Islamitas somalis ameaçam Quênia com novos ataques

Agência Lusa

Nairobi – Um porta-voz dos rebeldes shebab somalis ameaçou realizar novos ataques no Quênia se o governo de Nairobi não retirar as forças de combate a insurgentes islamitas, segundo uma gravação  divulgada hoje (24) na internet. Essas forças estão na Somália desde 2011.

“Lançamos um aviso ao governo queniano e a todos aqueles que o apoiam”, disse o porta-voz dos shebab somalis, sheikh Ali Mohamud Rage, numa referência ao ataque ocorrido no sábado no centro comercial Westgate Mall, na capital queniana, que foi reivindicado pelo movimento ligado à rede terrorista Al Qaeda.

“Se querem a paz, deixem o nosso território, acabem com a ingerência nos nossos assuntos, libertem os nossos prisioneiros e parem com todas as formas de luta contra a nossa religião”, reforçou o representante.

“Caso contrário, entendam que isto foi apenas uma amostra daquilo que podemos fazer” no futuro e “devem esperar dias negros”, disse sheikh Ali Mohamud Rage na mensagem de voz proferida em árabe, gravada segunda-feira (23) e hoje divulgada na rede social Twitter por meio da conta.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG A situação é preocupante, porque os radicais  islâmicos não se importam de morrer. Pelo contrário, fazem questão de morrer, para ganhar uma vida melhor no além. Persegui-los não adianta nada. Agora, a Irmandade Muçulmana está sendo colocada fora da lei no Egito. Imaginem o radicalismo que isso irá provocar. Os novos ditadores egípcios não têm nada na cabeça. (C.N.)

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One thought on “Islamitas somalis ameaçam Quênia com novos ataques

  1. Pois é sr C N, o ditador é tratado de acordo com os interesses do momento.

    Outro dia estava vendo uma reportagem e que o jornalista entonava a voz e dizia com toda a ênfase que um tal ditador, descartável no momento, devia ser punido , blablabla. Até aí ótimo, qualquer ditador não merece respeito.

    Só que na mesma reportagem se dirigia a outros ditadores,como presidente, rei, etc.

    É´por ai que a coisa caminha, criando-se mais e mais ódio em os países

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