Infelizmente, o Flamengo está abandonado há décadas

Hugo Gomes de Almeida

Sou flamenguista, mas meu clube do coração está abandonado há décadas. No máximo, cuidam do que se tornou trivial: principalmente receber as cotas televisivas por antecipação. Vive entregue a figuras sem nenhuma competência ou qualificação pessoal, como a Patrícia, o Helinho e o Veloso, que, segundo se alardeia, não souberam os dois últimos sequer gerir os patrimônios familiares e ganham do Flamengo para nada fazerem de produtivo.

Aliás, a entidade vermelha e preta vive a distribuir recursos estratosféricos com treinador e ex-jogadores em atividade. Em campo, um time desorganizado joga um futebol pífio, sem criatividade e de extrema lentidão. A incompetência é tamanha que estão a jogar dinheiro fora.

O Flamengo é para ser administrado por grandes estudiosos que saibam transformar as imensas potencialidades Brasil afora em múltiplas fontes de riquezas. Tudo sob o signo de induvidosa honradez. O Flamengo, do Oiapoque ao Chuí, é um mundo para ser administrado em inúmeras frentes de rubronegros agregados nos Núcleos Comunitários Flamenguistas em todo o território brasileiro, sabendo-se aproveitar também a capacidade e devotamento da mulher torcedora.

O que vejo é um clube desfigurado. Exploram apenas as receitas fáceis, óbvias, convencionais, manipuladas até por clubes de torcida diminuta. Urge tenhamos na diretoria quem saiba convocar as inteligências para, de início, pensar o clube à minúcia com a assessoria dos rubronegros de todas as regiões. Os torcedores, de modo geral, são favoráveis ao Zico na presidência. Não penso assim. Carecemos de quem tenha muito mais ciência e visão. Esse ex-jogador, como diretor de futebol, foi um fracasso e embolsava todo mês 350 mil. Quantia desse porte é suficiente para remunerar várias sumidades da inteligência que traçarão os vários programas redentores.

 Claro que, após estudos das sumidades, Zico terá como prestar sua colaboração, tendo de se submeter a regras estabelecidas. As celebridades do mundo artístico, do mesmo modo, terão papel edificante a desempenhar.

O clube tem de cultivar um setor administrativo importantíssimo que chamo de Oficina de Ideias. Precisa  logo de uma comissão de notabilidades, rubronegros escolhidos a dedo em saber e honestidade, para discutir contratações de jogadores, treinador e tudo que implique em altos gastos. Claro que o trato do dinheiro não pode ficar sob o domínio de determinadas figuras raposais. O dinheiro há de ser empregado com extrema racionalidade. Tudo dentro do mais esmerado planejamento.

O clube de maior torcida do mundo não há de continuar nesse marasmo. Torna-se imperioso o afastamento de todos esses dirigentes pequenos. Que venham os gigantes da inteligência para conferir ao clube de maior torcida do mundo a ciclópica dimensão que faz por merecer!

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