Estadão diz que moral, sexualidade, pedofilia e o papel da mulher desafiam o novo Papa

(O Estado de S. Paulo)

Um dos centros do debate que surgiu entre a renúncia de Bento XVI e a escolha do novo papa era de que o novo pontífice assume uma igreja em crise, com grandes desafios e demandas modernas a serem resolvidos. Em suma, há uma expectativa de que o substituto de Joseph Ratzinger tenha de definir o que deve e o que pode ser reformado nessa instituição milenar.

Além dos desafios religiosos, como o de reafirmar o rumo teológico da Igreja e destravar nós burocráticos da Cúria Romana, o novo papa terá de lidar com a perda de fiéis pelo mundo e com temas ligados à moral, família e sexualidade.

Outra necessidade é combater de forma eficaz os casos de pedofilia e de corrupção. Tudo para manter a fé católica como uma realidade inteligível em um mundo em transformação, em que a própria transparência do Vaticano tornou-se um tema cada vez mais caro.

A Igreja é sempre cobrada por posicionamentos mais progressistas em torno da moral sexual, família ou homossexualidade. A instituição e suas lideranças são pressionadas por temas como legalização do aborto, uso de preservativos, controle de natalidade, casamento gay e adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo, além do papel da mulher. O modo de vida hedonista moderno e o relativismo cultural também se impõem como desafio ao novo papa.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Pelas informações até agora divulgadas sobre a personalidade do Papa Francisco, tudo indica que não haverá qualquer mudança nos conceitos atuais da Igreja sobre celibato do clero, moral, sexualidade, pedofilia, aborto, uso de preservativos. É pena. (C.N.)

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

One thought on “Estadão diz que moral, sexualidade, pedofilia e o papel da mulher desafiam o novo Papa

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *