Grupo de manifestantes levou pizza para a frente do Supremo

Som da corneta dos manifestantes pode ser ouvido de dentro do plenário - André Dusek/Estadão

Erich Decat e Ricardo Brito
(Agência Estado)

Com faixas de dizeres irônicos, fantasiados de Barack Obama e embalados pelo som de uma vuvuzela, manifestantes se reuniram em frente ao Supremo Tribunal Federal, enquanto dentro do plenário o ministro Celso de Mello discorria sobre o seu entendimento a respeito da aceitação dos embargos infringentes, que ocasionará um novo julgamento para 12 dos 25 condenados no processo do mensalão. O som da corneta dos manifestantes podia ser ouvido de dentro do plenário. No lado de fora, Francisco Tabajara carrega uma faixa com os dizeres: “STF me prenda. Só roubei uma galinha”.

Ao lado de Tabajara alguns manifestantes colocaram um gradeado com as imagens do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoino em trajes de presidiários. Os dois, réus no processo do mensalão, foram beneficiados com a decisão de Celso de Mello, aceitando o novo julgamento.

Vestido com uma faixa de presidente, terno e gravata, José “Obama”, que se assemelha fisicamente ao presidente norte-americano, Barack Obama, carregava uma bandeja com vários pedaços de pizzas. “Hoje tudo é pizza”, diz José. E até parece que já sabiam o resultado do foto.

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5 thoughts on “Grupo de manifestantes levou pizza para a frente do Supremo

  1. Essa “multidão” que quer ver “sangue” dos inocentes, não vai a casa do juiz Nicolau que, desviou 3 vezes mais que o mensalão dos partidos PTB, PP, PMDB. PT, Nicolau apos 156 telefonemas para Fernando Henrique conseguiu desviar a metade do que foi desaviado no mensalão mineiro, e esse pessoal não vai protestar nem na sede do PSDB, o Juiz Nicoulau desviou 10% do que foi desviado por Mario Covas, Alckmin e Serra, e ninguem vai la protestar no Metro paulista, para recuperar os bilhoes desviados pela cupula do PSDB. Juiz Nicolau desviou uma pequena parte do que foi “desaparecido” com as privatizações do Fernando Henrique, e ninguem foi protestar nos seus apartamentos em Miami e em Paris, muito menos em seu apartamento em Higienopolis nem em suas fazendas em Minas Gerais

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