Helio Fernandes não entende como possam existir comentários ofensivos e postagens muito extensas

Carlos Newton

Cada vez mais acostumado e entusiasmado com  a internet, nosso mestre Helio Fernandes também está impressionado com o mau uso dos espaços que se abrem para comentários. Ele considera extraordinária a participação dos comentaristas, com artigos e postagens realmente de altíssimo nível, mas não consegue aceitar as ofensas entre comentaristas nem a postagem de textos intermináveis, algo que realmente não condiz com a internet, é uma forçada de barra abominável e inexplicável.

Como os comentários agora são postados automaticamente, sem moderação, confesso  que perdi totalmente o controle da edição do Blog. Por isso, cada vez são maiores as baixarias e ofensas entre comentaristas, apesar de nossos insistentes pedidos. Chega a ser patético, há xingamentos de todos os tipos, inclusive exercícios de preconceitos sociais e raciais, um verdadeiro circo de horrores.

Essa situação é inaceitável, lógico. Agora, além da trabalheira de fazer um Blog deste nível, 365 dias por ano, de manhã, à tarde e à noite, ainda tenho de perder tempo retirando de circulação os comentários ofensivos. Estou satisfeitíssimo, podem crer.

BALANÇO DE SETEMBRO

Aproveitamos para divulgar nosso balanço de setembro, agradecendo a colaboração para que consigamos manter o Blog da Tribuna da Imprensa, um espaço verdadeiramente democrático e que faz a diferença.

02/09/2013 000091 DP DINH AG

60,00 C

02/09/2013 002915 DP DINH AG

100,00 C

02/09/2013 020955 DP DIN LOT

30,00 C

02/09/2013 021102 DP DIN LOT

51,00 C

02/09/2013 000009 DOC ELET

50,00 C

04/09/2013 062013 CRED.AUTOR

18,00 C

04/09/2013 041430 DP DIN LOT

50,00 C

05/09/2013 051024 DP DIN LOT

20,00 C

05/09/2013 051241 DP DIN LOT

55,00 C

06/09/2013 001707 DP DINH AG

30,00 C

06/09/2013 060957 DP DIN LOT

35,00 C

06/09/2013 061358 DP DIN LOT

100,00 C

09/09/2013 002915 DP DINH AG

100,00 C

10/09/2013 101556 DP DIN LOT

200,00 C

11/09/2013 111407 DP DIN LOT

30,03 C

16/09/2013 002915 DP DINH AG

100,00 C

18/09/2013 800012 DOC ELET

100,00 C

19/09/2013 014317 CRED TEV

72,00 C

19/09/2013 158654 CRED TEV

50,00 C

23/09/2013 231247 DP DIN LOT

100,00 C

30/09/2013 280844 DP DIN LOT

30,00 C

30/09/2013 300915 DP DIN LOT

100,00 C

30/09/2013 301134 DP DIN LOT

75,00 C

 

Além desses créditos na Caixa, houve os seguintes depósitos no Itaú:

05/09      TBI 7821.21440-5 – C/C          4175        50,00
05/09      TBI 8792.09666-4–  trib          4175       100,00
05/09      TBI 9368.46169-6 – C/C          4175         50,00
19/09      TBI 0406.49194-4 – C/C          4175         50,00

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18 thoughts on “Helio Fernandes não entende como possam existir comentários ofensivos e postagens muito extensas

  1. Prezado Bendl, Helio Fernandes não se refere a ninguém especificamente. Ele acha absurdo haver essa troca de ofensas e esses textos intermináveis. Só isso. Comigo isso não acontece, porque simplesmente não me interesso pelas ofensas que recebo. Simplesmente sigo em frente, sem olhar para trás.

    Um forte abraço,

    Carlos Newton

  2. Um caso ocorreu diante de mim, há tempos, numa banca de jornais, em Copacabana.
    Era domingo, mais ou menos nove e meia da manhã. Um sujeito pede uma revista e dá como pagamento uma nota de cem reais. Está com pressa. Passa a reclamar, aos gritos, exige um atendimento rápido. Xinga o rapaz da banca. Até que, irritado, pede a nota de cem de volta e vai embora. As pessoas o questionam, perguntam porque ele não havia revidado, etc. E o rapaz retrucou:
    “Olhem, a vida dele só pode ser uma porcaria, para ele agir desta forma. A minha não, eu vivo muito bem assim. E … o domingo está maravilhoso, não posso dar a ele o direito de estragá-lo”.

  3. Prezado Sr. Editor/Moderador CARLOS NEWTON, Saudações.

    Honra-nos, que o grande Jornalista HÉLIO FERNANDES acompanhe os Comentários. É merecido o “pito” nos que, em vez de debater ideias, agridem Colegas. Já perdemos muita Gente boa por isso. Nunca vi o Sr. FRANCISCO BENDL, um grande batalhador do TI onLine, agredir alguém, mas sempre respondendo a agressões sofridas.
    Quanto ao tamanho do Comentário, seria prático o Editor/Moderador fixar um número de Linhas que achasse conveniente. Quando elaboramos uma ideia, as vezes são necessárias +- 20 linhas.
    Considero uma grande riqueza do nosso TI onLine, os Comentários, e Louvo os que agregam e somam. Abrs.

    • Não é preciso fixar o número de linhas, Bortolotto. Há comentários que a gente nem quer que acabem, de tão bem feitos. Deve ficar a critério de cada um. Os raciocínios têm um tamanho, não devemos encurtá-los nem encompridá-los.

      Do amigo e admirador,

      CN

    • Bortolotto, meu caro,
      Grato pela compreensão.
      Não tenho qualquer resquício de divindade, razão pela qual até hoje não assimilei os ensinamentos de Cristo quanto oferecer a outra face quando te baterem em uma delas.
      Reajo, e quero devolver a agressão com mais violência porque nas minhas veias corre sangue, e ele ferve quando se depara com insultos irresponsáveis e partindo de canalhas anônimos.
      Um forte e cordial abraço.

  4. Apenas Constatação:
    Sr. J.Antonio,está com a razão,pra quê alimentar o circulo vicioso.

    O Sr. DARCY,é extremamente sagaz,como bom carioca,um gozador nato,e inteligente demais.

    Ao conterrâneo,É bom não morde a isca. Cada um com suas caracteristicas,seu talento é reconhecido.Portanto não
    se irrite.Não queira ser o dono da verdade,muito menos
    impor condições.Com este frio,caldo de galinha faz bem.
    REPITO !!!! Seu talento e esforço é RECONHECIDO.
    Por favor,continuas nos brindando com seus belos textos.
    Exemplo: Cultura Árabe,etc…

    Forte Abraço…

  5. Meu conterrâneo, Luiz Fernando,
    Grato pela solidariedade.
    Mas a inteligência dos cariocas não é demonstrada faltando com educação e respeito às pessoas, ao contrário, o humor nato deste pessoal é de alto nível, apropriado e muito bem aceito por todos os demais brasileiros.
    Não é este caso, que tem cariocas contrariados pela forma aviltante de um comportamento que ofende aos frequentadores do Blog por um dissidente desta tradição do Rio de Janeiro,querendo impor formas grotescas e indevidas de chamar à atenção sobre seus textos notoriamente provocativos, preconceituosos e segragacionistas.
    Obrigado pelo apoio.
    Um abraço.

  6. O setor agropecuário é motivo de orgulho de todo brasileiro que preza os valores nacionalistas. Diferentemente do setor industrial – onde se predomina as multinacionais que represam o nosso desenvolvimento tecnológico -, o agronegócio no Brasil desenvolve cada vez mais a sua produtividade embasados em pesquisas e fatores de produção genuinamente nacionais. A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) é uma das fontes de nosso orgulho.

    ………………………………………………………………………………..

    Agronegócio inova e puxa crescimento

    Enquanto o setor agrícola investe cada vez mais em tecnologia e expande a produção, a indústria recorre ao Estado para resolver seus problemas

    SÃO PAULO – Quando se olha para o desempenho da agricultura, a sensação é a de que existem dois Brasis: um que anda para a frente e outro que patina. A agricultura e a pecuária aumentam sua produção ano a ano, sem ocupar novas áreas, e suas exportações crescem no mesmo ritmo. Se o resto do País – em especial a indústria – andasse no mesmo ritmo, o Brasil estaria noutro patamar. Mas os números mostram que a agricultura está rebocando o restante da economia – que se arrasta como um carro com o freio de mão puxado.

    Como dois setores de um mesmo País podem se comportar de maneira tão distinta? Especialistas ouvidos pelo Estado apontam um motivo de ordem histórica e outro geográfico. O histórico é a relação entre esses dois setores e o Estado.

    Os fabricantes de máquinas e insumos agrícolas e os produtores se servem do setor público na forma de institutos de pesquisa e órgãos de assistência técnica que apresentam soluções que impulsionam sua produtividade e competitividade, observa o economista José Roberto Mendonça de Barros. Já a indústria, “quando tem um problema, pede ajuda ao governo, na forma de redução de seus impostos e de aumento das tarifas de importação”. O governo invariavelmente atende, e a indústria não tem incentivo para investir em inovação.

    Na agricultura, “a inovação foi facilitada pelas especificidades geográficas”, analisa Mendonça de Barros. “Não dá para importar tecnologia para a agricultura brasileira, que é tropical”, concorda o empresário Pedro de Camargo Neto. “É a mesma situação do petróleo”, compara Mendonça de Barros. “O Brasil desenvolveu a tecnologia do pré-sal porque ninguém viria aqui fazer isso por ele.”

    Para o economista, “a inovação tecnológica faz parte do dia a dia dos fabricantes de insumos e máquinas e dos produtores grandes, médios e pequenos”. Em contraste, no setor industrial, multinacionais se instalam no País para se beneficiar do protecionismo tarifário oferecido ao parque nacional, e adaptam-se ao ambiente de preços altos, margens de lucro grandes e quase nenhum investimento em pesquisa e desenvolvimento.

    O resultado mais visível dessas dinâmicas opostas – ou “interfaces díspares”, como as chama Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas – está na balança comercial. No ano passado, o saldo comercial da agropecuária foi de US$ 79,4 bilhões e o da economia brasileira como um todo, de US$ 19,4 bilhões. “Se não fosse o agronegócio, o saldo teria acabado há muitos anos”, estima Rodrigues, ministro da Agricultura entre 2003 e 2006.

    O abismo se aprofunda mês a mês. O saldo do agronegócio continua crescendo, mas em ritmo mais lento do que a queda no setor industrial, do qual se originam as outras exportações. Tanto assim que, de agosto de 2012 a julho de 2013, o saldo comercial do agronegócio foi de US$ 83,9 bilhões e o do Brasil como um todo, de US$ 4,5 bilhões. Significa dizer que, sem o agronegócio, haveria um déficit de US$ 79,4 bilhões.

    Produtividade. Internamente, a eficiência da agropecuária se mede pela relação entre produção e área ocupada. De 1990 a 2011, a área plantada de grãos expandiu 40%, enquanto a produção cresceu 220%. Hoje a área plantada de grãos é de 53 milhões de hectares. Se a produtividade não tivesse aumentado, seriam necessários mais 66 milhões de hectares para produzir a atual quantidade de grãos. “Houve um espetacular aumento da produção sem necessidade de desmatar”, ressalta Roberto Rodrigues, que também é produtor. “Isso mostra a sustentabilidade da nossa agricultura.”

    Eliseu Alves, o segundo presidente da Embrapa, autor de um estudo sobre produtividade, destaca que ela tem crescido de 3% a 4% ao ano. Se, de 1970 para cá, a produtividade tivesse continuado a mesma, teria sido necessário desmatar 150 milhões de hectares para alcançar a produção atual.

    O consultor Marcos Jank apresenta outro indicador: com a introdução da segunda safra – algo que só acontece no Brasil, graças a uma combinação de condições climáticas e tecnologia -, a área plantada do milho caiu de 12 milhões de hectares para 7 milhões, porque boa parte do milho hoje é cultivada na mesma área que a soja.

    Na pecuária, o número de cabeças por hectare saltou de pouco mais de 0,8 para quase 1,2 entre 1990 e 2011 – um aumento de 50% na eficiência. A área ocupada pelo gado diminuiu de cerca de 178 milhões de hectares para 172 milhões. Parte desse resultado se deve aos avanços da zootecnia, que permitiram diminuir o ciclo de vida dos bois, dos frangos e dos porcos. Antes se matava o boi com quatro anos e o frango, com 90 dias; agora, são dois anos e 60 dias, respectivamente.

    Aqui, há uma dinâmica virtuosa: o crescimento da produtividade da pecuária decorre da pressão da agricultura, diz Marcos Jank. O aumento dos preços globais da soja e do milho tem elevado o valor da terra, que obriga a pecuária a obter ganhos de eficiência para sobreviver.

    Segundo pesquisa da consultoria Informa Economics/FNP, entre o primeiro bimestre de 2003 e o último de 2012, o preço médio da terra no Brasil aumentou 227%. A cotação média do hectare saltou de R$ 2.280 para R$ 7.470. O preço da terra subiu 12,6% ao ano, enquanto a inflação média anual, conforme o IGP-DI, foi de 6,4%.

    (transcrito do Estadão)

  7. Sr. Bendl, como também tenho sangue nas veias, perco a cabeça qdo percebo que estão me ofendendo ou usando de deboche para o que possa estar comentando. Há uma regra em sociologia que diz: “respeite para ser respeitado” e, qdo acontece essa falta de respeito, tenho minha própria conduta “rodo minha baiana com giletinhas nas pontas.”
    Passo mal se não me desabafar e acredito que aconteça, também, com o senhor. Portanto, não deixe de participar do blog, não dê cartaz às pessoas que não reconhecem sua integridade, inteligência e sabedoria. Qdo as pessoas agridem, com certeza, é falta de argumentos para opinar com educação pensamentos contrários aos nossos.
    Gosto muito de ler seus comentários e, por compreendê-lo, dou total apoio ao seu desabafo.
    Abs

  8. Minha querida Lourdes Horácio,
    Certamente os leitores e colaboradores deste Blog incomparável estão cientes de quem provoca e deslustra a Tribuna com seu comportamento.
    As tuas palavras, portanto, muito me ajudam para que eu perceba que há compreensão pela forma como venho reagindo, e que não é o meu objetivo nivelar rasteiramente este espaço, ao contrário, quero elevá-lo.
    Porém, na razão direta desta intenção, Lourdes Horácio, quero o mesmo para mim. Não loas ao que escrevo, mas respeito e educação.
    Na ausência desses pressupostos ao bom ambiente, constato que tenho de me defender, apenas evitando palavras de baixo calão, porém nao meço a quantidade de expressões para caracterizar o mau elemento, o indivíduo que se contenta agredir e ofender de quem discorda.
    Muito obrigado pelo teu apoio e solidariedade, Lourdes Horácio, e este espaço sempre irá se manter inigualável por ter frequentadoras mulheres da tua estirpe, justas, determinadas, que tomam posição conforme suas convicções e interpretação do que assistem e constatam.
    Um forte e cordial abraço, minha cara, se me permites.

  9. É, meu prezado Carlos Newton, vejo que os leitores do blog não são nada generosos, muito menos reconhecidos. Baixíssimo o somatório das contribuições. Minguados pouco menos de R$1.600,00 para que servem? São 50 pratas por dia. Não dá para manter um blog 24 horas na tela, com variedades de artigos e dinâmica sem parar. Menos ainda o seu editor, que precisa dormir, pagar contas e se alimentar. Uma multidão lê o blog e a mesma multidão manda comentários. Mas na hora de contribuir, são pouquíssimos. Desde a época do jornal papel a Tribuna da Imprensa jamais foi um jornal rico. Vez ou outra estampava anúncio publicitário. Sofreu com o regime militar. Foi discriminado pela publicidade governamental, que mandava anúncios e propaganda institucional (ou não) para os jornalões e nada, nada, para a Tribuna. Agora, na Tribuna na internet, que não conta com publicidade, apenas cerca de 27 contribuições no mês de Setembro, rigorosamente expostas as contas.
    É muito pouco. É nada. Não dá para nada. O acesso ao blog é gratuito e os comentários também. Ô gente pãodura!!! Onde andam a generosidade? o reconhecimento? a retribuição?a solidariedade? a gratidão?
    Carlos Newton, por favor, não exclua este meu comentário. Sei que você não vai gostar do que eu disse. Mas ainda assim, por favor não exclua. Espero que todos os leitores leiam e que se manifestem, se estou certo ou errado.
    JORGE BÉJA

  10. Gostaria de agradecer e parabenizar aos srs. HF e C. Newton, pela forma, como tem tratado os comentaristas em relaçao ao seu conteudo e comportamento. Realmente sem nenhuma censura. A responsabilidade é de cada um. O blog tem, o e-mail de cada autor, mesmo quando este, nao assina o nome inteiro. Apesar de assinar apenas, Jose A, nao me considero anonimo. O e-mail fornecido é o verdadeiro, assim como, o nome e a primeira do sobrenome. A ideia, o raciocinio, tem o tamanho da necessidade que o autor precisar para se fazer compreender.
    Quanto ao sr. Beja, concordo, a generosidade esta muito em baixa, nos leitores do blog. Vou fazer minha parte.

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