Estado Islâmico diz que atacará Londres, Roma e Washington

Ninguém está a salvo do radicalismo islâmico

Deu no iG

Em mensagem divulgada na rede social Twitter, simpatizantes do grupo extremista Estado Islâmico afirmaram que os próximos alvos de ataques terroristas serão Londres, Roma e Washington. A segurança dos Estados Unidos está reforçada desde o conhecimento dos atentados que aconteceram na França.

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, no entanto, diz que a Itália não recebeu nenhuma ameaça formal, mas que a Itália é um país forte que derrotou o terrorismo interno e os ataques da máfia. “Venceremos também este desafio”, disse ele.

Segundo ele, esse tipo de ameaça foi vista durante todo o ano. “Este desafio durará anos, mas será destruído se a Itália permanecer unida”.

Os ataques que aconteceram na sexta-feira 13, em Paris, deixaram 129 mortos e mais de 350 feridos.

3 thoughts on “Estado Islâmico diz que atacará Londres, Roma e Washington

  1. Em agosto de 2014, o jornal Le Monde revelou que o presidente François Hollande tinha encomendado os serviços de inteligência franceses entrega clandestina de armas de guerra rebeldes “moderados” na Síria, que é contrário à Carta da Nações Unidas embargo de armas ea UE. Infelizmente, descobriu-se, de acordo com o semanário Le Canard Enchainté de 21 de Janeiro, de 2015, que a maioria das armas entregues pelos serviços franceses terminou, de uma forma ou de outra, nas mãos dos grupos jihadistas que acolhem hoje a onda de ataques que desestabilizaram França.
    A França esta colhendo o que semeou.

  2. AUTODETERMINAÇÃO E SOBERANIA DEVEM SER EXALTADAS

    O Brasil deve se fechar em defesa de sua gente quanto a esses conflitos, diante da indução midiática visivelmente em curso para que os países se posicionem sobre ações fratricidas de uns contra outros. Agindo assim, reduz a ira de um lado e não atrai ódios de guerra pra cá.

    A mídia massifica os horrores da França, ampliando a comoção do Brasil pela existência de alguns brasileiros entre as vítimas. Um massacre publicitário que se concentra nos efeitos, pouco se lixando ao fato de que as causas não têm ligações com o Brasil, senão num detalhe que encobrem: nos demais conflitos na Síria, no Iraque ou em outras partes do mundo também há brasileiros que sofrem. Mas não há mídia em cima.

    BBC BRASIL – Na reunião do G20 neste domingo (15/11), após a tradicional “foto de família” na qual aparece entre os colegas Barack Obama (EUA) e Vladimir Putin (Rússia), a presidente Dilma Rousseff​ repudiou, em discurso, os atentados de Paris, citando “urgência e importância” de ação conjunta contra o terrorismo. No campo econômico, disse que haverá risco caso os países respondam com subsídios internos à queda nos preços dos produtos primários. Pediu ainda que a Conferência do Clima de Paris, que começa neste mês, chegue a um acordo equilibrado, ambicioso e duradouro. #G20

    Ação contra que terrorismo e conjunta com quem? Alegações e ondas assim levaram o presidente François Hollande​ a atrair o terror no país. O Brasil não deve se meter em conflitos provocados por outros, estudem os precedentes para conhecer as consequências disso. Ou a ONU será ampliada como Dilma​ defendeu na última reunião do organismo, para debater mais amplamente a mediação de conflitos sem amplia-los disseminando para outros países? É preciso resposta a massacres além da França e dos EUA, como o de abril ocorrido numa universidade do Quênia, com 148 mortos, sem show midiático, comoção, repúdio, estarrecimento. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=792154647559791&set=a.123498584425404.23007.100002957893168&type=3&pnref=story

    Basta de insanidade e sensacionalismo da TV Globo, qualquer telespectador atento percebe que há direcionamento na difusão dessas ocorrências na França, enquanto rolam em outras partes do mundo ou aqui episódios igualmente covardes e condenáveis, sem maior cobertura. E há setores do governo Dilma Rousseff brincando com o terrorismo. Os satélites repetidores das Organizações Globo (rádios, revistas e jornais) cumprem deprimente papel, repercutindo conceitos e conclusões questionáveis sem bom níveis de questionamentos, não podemos permitir que nosso país caia nessas ondas, sob pena de colhermos no futuro os malefícios das guerras.

    Outras emissoras noticiam também, mas não direcionam em torno da tática de dominação que se resume a fortalecer seus focos de guerra. É crucial analisar tudo com reservas, sobretudo em eventos sobre os quais o monopólio insiste com inserções, sem novidade. A apelação extrapolou, aí tem, é crucial que se analise tudo com o máximo cuidado porque a seletividade da mídia é concreta, a chacina ocorrida em Beirute na quinta-feita (12/11) foi outra tragédia de guerra que passou batida e pouco se comenta, enquanto aqui também enfrentamos talvez a maior de todas as guerras com a média de 150 assassinatos por dia este ano. Negando ensino de qualidade e através do extermínio “justificado” de jovens liquidam nosso país evitando que as gerações ascendam. http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/07/brasil-teve-em-media-143-assassinatos-por-dia-em-2014.html

    Stop! A mídia extrapola surfando nos episódios da França, cujo governo se enfiou em guerras sujas (como se houvessem as limpas) puxadas por outros no Iraque, na Líbia ou Síria. O governo brasileiro deve medir todos os cenários, para que o necessário gesto de solidariedade ao povo francês, covardemente atacado, ou a quaisquer outros povos, não se torne endosso às maluquices de quem os massacra diretamente ou por linhas transversas, às vezes os próprios governos. http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/guerra-na-siria-ja-deixou-240-mil-mortos-entre-eles-12-mil-criancas.html

    O imediatismo da mídia é negócio e poder, como se movem os grupos econômicos e as cúpulas dirigentes em nosso país. Enquanto focam nas barbáries de outros, a lama segue sua viagem fazendo estragos por onde passa. É o imediato que também faz novas vítimas em frações segundos deixamos de mostrar, assim como a média de 150 assassinatos diários considerados normais. Há guerra por aqui, devemos encarar esta e evitar outras, pelo menos enquanto é tempo.

    Numa bombástica entrevista coletiva a jornalistas norte-americanos, o presidente russo Vladimir Putin responsabilizou o governo dos EUA por “políticas errôneas” que minam confiança e conduzem à crises. A França paga seu preço pelo apoio ao intervencionismo norte-americano, o governo Dilma Rousseff não deve seguir o mau exemplo de François Hollande, antes e sempre siga primando pela autodeterminação dos povos e em defesa de nossa soberania. Não defendo o Estado Islâmico, longe disso, mas estimulem nosso país a aderir ao que não deve pra ver o que acontece (caso entre). http://www.facebook.com/200699703303905/videos/1079958858711314/?pnref=story

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