Lewandowski rejeita recurso do “Estado de S. Paulo” sobre exames de Bolsonaro

O STF jamais esteve acovardado', diz Lewandowski em resposta a ...

Testes foram revelados e a ação terminou, assinalou LewandowskiI

José Carlos Werneck

Demonstrando sua isenção e total independência a quaisquer influências políticas, ideológicas ou partidárias, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, em uma bem fundamentada decisão, rejeitou o recurso apresentado pelo jornal “O Estado de São Paulo” para certificar que o presidente Jair Bolsonaro entregou mesmo à Justiça todos os exames realizados para identificar se foi contaminado ou não pelo novo coronavírus.

A Justiça Federal de São Paulo e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região haviam garantido o direito do jornal ter acesso aos laudos de todos os exames do presidente da República por conta de um alegado interesse público sobre sua saúde.

O governo, no entanto, conseguiu barrar a divulgação no Superior Tribunal de Justiça, o que levou o jornal a entrar com recurso ao Supremo.

TESTES NEGATIVOS – Antes mesmo de o ministro Ricardo Lewandowski decidir sobre o caso, a defesa de Bolsonaro encaminhou ao Supremo três laudos, com resultados negativos.

 Para o jornal, a entrega dos referidos exames não encerrava o feito, mas o ministro Lewandowsk, acertadamente entendeu que:

“São manifestamente incabíveis os embargos que tão somente exprimem o inconformismo da parte com o resultado do julgamento, persistindo em rediscutir matéria já decidida, sobretudo sem demonstrar – como ocorre no caso sob análise – os vícios previstos na legislação de regência”.

“Esses 3 (três) exames foram juntados aos autos por petição subscrita pelo Advogado-Geral da União. Por tal motivo, quanto a esse tópico penso que também não existe qualquer obscuridade”, disse o magistrado em sua sensatíssima decisão.

Para ele, eventuais questionamentos sobre a validade dos exames entregues pela defesa de Bolsonaro devem ser esclarecidos na Justiça Federal de São Paulo.

8 thoughts on “Lewandowski rejeita recurso do “Estado de S. Paulo” sobre exames de Bolsonaro

  1. “Demonstrando sua isenção e total independência a quaisquer influências políticas, ideológicas ou partidárias”. Dessa vez né, mas basta cair nas mãos de Lewankowski alguma coisa relacionada a Lula, Dilma ou algum amiguinho do Petê para que , rapidamente, desapareçam a isenção e independência ideológica , que ninguém é de ferro !

  2. Criticou a sstF ? Se os protestos de domingo não tiverem adesão; o ministro vai “se crescer”, e segunda feira como responsável pela perseguição a quem insisti em dar sua opinião contraria ao stf, ele vai mandar uma viatura da PF na sua casa.

  3. Quando a instância de poder responsável pelas leis se cala, se omite ou foge de suas responsabilidades, outro poder toma conta!
    Até agora não entendi porque Bolsonaro não mostrou exames antes. Terá sido de “birra”?
    Considero um ato infantil, desrespeitoso com seus próprios eleitores.
    A saúde dele é importante para o país!
    No entanto, considerando o “conjunto da obra”, fica estendível!
    Fallavena

    • “A saúde dele é importante para o país!”

      A palavra dele também. por isso quando ele disse que não; pronto. acabou.

      E se ele mostrasse logo o resultado; vocês, não perderiam tempo com essa bobagem (de não acreditar no PR), e partiriam para outra invenção.
      Como no caso do witzel; em vez de vocês confirmarem as VASTAS denuncias contra o witzel, querem saber só se foi o Bolsonaro que mandou.

      • Piadista, se ele tivesse palavra não estaria fazendo o que fez!
        Faço parte da “parte” que votou em Bolsonaro só para tirar o PT.
        Na próxima, a parte boa da sociedade elegerá outro candidato, para valer e começarmos a construir o Brasil!
        Fallavena

  4. O Estadão de outrora, atualmente não passa de um folhetim, comparável ao extinto Notícias Populares, mais uma derrota, um tapão na cara dos doutores e articulistas, não cansam de passar vergonha.Que solicitem perícia e contra-prova, veremos onde chega a coragem para tal.

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