Inédita, textual e entre aspas

Lula, condenando a deposição de Zelaya, mas numa reunião  em que confraternizou com o ditador há 40 anos no Poder e visivelmente irritado: “Eu sou convidado, não posso perguntar quem é que vai e questionar sua ficha democrática”.

O Globo num equívoco fantástico e que deve ter sido planejado, e não por acaso: “A bolsa brasileira ZEROU as perdas desde setembro do ano passado, no auge da crise global”. Ha! Ha! Ha! Números, apenas números, irrefutáveis. Em setembro, a bolsa chegou a 74 mil pontos, agora depois de 3 meses de alta, está em 52 mil, a maior alta, hoje. Precisa subir mais 42 por cento para voltar aos 74 mil pontos.

De um ex-poderoso diretor e acionista do Bradesco: “O banco vive uma crise interna, que os órgãos de comunicação tentam esconder por interesses escusos”. Como eu perguntasse a razão da crise, resposta rápida: “Começou com a não reeleição do Cipriani na presidência, e agora a demissão de um diretor, fato deformado pela mídia”.

Do escritor e principalmente jornalista Gay Talese, que está no Brasil para a Flip: “A crise é dos jornais e não do jornalismo”. Desde Gutemberg (jornais), Guglielmo Marconi (rádio) e autor desconhecido (televisão), a liberdade jornalística é manipulada pelos “proprietários”, que são negociantes e não profissionais.

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