Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)

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2 thoughts on “Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)

  1. Ciro Gomes, do Ceará para o Brasil, ruge igual Leão e cobra ideias. Em matéria divulgada pelo Caderno de Política do Povo online/Jornal de Hoje, do Ceará, repercutida pelo Blog do Jornalista, Josias de Souza, do UOL, Ciro Gomes, do Ceará para o Brasil, rugiu igual Leão, rasgou o verbo geral e cobrou ideias com vistas às eleições de 2014, e que não sejam de véspera. Para Ciro Gomes, não importa o nome do candidato, que pode ser ” Chico, Manoel ou até mesmo Rola-bosta”, porque o importante mesmo, no frigir dos ovos, o que muda mesmo as coisas e o status quo, são, isto sim, as ideias. ” Sobre a sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT), Ciro afirmou que antes de lançar candidatura própria o PSB deve responder a perguntas: ” como”, “por quê” e “para quê ?”. Na opinião dele, o Brasil vive “vazio dramático de ideias” e não quer ideias oportunistas de véspera. Aliás, o tal “rola-bosta” é uma brincadeira que começou no site OP há muito tempo com o besouro de OBI rolando a bosta do continuimo da mesmice de mais de 100 anos para fora da Política do Brasil, e que pelo visto pegou no Brasil. E quem quiser ver a imagem da expressão ” rola-bosta” em movimento é só acessar o site Observador Político, no post desse tema. Ciro Gomes disse tb que a coalizão PTMDB-agregados ” é um banquete fisiológico”, assim como foi tb, à evidência, a coalizão PPSDEMB-agregados, e a coalizão DM-GLOBO-FSP-agregados.

  2. Produção industrial brasileira avança 0,7% em março, mas acumula -0,5% no primeiro trimestre diz o IBGE.

    “Em março de 2013, a produção industrial avançou 0,7% em relação ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após registrar expansão de 2,7% em janeiro e queda de 2,4% em fevereiro. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou redução de 3,3% em março de 2013, segundo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação. No fechamento do primeiro trimestre de 2013, o setor industrial recuou 0,5% frente ao período janeiro-março do ano passado, mas ficou 0,8% acima do nível verificado no trimestre imediatamente anterior – série com ajuste sazonal. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao recuar 2,0% em março de 2013, assinalou marcas próximas das registradas em janeiro (-2,0%) e fevereiro (-1,9%).

    A expansão no ritmo da atividade industrial em março atingiu 13 dos 27 ramos investigados, com destaque para o avanço registrado por veículos automotores, que cresceu 5,1% nesse mês, eliminando assim parte da queda de 8,1% verificada em fevereiro último. Outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de refino de petróleo e produção de álcool (3,3%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (11,9%), bebidas (4,6%), fumo (33,4%), mobiliário (11,0%) e borracha e plástico (2,7%). Por outro lado, entre os ramos que recuaram a produção, a principal pressão negativa sobre a média global da indústria foi observada no setor de alimentos (-2,7%), que assinalou o segundo resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período perda de 4,0%. Vale citar também os impactos negativos registrados por outros equipamentos de transporte (-5,0%), produtos de metal (-4,4%), diversos (-7,3%) e outros produtos químicos (-1,0%). Nesses setores, com exceção deste último, que acumulou perda 2,1% no período fevereiro-março, os demais apontaram taxas positivas nos mês anterior: 9,5%, 2,4% e 14,3%, respectivamente.

    Entre as categorias de uso, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de consumo duráveis (4,7%) assinalou a expansão mais elevada nesse mês, recuperando assim parte da queda de 7,3% registrada em fevereiro. A produção dos segmentos de bens intermediários (0,8%) e de bens de capital (0,7%) também mostrou crescimento em março de 2013, com o primeiro praticamente eliminando o recuo de 0,9% verificado no mês anterior, e o segundo acumulando ganho de 11,7% em três meses seguidos de taxas positivas. O setor de bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%) apontou o único resultado negativo entre as categorias de uso em março, segundo recuo consecutivo nesse tipo de confronto, acumulando no período perda de 2,9%.”

    (transcrito do site do IBGE – sala de imprensa)

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