Paradoxalmente, Dilma Rousseff continua favorita para ganhar as eleições à Presidência em 2014, apesar de ter tido a sua popularidade demolida pelas manifestações de rua em junho. Agora, aos poucos, vai recuperando essa popularidade, mas nada será como antes. Dificilmente, com a economia funcionando devagar, ela voltará aos 70% de aprovação.

A mais recente pesquisa CNI/Ibope sobre a avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff apontou que a aprovação (ótimo/bom) subiu seis pontos percentuais (de 31% para 37%) no período entre julho e setembro. A avaliação regular oscilou positivamente dois pontos (de 37% para 39%), enquanto a avaliação negativa (ruim/péssimo) caiu nove (de 31% para 22%).

O Ibope também apontou uma ampliação da vantagem da presidente Dilma Rousseff (PT) em relação aos seus principais adversários, o que representa um aumento do seu favoritismo na busca pela reeleição. A mídia eletrônica, que não gosta de Dilma, tenderá a ser mais agressiva na pré-campanha. Em especial, se os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) ou Eduardo Campos (PSB) mostrarem real viabilidade. Marina Silva (Rede Sustentabilidade) ainda é uma incógnita.

DOIS CENÁRIOS

O que temos pela frente são três cenários básicos. O primeiro é a reeleição de Dilma. Dele se desdobram dois subcenários: um novo mandato forte a partir da reeleição e com um ambiente econômico mais ativo, ou um mandato fraco com a base ainda mais dividida e desconfiada.

O segundo cenário é o de Dilma fora da competição, abrindo lugar para Lula. É um cenário improvável, mas não impossível. Lula poderá concorrer para salvar o lulismo. No entanto, não é uma opção fácil; exige uma pilotagem muito precisa para dar certo.

O terceiro cenário é o da vitória de um dos candidatos de oposição.

O cenário mais provável, no momento, é o da reeleição de Dilma, seguindo-se um novo mandato com fragilidades políticas maiores. Isso porque, primeiro, o governo Dilma não tem credibilidade no meio político. Sua palavra pouco vale, o que gera retaliações e dificuldades nas negociações políticas.

O segundo aspecto reside no fato de que a capacidade de fazer mágicas na economia parece limitada. Não chegaremos a comprometer os fundamentos, mas tampouco teremos uma gestão de excelência.

O terceiro aspecto é que o lulismo carece de um sucessor para Dilma. Assim, a partir do primeiro dia de uma nova gestão Dilma, se abrirá uma surda disputa fratricida pelo posto de candidato do lulismo.

A salvação do segundo mandato de Dilma e do lulismo está no ambiente econômico. Porém, até agora, os sinais não são estimulantes.

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27 thoughts on “Em tempos de mudança, o cenário mais provável é a reeleição de Dilma

  1. O FATO MAIS COMEMORATIVO DESSE DESGOVERNO É QUE A INFLAÇÃO, SEGUNDO OS ANALISTAS
    QUE NÃO SE BAIXAM DIANTE DELES(GOVERNANTES), Já atingiu mais de 17% só nos últimos
    03 meses deste ano (julho, agosto e setembro).É mole?

    SE TIVESSE um 5º Mundo o Brasil já estaria nele. Hoje mesmo, segundo anunciou a própria imprensa, UMA CRIANÇA MORREU DENTRO DA BARRIGA DA POBRE MÃO porque não tinha
    leito para o trabalho de parto. Isto não é coisa não de 5º Mundo mas sim de MUNDO CÃO.

    ENFIM nós já estamos com o pé numa ditadura. Aguardemos, pois.

    • Sempre vivemos sobre uma ditadura, algumas vezes descaradas e outras enrustidas, como agora. Quer uma prova. Agora vivemos sob a dos banqueiros. Eles podem lhe emprestar legalmente a 8% AO MÊS. Se eu lhe emprestar a 3% AO MÊS, vou em cana como agiota. Nada a ver, é claro, com a informação acima de que a MÃO tem barriga.

  2. ESCÂNDALO BILIONÁRIO
    Reinaldo Azevedo
    (Revista VEJA)
    Deputado do PT, amigo de Lula, pergunta a conselheiro da Anatel quanto ele cobra para resolver uma pendência da Oi com o estado que chega a R$ 10 bilhões. O nome disso? Propina!

    Blog
    Reinaldo Azevedo
    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

    O petista Vicente Cândido: ele atua como lobista da Oi e ainda pergunta a conselheiro da Anatel: “Honorários?”. Trata-se de um gigante moral!
    Eles são quem são. E isso não tem cura. Reportagem de Rodrigo Rangel na VEJA desta semana traz à luz um escândalo de dimensões bilionárias. Há muito tempo, como se sabe, os petistas abandonaram o patamar dos milhões. Isso era para gente amadora; para corruptos que corriam o risco de ser pegos e ser enforcados pela opinião pública. Os companheiros são mais espertos. Praticam com maestria o que antes diziam condenar e ainda mandam enforcar. A síntese da história é a seguinte: Vicente Cândido, deputado federal (PT-SP), um figurão do partido, embora não seja muito conhecido, chamou a seu gabinete um conselheiro da Anatel de nome Marcelo Bechara. O deputado está interessado em livrar a cara da Oi, empresa que tem como sócios amigos do Luiz Inácio Apedeuta da Silva — o mais intimo é Sérgio Andrade. A empresa deve ao estado brasileiro nada menos de R$ 10 bilhões em multas — embora o valor de mercado da companhia seja de R$ 8 bilhões. O parlamentar quis saber como Bechara podia ajudar a Oi e sugeriu falar em nome de Lula. A conversa, a esta altura, já tinha ultrapassado o limite do aceitável. Mas ele foi mais longe. Num papelucho, escreveu a seguinte palavra, acompanhada de um ponto de interrogação, e exibiu ao conselheiro: “Honorários?”.
    Isso mesmo. Vocês entenderam direito. Um deputado do PT, atuando a favor dos interesses de uma empresa privada que tem como sócios amigos pessoais de Lula, abordou um conselheiro da Anatel e indagou quanto ele cobrava para dar um jeitinho. Atenção! BECHARA CONFIRMA QUE ISSO ACONTECEU. Mas ainda é de menos. O PRÓPRIO VICENTE CÂNDIDO ADMITE TER ESCRITO A PALAVRINHA. Mas se sai com uma desculpa esfarrapada. “Eu queria saber se ele tinha honorários.” Sim, vocês entenderam direito: um deputado do PT ofereceu propina a um conselheiro da Anatel.
    Houve ainda um segundo encontro. Aí o buliçoso petista entregou a Bechara as pretensões da Oi, com o timbre da Jereissati Participações (de Carlos Jereissati), uma das acionistas da companhia. Lá está o que quer a empresa, de que o petista virou um negociador: redução de 80% daquela dívida de R$ 10 bilhões e mudança urgente na regra que obriga uma telefônica a manter 4 telefones públicos por mil habitantes na área em que opera. Antes de falar com Bechara, naquele mesmo dia, Vicente Cândido havia se encontrado com Lula. Leiam trecho da reportagem. Volto em seguida
    *
    No fim de 2008, uma canetada do então presidente Lula permitiu a compra da Brasil Telecom pela Oi, uma das mais complexas e questionadas transações do mercado brasileiro nos últimos tempos. A assinatura aposta por Lula no decreto que abriu caminho para o negócio foi justificada com um argumento repleto de ufanismo: era preciso criar um gigante nacional no setor de telecomunicações para competir em condições de igualdade com as concorrentes internacionais. A operação bilionária foi cercada de polêmica por outras razões. Primeiro, porque a Oi fechou o negócio graças a um generoso financiamento público. Além disso, a empresa tinha e tem entre seus controladores o empresário Sérgio Andrade, amigo do peito de Lula desde os tempos em que o petista era um eterno candidato a presidente. E a mesma Oi, três anos antes, investira 5 milhões de reais na Gamecorp, uma empresa até então desconhecida pertencente a um dos filhos do presidente. À parte as polêmicas, a supertele nacional não decolou como planejado e o discurso nacionalista logo caiu por terra — e com a ajuda do próprio petista, que meses antes de deixar o Planalto criou as condições para que a Portugal Telecom comprasse uma parte da companhia.
    Com o passar do tempo, porém, a Oi perdeu valor de mercado, viu aumentar suas dívidas em proporções cavalares e hoje enfrenta sérias dificuldades para investir, o que para uma empresa do ramo de telecomunicações é quase como uma sentença de morte. O destino da companhia é motivo de preocupação para o governo e para o ex-presidente Lula. Em especial, pela possibilidade de o insucesso da empresa causar danos políticos às portas de uma campanha presidencial em que o PT pretende estender sua permanência no poder. Como explicar a ruína de um megaprojeto liderado pela maior estrela do partido e bancado em grande medida com dinheiro dos cofres públicos? Uma tarefa difícil, certamente. É legítimo que haja um esforço para ajudar uma empresa nacional. É legítimo que esse esforço também envolva agentes políticos. O que não é legítimo é a solução do problema passar por lobbies obscuros, negociatas entre partidos e até uma criminosa proposta de pagamento de propina a um servidor público em troca de uma ajuda à empresa — episódio que aconteceu no início do mês nas dependências do Congresso Nacional, em Brasília, envolvendo o deputado federal Vicente Cândido, do PT de São Paulo, e o conselheiro Marcelo Bechara, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
    Indicado para o cargo pelo PMDB, em 6 de agosto Marcelo Bechara foi ao gabinete do deputado depois de receber um telefonema do parlamentar convidando-o para uma visita. Entre uma conversa e outra, Cândido engrenou o assunto principal: a cobrança de multas bilionárias aplicadas à Oi pela agência. Advogado por formação, Bechara é conhecido por sua capacidade de formatar soluções jurídicas para questões aparentemente insolúveis. Ele fora o relator de uma proposta que pode dar um alívio e tanto ao combalido caixa da empresa e que será debatida em breve no conselho diretor da Anatel. A proposta regulamenta a cobrança de multas aplicadas às companhias telefônicas. As da Oi, atualmente, somam mais de 10 bilhões de reais — uma cifra astronômica em todos os aspectos, ainda mais se comparada ao valor de mercado da companhia, estimado em menos de 8 bilhões de reais.
    (…)
    Voltei
    Leiam a íntegra da reportagem. Ela traz outras informações importantes sobre como funciona a República Petista em Brasília. Verão que o deputado já tratou do assunto com Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, e que a mão que balança o berço por trás dessa história toda pertence a… Erenice Guerra, amigona da presidente Dilma Rousseff. Ficarão sabendo ainda de uma festança em Brasília para comemorar o aniversário de João Rezende, presidente da Anatel. Ele diz nem saber quem pagou aquilo tudo. Uma coisa é certa: entre os convivas, havia diretores de empresas que cabe à sua agência investigar, inclusive Carlos Cidade, um dos chefões da Oi.
    Por Reinaldo Azevedo

  3. A inflaçåo que Fernando Henrique dexou para Lula dentro do pacote da herança maldita batia 12,57%. Nesse governo nunca passou de 7℅, mesmo com todo terrorusmo global. A inflaçao que os maus informados não sabem, nunca estourou a meta desse governo, inclusive a meta foi rebaixada, depois do afastamento, do artifice da herança maldita, da chefia do governo. Quando os corruptos governavam, alem de aumentarem a meta da inflaçao, nao conseguiam cumpri-la

  4. É bom que o PT não seja apoiado por facções, religiões, centrais sindicais, conglomerados financeiros, etc. Como hoje já é um partido nacional, deve obter seus votos de quem vota, o cidadão. Se alguem ainda acredita que quando um lider sindical tem como cooptar os votos dos seus filiados, está muito enganado. Nem as igrejas protestantes conseguem que seu rebanho vote maciçamente nos seus candidatos! No Brasil o voto de cabresto está com seus dias contados, ainda bem. Bem que o PIG tenta de todas as formas promover seus apadrinhados e denegrir seus desafetos, mas o resultado tem demonstrado que o povo, quer ter sua opinião própria, e expressá-la nas urnas, e não adianta chamá-lo de burro, pois descobriu na eleição do Collor o quanto foi burro ao acreditar no endeusamento do caçador de marajás contra o representante do demônio.

  5. Nao é obsseçao minha cara, é realidade. Ou voce nao sabe que nos ultimos anos, no governo de Fhc, a meta da inflacao foi mantida para cima? No ultimo ano, alem de levarem a meta para 8%, nao conseguiram cumpri-la, pois estourou em mais de 50%, chegando a 12,57% em 2002. Leia reportagens serias de economia e voce vera, o desastre que foi o governi de FHC, alem de ter sido o governo mais corrupto de toda a hustoria da Republica

    • Pequena série temporal da inflação – período 1995 a 2013.

      ANO………INFLAÇÃO (IPCA)
      1995…………22,41%
      1996………….9,56%
      1997………….5,22%
      1998………….1,66%
      1999………….8,94%
      2000………….5,97%
      2001………….7,67%
      2002………..12,53%
      2003…………9,30%
      2004………..7,60%
      2005………..5,69%
      2006………..3,14%
      2007………..4,46%
      2008………..5,90%
      2009………..4,31%
      2010………..5,91%
      2011………..6,50%
      2012………..5,84%
      2013………..5,54%(projetada)

      # Inflação acumulada no período: 273,54%

      # Taxa Média geométrica da inflação do período: 7,18%

      # Taxa média geométrica da inflação no período de FHC: 9,1%

      # Taxa média geométrica da inflação no período de Lula: 5,8%

      # Taxa média geométrica da inflação no período de Dilma: 6,0%

      Importa dizer que foi o plano real que debelou a hiperinflação. Os anos em que FHC governou o país o mercado estava se adaptando à nova situação. Pode-se dizer que o período de FHC foi um período de transição e começo da sistemática do tripé de estabilização econômica fundado no controle do câmbio, controle da inflação e controle do déficit fiscal.

  6. Tenho aprendido a duras penas que se pode escrever para um Blog e afirmar qualquer mentira, estupidez, agressão, ofensa e, principalmente, a defesa do partido que se está filiado ou tenha por ele simpatia.
    Acusar governo de FHC como o mais corrupto da História ultrapassa o senso das medidas, extrapola o conceito sobre o povo de que este é mais que ignorante, que neste País se pode dizer o que se quer porque ninguém verifica se verdadeiro ou apenas devaneio.
    Em princípio, jamais tivemos tanta gente ligada ao governo condenada como aconteceu com o governo Lula, no episódio conhecido como mensalão, um golpe contra as instituições à manutenção no poder pelo PT indefinidamente.
    Diante da dificuldade que temos em avaliar roubos, desvios, desonestidades, alianças espúrias, compra de partidos, corrupção generalizada, fácil é obter desses últimos onze anos dos petistas na presidência da República que nunca antes o Brasil presenciou tantos escãndalos políticos, financeiros e de cunho pessoal como nesta década, transformando-se como aquele que mais decepcionou, além de ter tido gente que dele tenha saído por conta da conduta do PT completamente diferente da propagada antes de conquistar o poder.
    Mais a mais, raras foram as ocasiões que opiniões radicais puderam ser comprovadas, haja vista estarem caracterizadas ideologicamente, portanto, desvalorizadas justamente porque tendenciosas e atendendo interesses partidários, menos com o verdade e de levar à população informações precisas.

  7. Sr. Darcy, só um pequeno detalhe. Tanto a Dilma quanto o Lula continuam a transferir patrimônio público para o privado (política neoliberal). É que o Tesouro emite seus títulos, transfere os recursos para o BNDES, e este empresta ao setor privado cobrando 5% a.a. O custo para o tesouro é dado pela taxa implícita da dívida pública que está em 15,8% a.a. Esta diferença entre o que o governo paga para os bancos privados e o que recebe pelos empréstimos via BNDES, quem paga, somos nós contribuintes.

    Da mesma forma, as concessões. São transferências de recursos públicos para o setor privado. Com prazo determinado, é claro.

    Então, nada mudou. A maneira de conduzir a economia é a mesma do FHC. Não se engane.

  8. Certamente o anônimo não perdeu um tostão na gestão de FHC, ao contrário, algumas de suas dívidas foram diminuídas pelo uso da “tablita” quando tivemos a paridade real/dólar.
    Agora, salvo se era das relações íntimas com o poder na administração Collor, então juntamente com TODA a população brasileira sofreu o confisco violento e criminoso impetrado pelo PIOR presidente da nossa História, que inaugurou a corrupção explícita através do seu tesoureiro de campanha, o PC, plagiado mais tarde pelo PT.
    Não há comparação com a desonestidade do governo Collor com qualquer outro que tenha existido antes e depois “delle”, a ponto de eu afirmar que, qualquer tentativa contrária, trata-se de reles opinião pessoal e destituída completamente da realidade que amargurou o povo brasileiro roubado durante 54 meses, quando se completou a devolução do dinheiro tomado à força do trabalhador, e com correção aquém da inflação galopante que corroía o salário de cada um neste País.
    Desconsiderar este fato é tripudiar sobre a História do Brasil, e tentar de forma ridícula sobrepor a imaginação à realidade, conduta de quem não se identifica, portanto, descomprometido com o que escreve e absolutamente alheio com a verdade dos fatos!

  9. A EMBRAER estava falida e hoje é das maiores do mundo.Se as privatizações fossem doadas, o povo já estaria lucrando.
    Antes o povo pagava as contas dos malandros que se apinhavam nas estatais e as privatizavam para si.
    Como é a Petrobrás hoje:propriedade privada do PT.

  10. Prezado Wagner Pires,
    Não perdes o teu tempo tentando corrigir a opinião do anônimo, pois ele não se preocupa com o que escreve, mas se atém a agredir e insultar, tão somente.
    A questão fundamental para ele é provocar, instigar, e tanto faz se regstra apenas mentiras ou devaneios, haja vista que a sua intenção é romper com a civilidade, educação e respeito.
    Portanto, pouco importa a verdade, pois o que lhe interessa é contestar quem elegeu como desafeto, mesmo que seja desmentido por dados oficiais, não importa, pois a sua função é outra, e não de colaborar ou de trazer informações positivas ao Blog.

  11. Por que os senhores não param de se digladiar? Está muito ruim esta perseguição mútua. “Carpe Diem” Vamos curtir a Tribuna da Imprensa livremente sem demonstrarmos antipatias. Muitas vezes sinto antipatia pelo que leio. Mas, não me manifesto contra quem quer que seja. Posso, no máximo, dar minhas contra-razões. E só!

    Então, o Sr. Bendl e o Sr. Darcy poderiam fazer um acordo de cavalheiros para, terminantemente, evitarem esse “pega-pega” que estamos assistindo.

    Está muito ruim para os senhores e para todos nós.

    Por favor! Os senhores podem fazer este acordo de cavalheiros?

  12. Puxa vida, Sr. Darcy. Faça uma forcinha! Acredito que todos nós quando opinamos, fazemos isso acreditando estarmos com a verdade. Mas, a verdade é que todo mundo possui uma verdade relativa. Ninguém a possui completamente.

    Desse modo, é justo que, no meio de muitas palavras verdadeiras, algo relativamente errado vá junto.

    Creio que o importante é o conjunto da obra, e as opiniões se complementarem. É preciso sustentar a dialética. Isto é mais importante do que a concordância de idéias.

    Por exemplo: me irrita ver pessoas defendendo o comunismo. Mas, se eu não tiver contundência para rechaçar a ideia eu me abstenho de comentar. E só.

    A verdade somos todos nós, Sr. Darcy. Aqui na Tribuna da Imprensa, lendo-a e opinando livremente.

    Faça uma forcinha Sr. Darcy.

    Grande abraço!

  13. Wagner,
    Observa a resposta do anônimo:
    Ele já se refere a mim como desagregador, uma solerte mentira e declaração irresponsável!
    Se tu quiseres ir às origens desse conflito, basta pesquisares apenas os últimos dois meses, e verás quem se julga o dono da verdade e quem ofende a educação e o respeito!
    Lamento que tu não estejas gostando do que estás lendo,na razão direta do tanto que me violento responder acusações e falsidades contra mim, mas está na hora de se dar um basta a este tipo de comentários, que concordo plenamente.
    Assim, não posso firmar um acordo com quem não o deseja e se mantém anônimo, pois eu estaria elaborando uma trégua com quem?
    Agora, em respeito aos senhores, posso garantir que não mais partirá de mim a provocação, mas afianço cabalmente que continuarei neste caminho se se der o contrário, como acima demonstrado pelo anônimo, que não deseja comentar os temas postados, mas se divertir com as pessoas, enraivecê-las, agredi-las, ofendê-las.
    Por outro lado, respeitosamente, não aceito que eu seja chamado à atenção neste particular, pois eu gostaria de ver outros frequentadores como se comportariam com esta perseguição que tenho sido alvo do anônimo durante tanto tempo, e como reagiriam a esta forma condenável de comportamento sociopata!
    Portanto, Wagner, somente agora é que está havendo reciprocidade nos ataques, pois anteriormente era exclusivo do anônimo que, mesmo tendo estudado em excelentes colégios foi um péssimo aluno na matéria que ensinava respeito e educação às pessoas.
    Eu apenas decidi seguir a mesma trilha para ver aonde vamos parar, e tu já me deste uma pista que não será um bopm lugar, não importa, pois sou muito mais corajoso que o anônimo.

  14. Sr. Bendl, o Sr. está furioso e eu entendo as suas razões. A questão é que chega um ponto em que ninguém mais tem razão. E eu acho que este ponto já chegou.

    Acredito que deixar o conforto do convívio da família para sentir raiva e revolta acessando um jornal pela internet não compensa para ambos. Portanto, é questão de bom-senso os dois se acertarem.

    Grande abraço!

  15. A hiperinflaçao era no governo de Sarney, que foi debelada, nao com politicas economicas consistentes, mas com planos economicos, coisas de terceiro mundo. Alguem ja imaginou a inflaçao dos anos 70 e80 do dollar, se ao inves de fazerem uma gestao seria da economia, tivessem apelado para os planos economicos, como se fez na Bolivia, Argentina e no Brasil? Inflaçao se controla com o controle da da economia. É assim em todos os lugares do mundo

  16. Wagner,
    Obrigado por entenderes as minhas razões, que são as causas da minha fúria e postagens seguidas sobre tais incidentes.
    Mas estarei sempre disposto a colaborar.
    Desta forma, guardarei este comentário com seu horário e data, de modo que tu me sirvas como testemunha no futuro a respeito de quem partirão novamente os insultos, provocações e agressões.
    Da minha parte, encerro iniciar qualquer ataque ao anônimo, menos de responder às suas investidas pessoalmente contra mim, e não sobre os assuntos em questão.
    Tu verás que de nada adiantará o meu compromisso contigo e com os demais participantes do Blog, tu verás, lamentavelmente.

  17. Inflação se controla com políticas públicas sustentáveis. Com controle do crédito via setor bancário e políticas salariais, incentivo ao aumento da produtividade com crescimento da oferta e controle da importação junto com a política de câmbio e tarifas alfandegárias. No caso do câmbio, não foi por acaso que o real foi mantido sobrevalorizado em todos estes anos para sustentar o aumento da demanda via importação; a ponto de sufocar a nossa indústria nacional que apresentou retração, incluindo os governos Lula e Dilma.

    Exceto o setor de serviços e agropecuária.

    O plano real foi inciado em 30 de julho de 1994. Naquele ano persistiu a hiperinflação. Fechamos o ao com hiperinflação de 916,46% (!); e, já em 1995, um ano após a implantação do plano real, a inflação caiu para 22,41%. A trajetória é de declínio até os dias de hoje.

    O Lula é um cara de muita sorte!

  18. Acredito que o desgoverno, mais corrupto de todos os tempos tenha sido mesmo o fhc, talvez perda para o Boris Yeltsin quando despedaçou a URSS, aí nem se fala no que aconteceu. Apenas distribuiu a espresas a amigos. Mas aqui mesmo nesta ti, na epoca foi afirmado que houve comissoes de 500 milhoes de reais em apenas uma privatizaçao, doacao. Basta ler as ediçoes da epoca. Simplesmente, 10 vezes mais que todos os recursos envolvidos no caso mentirao, cem por cento privados, contrario ao que o pig e seus … afirmam. Se alguns nao querem entender, mesmo tendo a informaçao correta a disposiçao. Fazer o que?.

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