Esportivas, observadas e comentadas

Cada vez mais perto:
Flandrade, Fladriano, Flakovic

Não interessa se alguns mais exigentes, dizem que o time está ganhando sem jogar bem. O importante é estar ali, “colado”. E quem está jogando bem nesse Brasileirão?

Divertida a encenação do árbitro no gol que o Náutico não marcou. O auxiliar assinalou o impedimento, o árbitro foi consultá-lo, depois fez conferência com o “quarto árbitro”, ouviu até o auxiliar do outro lado, distante. Esse árbitro está anos atrasado. Antigamente teria sido realmente gol, a bola que vinha do adversário estaria “limpa”. Mudou, os dois jogadores do Náutico, impossibilitados de chutarem.

As meninas do vôlei,
perdem para a Itália

Algum dia tinham que serem derrotadas. Depois de 43 jogos sem derrota, o que fazer? Não há dúvida, fizeram partida ruim, mesmo assim foram vices. Deram satisfação às meninas da Itália, era visível a alegria de ganhar da maior seleção do mundo, a brasileira. Ave, César, os que vão perder te saúdam. Uma vez.

Flu, vencedor e alegre,
desmente matemático Tristão

São 10 jogos sem derrota. E em cada jogo Fred marcou 1 gol, o que significa: o Flufred já entra em campo vencendo por 1 a 0. Gol invisível mas que se materializa. E que assombro essa torcida. Ontem, 52 mil pagaram entrada.

O Botafogo continua
fugindo dele mesmo

Quando vai jogar para sair definitivamente da série B, o time despenca, sofre, não sabe ganhar. Não está rebaixado. Mas agora a situação ficou escalafobética. Sport, Náutico e Santo André, já na série B. Flu, Bota e Atlético, (Paraná), desses três, dois escaparão.

Luxemburgo, senador sem
povo e quase eliminado

Dizem que vai para o Internacional, que será candidato a senador, que seu prestígio, intocado. Mas “raspou” no rebaixamento, está com 45 pontos, o limite. Sorte tem o clube que for enfrentar esse Santos.

Master Mil de Paris: um vencedor
milagroso, um coadjuvante perigoso

Dos quatro que ganham tudo, sobrou apenas Djokovic, tinha que ser o vencedor, ainda não chegou a hora dos outros. Dos quatro, dois não foram derrotados por ele. Sua vitória sobre o bravo Nadal, já anunciada nos três jogos do espanhol. Ganhou penando, sofrendo, sem saber como ganhava. Irreconhecível.

Contra o sérvio, duplo 6/2, não podia fazer mais do que isso. No quinto, sexto, sétimo e oitavo games, Nadal perdeu 4 sem acertar uma bola sequer. 4 games a zero.

Antes, haviam jogado 19 vezes, 14 vitórias de Nadal, antes da contusão. Ele mesmo disse: “Depois da minha volta, a melhor atuação foi contra Tsonga”. Um duplo 7/5, sem muita vibração.

Monfils, admirável. Ganhou o segundo set, perdeu o terceiro no tiebreak, na última bola de um jogo para ele inesquecível.

São Paulo, único
que depende de si mesmo

Com 62 pontos, se ganhar os três jogos que faltam vai a 71, ninguém pode alcançá-lo. O Flamengo pode ir a 69, o Palmeiras a 68, o Internacional 65. Imaginem um mata-mata com esses quatro. Sou contra os “pontos corridos”, mesmo sabendo que a Globo defende a mesma coisa.

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