Haddad, o candidato vampiro, tenta sugar Lula até a última gota

Carlos Newton

Estacionado nas pesquisas em último lugar, como o poste político que realmente é, Fernando Haddad agora demonstra ser uma pessoa desprezível. Deu entrevista para anunciar que o ex-presidente Lula deu autorização para que sua campanha elabore um cronograma de atividades para que os dois apareçam juntos já esta semana.

“A partir do dia 15 ele tem autorização dos médicos para participar das atividades”, afirmou o pré-candidato do PT a prefeito de São Paulo. Questionado pelos repórteres se a dedicação de Lula seria exclusiva a sua candidatura, respondeu: “Lula é meu e do Brasil”.

Se realmente fosse amigo de Lula e quisesse o bem dele, o mínimo que Haddad deveria fazer era desistir da candidatura fracassada e poupar o ex-presidente desse constrangimento. Quem esteve na recente cerimônia de homenagem a Lula no Rio, viu que o ex-presidente não tem a menor condição física de se meter em campanha política. Insistir nisso é uma perversidade, a família Lula da Silva deveria intervir, de forma decidida, para preservar a saúde dele, não há dúvida.

Já estavam previstos dois eventos em que Lula estará ao lado de Haddad: a entrega de uma premiação na Câmara Municipal no dia 21 e o encontro em que o PT paulistano deve referendar a candidatura de Haddad em 2 de junho.

Mas o pré-candidato petista quer mais, insiste em forçar Lula a participar mais ativamente da campanha, não demonstra a menor preocupação com a saúde dele. Age como uma espécie de vampiro, disposto a sugar as energias de Lula até a última gota.

Como ensina o ditado popular, com amigos como Fernando Haddad, o ex-presidente nem precisa ter inimigos.

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