Heidegger e o projeto Brasil: “Só um Deus nos poderá salvar”

01Leonardo Boff
O Tempo

A adoção pela administração Dilma Rousseff de um ajuste fiscal e econômico de claro viés neoliberal, que o alinha aos interesses das grandes corporações multinacionais, aos rentistas nacionais, aos fundos de pensão, aos bancos privados e a outros entes financeiros, instaura uma inflexão perigosa para o futuro político de nosso país.

A alternativa que se impunha, tendo apoiadores de ambos os lados, era: ou continuamos com a vontade de reinventar o Brasil, com um projeto sobre bases novas, sustentado por nossa cultura, nossas riquezas naturais, ou nos submetemos à lógica imperial que nos quer como sócios incorporados e subalternos, numa espécie de recolonização, obrigando-nos a ser apenas fornecedores dos produtos in natura que eles não possuem e de que precisam urgentemente.

O primeiro realizaria o sonho maior dos que pensaram um Brasil verdadeiramente independente. O segundo se rende resignadamente ao mais forte, aceitando a lógica hegeliana do senhor e do servo, mas que confere imensas vantagens às classes tradicionalmente beneficiadas e que deram as costas às grandes maiorias, entregues a sua própria pobreza e miséria.

Até agora predominou a segunda alternativa. Com a vitória democrática dos que vinham de baixo, do PT e aliados, se poderia esperar a retomada do sonho de outro Brasil com as transformações que estariam implícitas: reformas política, tributária, agrária, urbana e ambientalista. Mas nada disso aconteceu.

DISTRIBUIÇÃO DE RENDA

Houve, é verdade, e importa reconhecê-lo, uma política de distribuição de renda, o aumento dos salários, as políticas sociais que diretamente beneficiaram 36 milhões de pessoas que estavam à margem. Mas um projeto de desenvolvimento feito na base do consumo, e não da produção, tinha que alcançar seus limites e, por fim, se esgotar. Foi o que, infelizmente, ocorreu. Em todo o caso, a história, que não é linear nem costuma se repetir, não deu o salto necessário para o novo e o inaudito viáveis.

Agora, estamos atolados numa megacrise que alguns acreditam ser a maior de nossa história, perplexos e com soluções que dificilmente garantem um futuro bom para a maioria dos brasileiros. Será que seremos, novamente, obrigados a repetir o que não deu certo no passado e que agora se mostra não dar certo nem mesmo nos países que gestaram o atual sistema de produção, distribuição e consumo, com sua relação depredadora da natureza? O paradigma da modernidade se esgotou.

CONSELHO DE KEYNES

Há um temor bastante generalizado que consiste no fato de que sejamos forçados a seguir o estranho conselho dado pelo tão louvado Lord Keynes para sair da grande depressão dos anos 30 do século passado: “Durante, pelo menos, cem anos, devemos simular diante de nós mesmos e diante de cada um que o belo é sujo e o sujo é belo, porque o sujo é útil, e o belo não o é. (…) Depois virá o retorno a alguns dos princípios mais seguros e certos da religião e da virtude tradicional: que a avareza é um vício, que a exação da usura é um crime e que o amor ao dinheiro é detestável”.

Algo parecido pensam os responsáveis pela crise de 2008, pois continuam propalando que a avareza é boa. Para quem? Não para os milhões de famintos, desempregados e marginalizados ou excluídos do atual sistema.

Creio que cabe a frase de Martin Heidegger publicada post-mortem com referência ao destino de nossa civilização, que esqueceu o ser (o fundamento último que confere sentido às coisas) e se perdeu nos entes (o sentido imediato e consumível): “Somente um Deus nos poderá salvar”.

16 thoughts on “Heidegger e o projeto Brasil: “Só um Deus nos poderá salvar”

  1. Uau, essa droga é pesada, hein! Que viajandão!!!!
    Mas acho que o efeito está prestes a acabar. Mas como toda droga, deixa sequelas irreversíveis no cérebro dos viciados. Probres doentes. 🙁

  2. Puxa vida! Ouvir esta ladainha novamente!
    ” Houve, é verdade, e importa reconhecê-lo, uma política de distribuição de renda, o aumento dos salários, as políticas sociais que diretamente beneficiaram 36 milhões de pessoas que estavam à margem. Mas um projeto de desenvolvimento feito na base do consumo, e não da produção, tinha que alcançar seus limites e, por fim, se esgotar. Foi o que, infelizmente, ocorreu. Em todo o caso, a história, que não é linear nem costuma se repetir, não deu o salto necessário para o novo e o inaudito viáveis.”. Política de distribuição de renda? Onde: Estará considerando a originada na corrupção e que distribuiu renda aos ricos, políticos safados e das lideranças do PT? Política sociais que beneficiaram 36 milhões? Pois que identifique os 36 milhões por classes. Incentivaram o consumo de veículos, de equipamentos brancos e outras coisinhas mais. E isto feito ao longo de 13 anos.
    Agora está indo tudo para o buraco.
    O que fazer? Que expulse os corruptos que o destruíram? Esperar que o PT se reconstrua? Que os neoliberais deixem de fazer parte da aliança? Que O PMDB crie vergonha na cara?
    Puxa, que textinho com coisinhas mais sem vergonha!

  3. “Mas um projeto de desenvolvimento feito na base do consumo, e não da produção, tinha que alcançar seus limites e, por fim, se esgotar.”
    Curiosamente este senhor apoiou até a semana passada este projeto…

  4. Não há como negar, houve sim distribuição de renda, essa cambada de ladrões nos roubaram via RF e depois redistribuíram tudo entre os camaradas, o sobrou algum deram para os desvalidos nas compras de votos para reelegerem a Rainha de Copas e outros obscuros “candidatos” como o Rui Costa PT Bahia.
    O Leonardo Boff, está certíssimo, houve também uma redistribuição do ônus dos roubos com os COITADINHOS que trabalham por cinco meses para pagar essa escorchante carga tributária, a patota do PT e aliados distribuíram também a miséria e agora o desemprego.
    O Leonardo Boff está corretíssimo!

  5. Mesmo pelo amor ao debate, não consigo entender que este site continue a replicar as opiniões de alguns comunistas incorrigíveis, tais como o Boff e o Santaiana .

    O Boff não sabe nada de economia. Sempre foi um conspirador, que tentou destruir a sociedade, instalando um comunismo. E se ele tivesse conseguido?

    E se as ideias de seus amigos cubanos tivessem sido implantadas no Brasil?

    Boff já foi desmascarado pela realidade, mas nunca vai enxergar.

    • Comentarista Antônio Médici

      O site é democrático, por esta razão ele persiste ao longo do tempo. Leonardo Boff é um teólogo de respeito e um filósofo da linha agostiniana.

      Pela sua ótica estranha, só podem postar artigos na TI, jornalistas como Percival Pugina, economistas como Delfin Netto, dentre outros menos votados?

      A crítica é válida, porém, a exclusão de pensadores de esquerda se configura numa ação autoritária, fascista. Por qual razão, um cidadão comunista não pode escrever na TI? Somente os de direita, os artigos contra o governo, os ataques a Dilma e Lula. O espaço da mídia deveria ser democrático, com críticas e também de elogios quando for o caso.

      Leonardo Boff foi perseguido apenas por ser um membro da Teologia da Libertação, agora vem você, e tenta calar a boca desse pensador católico, simplesmente incrível.

      No entanto, Antônio, sei que você não está sozinho. Alguns comentaristas, não estão preparados para o debate e para o contraditório. Quando suas teses são contrariadas, apelam para o xingamento e para as palavras de baixo calão. Isso além de feio, denota uma atitude antidemocrática. Esse agir, os coloca no mesmo diapasão daqueles, os quais estão criticando.

      Fico a pensar em minhas divagações, se fariam diferente, se por uma dessas curvas do destino, empalmassem as rédeas do PODER central. Pelas palavras virulentas, de ataques aos comunistas e aos que os confrontam, o exílio seria a porta para escapar de seus arroubos beligerantes, assim como fizeram os comunistas para fugir da polícia nazista. Recomendo então, o filme Casa Blanca para que possam entender o destino dos homens que pensam diferente.

      Alea jacta est

      • Em apartada antítese:

        Novamente, a referência ao mês de agosto em nada acrescenta ao debate e a figura transcendental ao Santo Agostinho.

        O cerne da questão, a meu juízo, seria a crítica do autor do artigo, Leonardo Boff ao modelo neoliberal implantado pelo segundo governo Dilma, a cargo do economista da Escola de Chicago, Joaquim Levy. Não há nada de anormal, um cidadão, um pensador, um poeta ou um empresário mudar a sua posição política.

        Homens de cultura ímpar, antes amantes das ideias de Plínio Salgado, depois se tornaram comunistas e outros comunistas se tornaram capitalistas ferrenhos.

        Prefiro debater sem subterfúgios, procurando evitar as ironias, que queimam a alma e de tanto tênue pode descambar para a galhofa. Nesse terreno perigoso, costumo não entrar.

      • Vacinarem por que? Só se for a vacina contra as crises do capitalismo, que são cíclicas e atingem pesadamente o povo pobre. Os ricos depositam em contas nos paraísos fiscais.

        Os dois Papas descritos não são tratadistas para serem citados, principalmente o de origem alemã.

        Custa a crer que você acreditou no vaticínio contra a Teologia da Libertação. É preciso libertar o povo trabalhador contra a escravidão dos tempos modernos, mais sofisticada do que a escravidão contra o povo negro.

        Sobre o Santo Agostinho, produzi um resumo, que você não verá na Internet nem nos http.

        RESUMO SOBRE A VIDA E A OBRA DE SANTO AGOSTINHO

        Santo Agostinho nasceu em 13 de novembro de 354, na África do Norte. Suas obras clássicas principais foram: “As Confissões” e a “Cidade de Deus”.
        Na adolescência, o Santo confessou que suas maiores tentações e seu mais grave pecado, eram as tentações da carne e a luxuria, aludindo ao “frenesi” da volúpia.

        Aos 19 anos, um fato mudou a vida do jovem: A morte de seu pai. Então, o Santo iniciou a leitura de “Hortensius”, escrita pelo poeta Cícero, texto perdido, que continha uma exaltação da filosofia. Passa a partir da leitura dessa obra, a estudar as Escrituras Sagradas.

        Agostinho viveu com uma mulher, a quem permaneceu fiel, embora fosse um homem devasso, quer dizer, “carne, sangue e orgulhosa podridão”. O Santo faz, então, a experiência da morte, após a perda do amigo a quem mais amava, compreendendo que aqueles que amam, queiram viver juntos, porque a “separação lhes parece pior do que a própria morte”.

        O filósofo da ordem dos Franciscanos diz: “Surpreendia-me em ver viver os outros mortais, pois estava morto aquele a quem eu amava como se jamais devesse morrer, e me surpreendia ainda mais em viver, ele morto, eu que era dele um outro eu”… “Não queria mais viver, reduzido à metade de mim mesmo”. O tempo, porém, é o grande terapeuta, e as horas não passam em vão sobre os nossos sentimentos.

        Doze anos após a leitura de “Hortensius”, Agostinho prolatava a conversão, quando na embocadura do rio Tigre, morre Mônica sua mãe, serva de Deus, aos 53 anos. O Santo tinha 33 anos.

        Agostinho sofre profundamente pela ruptura súbita do hábito tão doce e tão caro, de viver juntos, ferida muito próxima. Com a morte de Mônica, a mãe e o retorno à África, entregou-se a vida monástica e nessa ocasião escreveu “As Confissões”, um relato do abismo da consciência humana.

        O Santo fez a interrogação: O que é a vida na Terra, a não ser uma contínua tentação? Tentação da carne, que nos assalta mesmo nos sonhos, tal é seu poder sobre nós, do comer, do beber, com a qual Agostinho lutava diariamente.

        Sobre o tempo, o autor das Confissões diz que traz a vida e traz a morte e, para os cristãos, a imortalidade e a ressurreição dos corpos, assim, responde sobre o enigma do tempo. “Se ninguém me pergunta sei, se me perguntam, querendo que explique, não sei”. Sabe, no entanto, que se nada passasse, não haveria passado, se nada adviesse, não haveria futuro e, se nada fosse, não haveria presente.

        Ao voltar a sua cidade natal, Tagaste, vendeu as propriedades do pai e organizou uma comunidade monástica. Ao entrar na Igreja, três anos depois, aos 36 anos, foi aclamado pelos fiéis e ordenado padre. Aos 41 anos foi sagrado Bispo de Hipona, a segunda cidade mais importante da África.

        Santo Agostinho é contemporâneo da queda do Império Romano. Vândalos, Alanos e Visigodos sitiam a cidade de Hipona, incendiando-a e pilhando-a. O fim de Roma marca uma etapa do fim do mundo antigo. O Santo era Bispo da cidade e faleceu durante os quatorze meses do assédio dos inimigos do Império Romano contra a cidade.

        Sobre a “morte”, Agostinho escreve que da ressurreição da carne, os corpos terão para a eternidade a estatura que comportava em cada um o desenvolvimento natural da mocidade, desenvolvimento perfeito ou interrompido, e uma justa harmonia conservará a justa proporção de todos os membros.

        O Bispo de Hipona confessa ignorar o que farão todos na vida eterna, no paraíso com seus corpos espirituais, na carne que deixou de viver segundo a carne, para viver segundo o espírito, entretanto, diz, que a paz de Deus ultrapassa todo entendimento.

  6. Este bolivariano BOFF, começa se parecer com aqueles seres, que dizem, são os primeiros a abandonar o navio, em caso de naufrágio.
    Passou a enxergar defeitos, no até então, “imaculado” governo petista. Já começa a fazer críticas, embora com
    muito atraso, ao modelo empregado pelo PT.
    Dizer que 36 milhões saíram da miséria nestes 12 anos de domínio petista, é uma verdadeira sandice. O que
    realmente ocorreu, foi ter o governo assumido a responsabilidade pela sobrevivência destes miseráveis, liberando-os da necessidade de trabalhar.
    Ha muitos anos, em certas cidades, haviam placas, dizendo que não se devia dar esmolas, mas oportunidades, para que as pessoas crescessem pelo próprio esforço. O PT na ânsia de não sair mais do poder, atropelou o ensinamento. O resultado? Esta ai, a vista de todos.
    Se o pais não parar imediatamente esta doação irresponsável de dinheiro público, tanto para os nacionais e principalmente para as “nações amigas”, o caminho será indubitavelmente, o do “brejo”.
    Passar quase 13 anos elogiando e agora criticar, desperta alguma dúvida ou desconfiança. Sabia ele antecipadamente que a coisa não funcionaria e se calou por algum interesse, ou foi ingenuo ao ponto de
    achar que sindicalistas semi alfabetizados, poderiam implantar um socialismo no Brasil, como sempre sonhou a ordem dos jesuítas?

  7. Olha aí, ex-frei: vocês do pete falharam; vocês da igreja falharam. O Brasil hoje é um país com viés de baixa e o nosso futuro, sempre tão promissor quanto distante, jamais nos pareceu tão distante. O projeto petista era uma farsa, tanto que seguiram à risca, desde lula, a cartilha neo-liberal. Se o “Minha casa, minha vida” ainda está aí é apenas para mostrar que os ultimos governos estão mais para empreenteira de mão de obra do que para administradores de um país. Já vão tarde.

  8. Volto a frisar:
    Quando Leonardo Boff investe em comentar sobre política ele mostra o seu lado frágil que, apesar da inteligência e cultura, se deixa levar pela utopia de um governo socialista, e cuja intenção fracassou solenemente. Não sem antes defender algumas iniciativas levadas a efeito, no seu entender, como benfazejas e positivas em termos sociais e econômicos, então ratifica o seu erro de avaliação.
    Em primeiro lugar não sei de onde inventou a distribuição de renda!
    Achatamento da classe média, aumento de impostos, o cidadão endividado, definitivamente não corresponde à afirmação do ex-frei, um chavão usado de forma mentirosa pelo PT e simpatizantes;
    Quanto aos “aumentos dos salários”, é verdade que o salário mínimo cresceu mais que a inflação na administração petista, porém, providencialmente, Boff omite a imensa distância que separa o salário mínimo da real necessidade de um cidadão brasileiro viver com a dignidade merecida de um ser humano como deveria ser considerado pelo governo, e não como alguém de terceira ou quarta categoria!
    Ora, o Dieese apontava em 2013, que o correto seria o mínimo valer R$ 2.824.92 para um salário à época (2013) em R$ 678,00;
    Sobre a famigerada “política social” que beneficiou 36 milhões de pessoas diretamente, outra análise tendenciosa e criminosamente distorcida!
    O Bolsa Família JAMAIS foi política social, mas cooptação de votos à base de um assistencialismo condenável, haja vista a condenação desses milhões de indivíduos à miséria.
    Uma população inteira que vive de auxílio governamental sem qualquer contrapartida, seja em estudo, trabalho ou o necessário e inegociável Planejamento Familiar.
    Política social, a meu ver, não é sustentar milhões de pessoas, mas propiciar-lhes chances de crescimento pessoal, desenvolvimento familiar, dignidade obtida mediante esforços pessoais correlatos ao trabalho, ao aprendizado, a limitar o número de filhos face às dificuldades financeiras.
    Pois nada disso corresponde ao Bolsa Família, que simplesmente entrega uma sacola de alimentos e algum dinheiro ao inscrito no “programa”, e o ameaça de perder o benefício se votar em candidatos que não sejam do PT!
    Boff, nessas alturas mentiu tanto e tem consciência da sua falha grave, que conclui o seu artigo resgatando a frase do filósofo alemão Heidegger:
    “Só um Deus nos poderá salvar”.
    A título de informação e para que o pessoal da Tribuna entenda as razões pelas quais Boff cita Heidegger, o alemão inscreveu-se no partido nazista (NSDAP) em 1 de maio de 1933 (ano da chegada ao poder de Adolf Hitler), tendo posteriormente sido nomeado reitor da Universidade de Friburgo, pronunciando o discurso A Auto-afirmação da Universidade Alemã.
    Martin Heidegger teve como aluna a judia Hannah Arendt, que se tornou também uma importante filósofa do século XX, com quem se envolveu amorosamente.
    Heidegger considerava o seu método fenomenológico e hermenêutico. Ambos os conceitos referem a intenção de dirigir a atenção (a circunvisão) para o trazer à luz daquilo que na maior parte das vezes se oculta naquilo que se mostra, mas que é precisamente o que se manifesta nisso que se mostra. Assim, o trabalho hermenêutico visa a interpretar o que se mostra pondo a lume isso que se manifesta aí mas que, no início e na maioria das vezes, não se deixa ver (Wikipédia).
    Entenderam?
    O PT sempre ocultou naquilo que se mostrava as suas reais intenções criminosas com o povo e País, mas que era exatamente nisso que se mostrava o seu lado oculto, sempre evidenciando a corrupção, o roubo, a desonestidade, a traição ao povo e Brasil.
    Portanto, apesar do fenômeno politico que foi o PT quando ascendeu ao poder, havia a necessidade de se usar a hermenêutica para trazer à tona as manifestações dos petistas realizadas às escuras que, tanto no começo e depois na sua sequência de domínio sobre o brasileiro e Nação, não se deixavam perceber!
    A conclusão de Boff auxiliada pelo pensador alemão foi a única encontrada para traduzir os males do PT para o Brasil e como se dará a nossa salvação!

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