Heleno diz que intervenção militar não resolve nada: “Ninguém está pensando nisso”

Heleno pediu”equilíbrio, harmonia e bom senso” na relação entre os Poderes

Emilly Behnke
Estadão

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, afirmou nesta quinta-feira, dia 28, que ninguém no governo está pensando em uma “intervenção militar” e que uma ruptura democrática no País “não resolve nada”.  

“Não houve esse pensamento (de intervenção) nem da parte do presidente nem dos ministros”, disse em frente ao Palácio da Alvorada, após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro. Questionado sobre pedidos de intervenção em manifestações pró-governo, Heleno defendeu que os atos são “livres, espontâneos e permitidos”.

NOTA À NAÇÃO – O ministro afirmou que sua “nota à nação brasileira”  divulgada na semana passada, em que cita “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional” em caso de apreensão do celular de Bolsonaro, solicitada por partidos da oposição, era “genérica” e “neutra”, e não um recado ao ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). O decano da Corte solicitou parecer da Procuradoria-Geral da República sobre o pedido.

“Foi uma nota completamente neutra colocando o problema em si sem citar nomes”, disse Heleno. “Não falei em Forças Armadas, não falei em intervenção militar”, afirmou.

SEM JUSTIFICATIVA – Segundo Heleno, caso ficasse “calado” sobre a possibilidade de apreensão indicaria estar concordando com a possibilidade de recolher o celular do presidente. “Não se justifica que a maior autoridade do País tenha seu telefone celular apreendido a troco de coisas que não tem o menor sintoma de crime”, declarou.

O ministro pediu ainda “equilíbrio, harmonia e bom senso” na relação entre os Poderes públicos. “Vamos manter o equilíbrio entre os Poderes, limitar as decisões as atribuições dos respectivos Poderes. É isso que se está pleiteando”.

9 thoughts on “Heleno diz que intervenção militar não resolve nada: “Ninguém está pensando nisso”

  1. Então aprenda a falar claramente. O modo como deu seu recado na condição de empregado do presidente foi de que haveria resultados imprevisíveis!
    Não dá, essa gente da reserva remunerada só dá fora. É uma decepção.

    • São só mercenários, bravateiros, truqueiros, deram o bote junto com o “minto” só pela bocaça extra no erário, à moda chegou a nossa vez de se dar bem no erário. Esqueceram que a rapadura é doce mas não é mole, tem um monte na fila querendo a mesma coisa, direita, esquerda e centro, que, pela caneta do erário-mor, se comem vivos.

  2. E o foco do governo? Inacreditável, uma verdadeira esculhambação.
    Nem uma palavra sobre a crise de saúde. Nem uma palavra sobre algum plano de retomada da economia. E dê-lhe besteiras e confusões. Tá loko.

  3. Esses generais de pijama são um bando de vagabundos aproveitadores.

    Traidores da Nação!
    Entreguistas do país aos Estados Unidos!

    Esse pessoal militar não são diferentes dos entreguistas petistas!

  4. O velho senil se acovardou, sabe que pode sofrer impeachment, mas já está declarado, e um retardsdo, em vez de ajudar este pais, com tanta gente morrendo, segue o lunático e filhos.

  5. Os quatro vagabundos da família Bolsonaro são louquinhos por um golpe miitar, achando que assim se livrariam da cadeia!

    E vários seguidores bovinos fanáticos também acreditam nisso, conforme se manifestam aos urros também aqui nesta Tribuna.

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