Lewandowski e Toffoli, em jogo de cena no Supremo

Marcelo Mafra

Muito bem lembrado no Blog, neste momento, quais são as reais funções do revisor, determinadas pelo próprio Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, que mostrei aqui nesta Tribuna em 28 de junho.

Talvez o Ministro Lewandowski devesse estudar um pouco mais o Regimento Interno do tribunal do qual faz parte, além de consultar dicionários para entender o real significado da palavra “deslealdade”.

Quanto à fala dele sobre o advogado Márcio Thomaz Bastos ter trazido argumentos inéditos naquele momento, parecia mesmo mais um jogo de cena. O curioso foi depois ele ler parte de seu voto, já escrito, em que apresentava os mesmos argumentos do advogado, que ele dizia terem sido “inéditos”. É como se os dois já tivessem combinado antes o enredo. Então, ele parecia muito mais um assistente do advogado de defesa do que propriamente um julgador.

Convém recordar também que quando foi realizada a reunião entre os ministros, convocada pelo presidente do STF, para definir o cronograma para os dias de julgamento, os únicos dois faltosos foram exatamente ele e o Min. Dias Toffoli.

Fica bastante evidente a falta de isenção e o comprometimento desses dois no sentido de beneficiar no que puderem os réus.

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