Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)

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2 thoughts on “Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)

  1. GRAVE CRASE INSTITUCIONAL

    A gravíssima crase não gosta dos infinitivos verbais e nem do gênero masculino, também não fica entre palavras repetidas, mas quase sempre nos pega de surpresa com os seus inimagináveis “à moda de” subentendidos nas frases mais bizarras.

    Enquanto isso, volta à tona a ideia, agora desacentuada, de reduzir a maioridade penal.
    Anthony Pivetinho, infante do finado Brizola, padrinho de Sérgio Cabra Débil Mental, já afirmou que não é favorável, visto que o Garotinho deve ser sempre inimputável.

    Magno Ovo Malta continua a cantarolar o seu pagode e a surpreender o povo capixaba com o seu caráter performático. Depois de combater a pedofilia, deseja agora jogar a molecada na impunidade e desumanidade da cadeia, que certamente serve muito bem para recuperar os indivíduos, ensinar aos adolescentes um novo caminho, dar lhes uma profissão e permitir a sua recuperação. Figura explicitamente coerente com um caráter de mente.

    Com raríssimas exceções, os depósitos de menores em conflito, muitas vezes armado e violento, com a lei são verdadeiras academias militares da criminalidades, locais em que se aprende a arte da tortura, da violação sexual e das regalias para os bandidos que alcançam o sucesso financeiro ou que sabem se associar.

    Outras idiotices e canalhices geniais continuam brotando dos nossos legítimos representantes do caríssimo Congreso Nacional, com os quais nos identificamos plenamente. Não há porque conferir dever-poder investigativo a mais de um órgão. Assim a propina fica muito diluída e os resultados financeiros da corrupção diária ferem os princípios econômicos da proteção ao crime.

    A mumificação do STF também é uma ideia fantástica, com a velocidade dos nossos legisladores e a viagem de mais de cem anos para o passado, emergindo das trevas o positivismo jurídico, transformará o Brasil em um laboratório inovador com duzentas milhões de cobaias das “ciências jurídicas”, assim como tem sido, para nossa tristeza, repetidas vezes nas “ciências econômicas e políticas”. Eu sequer sabia que, na amada terra do Brasil, inusitadamente transformar-se-iam em ciências tão experimentais.

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