Lula: entre defender Sarney ou manter a (presumida) popularidade, nenhuma hesitação

Raras vezes o presidente usa o bom senso. Quase senpre fica entre o absurdo e o incompreensível, muitas vezes se identifica como iconoclasta.

Disse que “Sarney não podia ser julgado por causa de sua biografia”. Revelei aqui, com exclusividade, “foi aconselhado por assessores a não insistir, sua popularidade estava sendo atingida”.

“Não tenho nada com o Senado”

Pelo visto atendeu as advertências, só que foi muito mais veemente no ataque que fora na defesa. Descartou qualquer possibilidade de ajudar Sarney, deixou claro, “ele que se livre sozinho”. Como os bons analistas já haviam visto, Sarney não tem salvação. Com a fala do trono, foi cremado, enterrado e esquartejado no cadafalso.

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