José Maria Marin, que aumentou o próprio salário na CBF para 230 mil por mês, é tão corrupto quanto Ricardo Teixeira.

Carlos Newton

Farra do boi na Confederação Brasileira de Futebol. Não satisfeito em aumentar seu salário na CBF de R$ 90 mil para R$ 130 mil, o novo presidente José Maria Marin recebe mais R$ 110 mil mensais do Comitê Organizador Local da Copa-2014 (COL).

Joana Havelange Teixeira continua sendo diretora executiva do COL, com o modesto salário de R$ 70 mil mensais. Ela é filha de Ricardo Teixeira e neta de João Havelange. E para manter a grande família no melhor dos mundos, Marin continua fazendo a CBF pagar R$ 105 mil mensais a Ricardo Teixeira, a título de “assessoria especializada”, embora ele nem apareça na sede da Confederação.

Outro “assessor” privilegiado por Marin é seu pupilo Marco Polo Del Nero, que ganha R$ 130 mil mensais, ou seja, é mais importante do que Ricardo Teixeira na hierarquia e está sendo preparado para ser o futuro presidente da CBF, que Deus nos proteja.

Para culminar, José Maria Marin também contratou o serviço de assistência médica Omint, para cuidar de sua saúde pessoal, tudo pago pelo COL.

Como se vê, não falta na CBF espírito esportivo e amor ao futebol. Não é formação de um time. Na verdade, é formação de quadrilha.

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