Flávio Bolsonaro alega que os depósitos foram dinheiro de venda de apartamento

Resultado de imagem para flavio bolsonaro

Ficou faltando Flávio mostrar os documentos do apartamento

Silvia Amorim
O Globo

Ao falar pela primeira vez sobre as movimentações financeiras atípicas identificadas em suas contas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ), o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse que o dinheiro dos depósitos fracionados feitos em 2017 é proveniente da venda de um apartamento na Zona Sul do Rio. A explicação foi dada por ele em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, da TV Record, na noite deste domingo.

– Tentam de uma forma muito baixa insinuar que a origem desse dinheiro tem a ver com um ex-assessor meu ou terceiros. Não tem. Explico mais uma vez. Sou empresário, o que ganho na minha empresa é muito mais do que como deputado.  Não vivo só do salário de deputado – afirmou Flávio.

FINANCIAMENTO – Ele também disse que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federal, também relatado pelo Coaf, se refere à compra deste mesmo imóvel. Ele diz que fez um financiamento no banco público ao comprar o apartamento.

Na sexta-feira, reportagem do “Jornal Nacional”, da TV Globo, mostrou que o Coaf encontrou 48 depósitos no valor de R$ 2 mil entre junho e julho de 2017 nas contas bancárias de Flávio. O Coaf não identificou quem fez os depósitos, que totalizam R$ 96 mil. O fracionamento deles pode indicar intenção de impedir a identificação da origem dos recursos.

O JN também noticiou que consta no relatório do Coaf um pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário por Flávio à Caixa.

DEPÓSITOS FATIADOS – Na entrevista para a Record, o atual deputado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) disse que recebeu parte do pagamento da venda do imóvel em dinheiro e que fez os depósitos fracionados, que somam R$ 96 mil, no caixa eletrônico da Alerj por ser o local onde ele trabalhava. Segundo disse na entrevista, R$ 2 mil é o limite aceito no caixa eletrônico.

Em sua declaração de bens feita à Justiça Eleitoral em 2016, quando disputou a prefeitura do Rio, Flavio declarou ter metade de um imóvel em Laranjeiras, Zona Sul, orçado em R$ 423 mil, e metade de um apartamento na Barra da Tijuca, de R$ 851 mil. Na declaração das últimas eleições, ele cita apenas o apartamento da Barra.

Neste domingo, a coluna de Lauro Jardim no GLOBO trouxe mais uma informação sobre o caso . O ex-assessor e ex-motorista de Flávio, Fabrício Queiroz, movimentou R$ 7 milhões em três anos. Até então, o que se sabia era que Queiroz havia movimentado R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

PAI É O ALVO – Flávio negou ter recorrido à prática de reter parte do salário de funcionários de gabinete na Alerj. “No meu gabinete não. Se eu soubesse de alguém que estivesse cometendo isso, era o primeiro a denunciar a mandar prender porque quem me conhece sabe que não tem sacanagem comigo. Em alguns períodos no meu gabinete cargos ficaram vagos. Se eu tivesse o intuito de ganhar dinheiro com isso eu ia deixar cargo vago?” – disse.

Flávio também disse que a demora no posicionamento do seu ex-assessor Fabrício Queiroz é a principal responsável por gerar a situação.

PEDIDO AO STF – Ainda durante a entrevista, o senador eleito negou que tenha feito um pedido ao Supremo na quinta-feira para requisitar foro privilegiado. Segundo ele, foi apenas uma consulta sobre onde deveria ser analisado seu caso.

Em outra entrevista na noite deste domingo, desta vez à RedeTV!, Flavio sugeriu que as investigações contra ele têm o objetivo de atingir seu pai. O deputado chegou a dizer que está sendo vítima de uma “arapuca”.

— Deixou de ser uma investigação para virar perseguição e atingir o presidente da República — disse.

ACUSAÇÃO AO MP – Flávio reclamou de falta de isenção do Ministério Público e disse estar sendo tratado diferentemente dos demais investigados. Ele disse ter visto na internet, embora não saiba se é verdade, fotos de promotores do Rio com camisetas de protesto contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Não sei se é verdade mas são evidências. Não estou fugindo, mas por que não dar tratamento igual para todo mundo” — afirmou.

O filho do presidente Jair Bolsonaro passou o domingo em São Paulo. A agenda na capital paulista foi mantida em sigilo. No sábado, Flávio passou a manhã reunido com o pai no Palácio da Alvorada . O encontro aconteceu no dia seguinte à divulgação pela imprensa de que recebeu depósitos fracionados em sua conta corrente.

A movimentação identificada pelo Coaf foi encaminhada ao Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, que apura suspeita de recebimento por parlamentares da Alerj de parte do salário dos funcionários de gabinete de Flávio.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Apenas uma consulta ao Supremo? Essa foi boa… Na verdade, Flávio não somente pediu o foro privilegiado, mas também agiu como advogado de Queiroz, ao solicitar a nulidade das provas, sonho de qualquer réu encalacrado. A venda do apartamento é fácil de ser provada, basta mostrar os documentos. Por que não exibiu?  A perseguição movida a seu pai pelo Ministério Público é outro delírio. Bolsonaro pai só aparece na investigação por causa do estranho cheque da primeira-dama. E o resto é silêncio, como diria Érico Veríssimo. (C.N.)

39 thoughts on “Flávio Bolsonaro alega que os depósitos foram dinheiro de venda de apartamento

  1. Quando o Ministro Marco Aurelio analisar o requerimento do Flavio Bolsonaro, aí saberemos se foi uma reclamação e consulta ou pedido de foro privilegiado. Não tem mistério nisso aí e ele não tem por que mentir. Isto pode ser facilmente comprovado. A imprensa do mecanismo ficou com cara de bunda.

  2. Se Flávio fez caca, que pague pelo crime. Mas o mais engraçado que aqui na TI está cheio de profissionais liberais (MÉDICOS, ADVOGADOS etc..) se fazendo de paladinos da moral e da anti-corrupção diante desse caso do Queiroz/Flávio e eu DUVIDO que muitos desses emitam notas fiscais regularmente aos seus clientes sem que estes peçam expressamente! DUVIDEODÓ! Sonegação fiscal é um dos piores crimes, amiguinhos. Botem a mãozinha na consciência… Imaginem o fisco dando um pulinho aí pra investigar. ..

  3. A notícia da movimentação de 7 milhoes pelo Queiroz foi dada pelo jornalista Lauro Jardim na sua coluna. Ele não apresentou prova alguma, só disse que apurou com as fontes dele. Muito suspeito esse valor porque Flávio Bolsonaro tinha 7 assessores e os salários deles não chegam nem perto. É só fazer as contas.

  4. Os Bolsominions acreditaram na história dos 48 depósitos no caixa eletrônico por não ter tempo de ir ao banco.
    É por isso que são chamados de Bolsominions .
    Daqui pra frente vai piorar de vez , a situação de Jair Bolsonaro.
    Vai ter escândalo de corrupção todos os dias.
    Hoje este corrupto jamais seria eleito presidente.
    Brasil rumo ao precipício.

    • Será que não seria eleito, ou teria mais votos ainda ? Vc já esqueceu a constatação do ex-PGR segundo o qual ” o Brasil é um país extremamente corrupto”, no qual quanto mais se reza e se ora mais corruptos aparecem, a cada nova hora ?

  5. “A compra e venda do apartamento é fácil de ser provada, basta mostrar os documentos.” Isso me lembra alguma coisa. Vc já se esqueceu de que, depois do golpe, para os golpistas, no Brasil, documento de compra e venda de apartamento não vale mais nada, a partir do Moro, basta o palpite do promotor e do juiz, e o cabra está lascado, desde que seja pobre, preto, prostituta, petista, ou comunista, é claro.

  6. Taí algo para a Imprensa do Mecanismo, da qual a Tribuna da Internet faz parte, investigar. Cadê a lista das empresas perdoadas ???

    Temer perdoou R$ 47,4 bi de dívidas de empresas, maior anistia em 10 anos
    Débitos tributários. Valor só perde para Refis da crise feito por Lula no fim de 2008 que anistiou R$ 60,8 bi, mas daquela vez firmas sofriam impacto brutal da crise financeira global; governo é contra concessão de novos programas
    0

    Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo

    21 Janeiro 2019 | 05h00

    BRASÍLIA – O último grande Refis, concedido pelo governo federal durante a gestão do ex-presidente Michel Temer, perdoou R$ 47,4 bilhões em dívidas de 131 mil contribuintes, de acordo com o balanço final do programa de parcelamento de débitos tributários, obtido pelo ‘Estadão/Broadcast’. O restante – R$ 59,5 bilhões, ou pouco mais da metade da dívida original – foi parcelado em até 175 prestações.

    Os parcelamentos especiais permitem que empresas refinanciem dívidas com descontos sobre juros, multas e encargos. Em troca, o governo recebe uma parcela da dívida adiantada, mas abre mão de uma parcela do que ganharia com juros e multas.

    Valor anistiado por Temer só perde para Refis da crise, feito por Lula no fim de 2008, que anistiou R$ 60,8 bi

    Parlamentares, muitos deles inclusive com dívidas com o Fisco, fizeram ao longo de 2017 forte pressão sobre o governo Temer para melhorar as condições do Refis, lançado em janeiro e que acabou virando lei só em outubro do mesmo ano. Em meio às investidas, o governo cedeu de olho num futuro apoio à reforma da Previdência – que acabou sendo engavetada. Os descontos chegaram a até 70% em multas e 90% em juros.

    Com os abatimentos, a renúncia do Refis do ano passado – oficialmente chamado de Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) – só foi menor que o perdão de R$ 60,9 bilhões do Refis da Crise, lançado no fim de 2008, depois que as empresas brasileiras foram atingidas pelo impacto da crise financeira internacional.

    Os dados oficiais já estão nas mãos do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, que disse contar com aumento da arrecadação com a certeza dos contribuintes de que na gestão do ministro da Economia, Paulo Guedes, não haverá mais programas de parcelamento de débitos tributários. Cintra é contrário aos parcelamentos especiais e está à frente da elaboração de um programa de combate ao devedor contumaz. Para ele, os Refis têm sido usados como artifício protelatório por devedores viciados nesse tipo de programa.

    “A principal mensagem e missão frente à Receita é fazer todos pagarem, pois assim os atuais contribuintes pagarão menos, e a pressão fiscal poderá diminuir”, diz Cintra ao Estadão/Broadcast. “Em princípio, defendo a proibição de novos programas de parcelamentos incentivados”, acrescenta.

    Acomodação. Os dados entregues a Cintra apontam que a concessão reiterada de parcelamentos “criou acomodação nos contribuintes, que não se preocupam mais em liquidar suas dívidas”. No balanço final dos parcelamentos, o Fisco identificou que um grupo importante de contribuintes participou de três ou mais modalidades de Refis, o que para a Receita caracteriza utilização contumaz desse tipo de parcelamento. A Receita avalia que há uma clara estratégia dos devedores em ficarem “rolando” a dívida.

    O raio-X dos últimos grandes Refis revelou que os contribuintes que aderiram a três parcelamentos ou mais detêm uma dívida superior a R$ 160 bilhões. Desse valor, quase 70% são de empresas que têm faturamento anual superior a R$ 150 milhões e estão sujeitas a acompanhamento diferenciado pelo Fisco.

    A metade dos contribuintes, historicamente, após a adesão se torna inadimplente, seja das obrigações correntes com o pagamento dos impostos seja das parcelas do programa. O calote leva à exclusão do programa e o contribuinte e o fim dos benefícios.

    A justificativa do Congresso para tentar ampliar os descontos do último programa era sempre dar condições aos empresários afetados pela crise para regularizar a situação, voltar a ter capacidade de investir e poder pagar suas obrigações em dia. Mas, segundo os dados da Receita, as empresas optantes dos programas apresentaram crescimento de lucros nos anos de parcelamento e queda no período anterior, em movimento contrário ou de maior proporção ao das companhias que não fizeram a adesão ao programa.

    Além de fechar as brechas para novos Refis, o novo governo quer simplificar a legislação e eliminar os pontos de conflito que geram disputas judiciais com os contribuintes.

    • O militarismo polítiqueiro, aquele desviado da Constituição e embarcado na politicalha velhaca, que já fez muita merda em 1964, desta vez embarcou na canoa mais furada da sua história ao que parece, voltou ao local do crime, vai ser apanhado e obrigado a pagar inclusive por todos os crimes cometidos no passado, ainda impunes, protegidos por uma tal lei de anistia de araque. É o que vai acabar acontecendo, caso não pulem fora logo da canoa furada em que embarcaram, como bucha de canhão dos Bolsonaro.

  7. Quanto mais fala, mais Flávio se complica.

    E é bom que seja assim mesmo. Afinal não queremos que as mesmas desonestidades da quadrilha lulopetista continuem.

    Votamos em Bolsonaro, mas não temos bandidos de estimação.

    Vamos questionar tudo!

  8. Não entendo por que esse assunto ainda rende manchete, eu e todas as pedras do caminho sabem o que ocorreu. Errado, crime, sim, mas pratica corriqueira dos puliticus que temos no bordel, deve ser punido sim com a mesma severidade que se aplicou ao mula, sendo assim vamos parar de procurar pelo em ovo e deixar o governo fazer alguma cagada pra realmente criticar, não existe virgem em casa de tolerância só menos rodada.
    E as penas de aluguel do plantão, que querem manter uma agenda de escândalos semanais tal qual na era negra do pt pmdb sejam mais inteligentes se é que é possível, oposição por oposição, só da razão a situação.

  9. “Lava Jato: dinheiro do BNDES no bolso de Lula”

    A lista dos financiamentos do BNDES no exterior, divulgada sexta-feira (18), dá sentido às relações promíscuas do ex-presidente Lula com a Odebrecht, que ele beneficiou com 80% das obras em ditaduras latino-americanas e africanas. Integrantes da Lava Jato acham que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula. Emílio Odebrecht, controlador da empreiteira, confessou até mesmo que havia uma “conta corrente” de R$300 milhões para o ex-presidente presidiário gastar como quisesse.

    Fonte: Site Claudio Humberto

  10. O essencial da manhã: Revelações do caso Queiroz-Bolsonaro elevam tensão no Planalto
    O caso das movimentações suspeitas do senador eleito Flávio Bolsonaro e do seu ex-assessor Fabrício Queiroz ganhou força no final de semana

    O Globo
    21/01/2019 – 08:17 / Atualizado em 21/01/2019 – 08:39

    Flávio Bolsonaro, pressionado a explicar movimentações em suas contas e nas do assessor Fabrício Queiroz

    RIO — Começamos a semana com as novas revelações sobre as movimentações do senador eleito Flávio Bolsonaro e do seu ex-assessor Fabrício Queiroz/

    Novas revelações sobre movimentação financeira de Flávio Bolsonaro e ex-assessor causam tensão no Planalto

    O caso das movimentações suspeitas do senador eleito Flávio Bolsonaro e do seu ex-assessor Fabrício Queiroz ganhou força no final de semana. O colunista do GLOBO Lauro Jardim revelou que a movimentação de Queiroz de 2014 a 2017 foi de R$ 7 milhões , muito mais do que o R$ 1,2 milhão em um ano que se sabia até então. O noticiário dos últimos dias elevou a tensão no Palácio do Planalto.

    Por que isso importa: Assessores do presidente temem que Flávio Bolsonaro não consiga explicar as movimentações e que o caso acabe por respingar em Jair Bolsonaro, que se elegeu com forte discurso contra a corrupção. Auxiliares já revelaram que foram pegos de surpresa e que a extensão do problema ainda é desconhecida. O caso gerou uma série de críticas no território que impulsionou a família Bolsonaro eleitoralmente: as redes sociais.

    O que diz Flávio Bolsonaro: O filho do presidente deu ontem à noite entrevistas para tentar explicar o caso. Na sexta-feira, o Jornal Nacional revelou que ele recebeu em sua conta R$ 96 mil em um mês , em 48 depósitos de R$ 2 mil cada um, uma tática normalmente usada para tentar driblar a fiscalização. O senador eleito afirmou que o dinheiro veio da venda de um apartamento .

    Os colunistas Bernardo Mello Franco e Dorrit Harazim também analisam o assunto

    O que dirá Bolsonaro em sua estreia internacional

    Em meio à crescente turbulência, o presidente Jair Bolsonaro viajou na noite de domingo para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial, que todos os anos reúne a elite econômica e política global. Em sua estreia internacional, Bolsonaro afirmará que a “refundação da economia brasileira” em bases liberais é um compromisso do seu governo.

    Por que isso é importante: com a ausência de líderes como Donald Trump, Bolsonaro discursará na terça, primeiro dia do fórum, um sinal de prestígio . Investidores esperam garantias de abertura comercial e reforma da Previdência.

    Saiba mais: dez anos depois da crise financeira de 2008, os executivos que frequentam Davos recuperaram seus ganhos e estão mais ricos .

  11. MP RJ de bandeira vermelha e viés pró dilma estocadora de ventos

    Por que, antes da Lava-Jato, ninguém desconfiou das gigantescas movimentações financeiras dos senhores Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa, ou dos governadores Cabral e Pezão, dentre tantos outros menos ou mais votados. Seriam eles gênios do mal? Absolutamente não. Hoje todos sabemos que as movimentações foram absurdamente grandes, gigantescas e se deram em plena luz do dia (ou na calada do sistema financeiro que se pretende fiscalizável pela Receita Federal e pelo agora famoso COAF…

    A resposta é simples e objetiva. A máquina pública corrupta estruturou, faz parte e/ou comanda o Crime Organizado. Sem a colaboração direta dos servidores estatais, o Crime não se organiza. O famoso “Mecanismo” é composto por pessoas, com poderes institucionais (políticos, econômicos legislativos, judiciais ou militares) que operam um sistema baseado no regramento excessivo, para perseguir, punir ou até perdoar, se for o caso – ou o interesse. Manda quem pode; obedece quem não tem outro jeito; Entra pelo cano quem não consegue pagar a mais cara e melhor banca de advocacia entrosada com o “Mecanismo”.

  12. Muito além do Flávio Bolsonaro

    Vazamentos de sigilos bancários de parlamentares e seus assessores não devem ter uma motivação legal apenas…

    Veja a lista completa dos deputados estaduais do RJ cujos assessores movimentaram altas somas de dinheiro:

    André Ceciliano (PT) R$49,3 Milhões
    Paulo Ramos (PDT) R$30,3 Milhões
    Márcio Pacheco (PSC) R$25,3 Milhões
    Luiz Martins (PDT) R$18,5 Milhões
    Dr. Deodalto (DEM) R$16,3 Milhões
    Carlos Minc (PSB) R$16,0 Milhões
    Coronel Jairo (PSC) R$10,2 Milhões
    Marcos Müller (PHS) R$7,8 Milhões
    Luiz Paulo (PSDB) R$7,1 Milhões
    Tio Carlos (SD) R$4,3 Milhões
    Pedro Augusto (MDB) R$4,1 Milhões
    Átila Nunes (MDB) R$2,2 Milhões
    Iranildo Campos (SD) R$2,2 Milhões
    Márcia Jeovani (DEM) R$2,1 Milhões
    Jorge Picciani (MDB) R$1,8 Milhões
    Eliomar Coelho (PSOL) R$1,7 Milhões
    Flávio Bolsonaro (PSL) R$1,2 Milhões
    Waldeck Carneiro (PT) R$0,7 Milhões
    Benedito Alves (PRB) R$ 0,5 Milhões
    Marcos Abrahão (Avante) R$0,3 Milhões

    A mídia extremista só deu destaque ao caso do motorista de Flávio Bolsonaro

  13. Fla X Flu (Alcione)

    “Abri Meu Domingo numa cerva lá no bar do Edú
    Tira gosto de moela pra lembrar da minha dor
    Eu pensava na Guiomar para ser o meu meia amador
    Nosso amor era um Maracanã em dia de Fla X Flu
    Pra começar me dava bola o tempo todo sem parar
    Me deixava louco para cruzar
    toma lá dá cá
    Matava no peito, descia pra coxa, tocava no meio voleio e gol
    O jogo só podia empatar
    Pois é

    Tava muito mais para urubu do que pra pó de arroz
    Tava 2X2, mas no final você me atrasou
    Convocando a linha burra
    Me parou, me derrubou
    Foi dizendo que a “Guiõ”
    Comigo sempre pichotou
    Ai eu ti fiz de juiz, apontei teu nariz e xinguei tua mãe
    O coro da turma da geral atenta repetiu
    Te peguei de primeira te dando rasteira
    Rachei só pra dividir
    A galera gritou Uf!
    É foi só porrada, foi só garrafada
    A arquibancada ficou à Bangu
    Acabei em cana num Fla X Flu
    Pois é …”

  14. Que Flavio Bolsonaro possa ser culpado eu não duvido, mas isto será a justiça é que vai decidir.

    Já, uma coisa é inegável e que jamais devemos esqucer, do FATO CONCRETÍSSIMO, que a boa e velha esquerdinha pratica e até é obrigação fundamental dos crentes de sua religião política, que é o assassinato de reputação e até a eliminação física daqueles que não compartilham de suas “verdades”
    Enfim, vamos esperar o pronunciamento da justiça, que é a instituição oficial, mas jamais acreditar nessa mídia amestrada, que faz seu papel há décadas neste país de agência oficial dos partidos ligados ao “politicamente correto”, que é o novo disfarce de uma ideologia nefasta, que já arruinou meio mundo onde se instalou.

  15. Até Hoje o COAF não sabe quem está financiando os Advogados do Esfaqueador Adélio Bispo, contratados a peso de Ouro, que viajam de Jatinho para encontrá-lo. Vamos parar de enganar as Pessoas seus hipócritas!

  16. Falsa acusação de crime é crime também. Qual foi o crime cometido pelo filho do capitão? Compra e venda de apartamentos na zona sul são mais do que suficientes para cobrir os valores que a imprensa marrom insinuaram ser oriundos de corrupção. Cabe processinhos por calúnia e quebra do sigilo bancário. Os documentos devem ser mostrados quando solicitados pela justiça. Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazê-lo, a não ser quando a lei manda e não por capricho de uma gilete press.

    • ERRATA: Onde estão escritos “insinuaram” e “cabe”, leia-se “insinuou” e “cabem”.

      PS: A notória revista época perdeu o processo que o caseiro lhe moveu, por quebra de seu sigilo bancário.

  17. Que tal a COAF investigar também as movimentações financeiras de vários profissionais liberais que estão “escandalizados” com o caso Queiroz /Flávio, mas jamais emitem suas notas fiscais a contento??? SÓ se o cliente pedir! Aposto que aqui na TI deve ter um monte… Cuidado com o fisco…

  18. ……”Os colunistas Bernardo Mello Franco e Dorrit Harazim também analisam o assunto”.
    Analisam..!!!!?????
    Ahahahahaha…só rindo!
    Dois bestas….
    Ednei Freitas as 09:36….
    Descarte ambos.
    E especialmente Mello Franco.
    Mello Franco é aquel e “jornalista” que na campanha e no Roda Viva pagou aquele vexame monumental dentre outros ao dizer ao Bolsonaro então candidato, que “Jesus foi um refugiado politico”…. Nos poupe!
    Bernardo Mello é um zero à esquerda!
    Dorrit idem.
    Aliás são poucos os jornalistas que se aproveita algo hoje.

  19. “Trabalhemos” pois para, nesta oportunidade, forçar a igualdade dos desiguais.

    Claaaaaaaarooooooo que é tudo mentira do Senador eleito!

    Ele é da “extrema direita reacionária antisocialista”!

    Ele destila ódio contra o pêtê, que tem orgulho dos seu grandes heróis Celso Daniel, exempli gratia: O martir pêtêtista que foi, lamentavelmente, vitimado num ataque “latrocida”.

    Agora nós, daqui da tribuna, entendemos e concluimos que o verdadeiro dono dos triplex, sítio e torre de celular da ôi em Atibaia é: Só pode ser o Senador Queiróz, porra. Com esse milhão fatiado em fatias, ele, ardilosamente, comprou estes imóveis, simulou a compra do apê no Rio e jogou toda a culpa no dotô Analfa de pai, mãe e parteira: O ‘the god’ do pêtê.
    È por tudo isso que ‘jamais’, eu disse, ‘jamais’ qualquer prova foi encontra no nome do brahma, segundo ele próprio.
    Agora que tudo foi esclarecido, por explicações “aplausíveis” na nota da redação, pode-se dizer:
    Vade retro, ‘Cherloqui Roumis’!

Deixe uma resposta para Eliel Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *