Maioria acha que a economia não vai acelerar, afirma a nova pesquisa Datafolha

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Charge do Miguel Paiva (Arquivo Google)

Pedro do Coutto

A pesquisa do Datafolha publicada domingo na Folha de São Paulo e na segunda-feira em O Globo, focaliza diversos pontos que, de fato, interessam à população brasileira. Entre esses pontos, situa-se a confiança na retomada do desenvolvimento econômico. Mas 31% acham que ela vai ficar como está e 24% acham que vai até piorar. De qualquer forma o resultado não é absolutamente negativo para o governo Bolsonaro, já que 40% dos entrevistados acham que ela vai melhorar.

Ocorre que a taxa de 40% foi detectada no mês de agosto. Na pesquisa atual o mesmo item não foi incluído, embora para 55% a crise econômica não voltará a crescer.

ITEM FAVORÁVEL – Este número é favorável ao governo sobretudo porque dos 55% a parcela de 37 pontos reúne aqueles que acreditam que a crise atual será superada nos próximos meses.

Quanto a avaliação do governo no que se refere ao combate a corrupção a taxa de aprovação cai de 34 para 29%. Isso de um lado. De outro a parcela que contesta os métodos desse combate subiu para 50%. Na penúltima pesquisa a reprovação era de 44 pontos.

Focalizando o desempenho do Executivo na área da cultura, a aprovação ao governo diminuiu de 31 para 28%. A diferença não é grande, e também paralelamente, penso eu, o setor não é influente na opinião pública.

SEM PRIORIDADE – A cultura restringe-se a uma fração ponderável da sociedade mas não com a prioridade com que as classes de maior renda julgam o setor. A cultura popular assim chamada, teria que nortear perguntas a serem respondidas em seguida a uma explicação. Isso porque, sem dúvida, a cultura popular possui grande importância e assim pode ser incluída no processo de percepção.

Um aspecto político bastante importante refere-se ao desempenho geral do governo. O índice de reprovação caiu de 36% para 34 pontos. Assim deixou de subir, aliás como destacaram tanto a Folha de São Paulo quanto O Globo. Enquanto isso a aprovação registrou 29% enquanto o levantamento anterior era de 34%. Finalizando o fato de a aprovação ter melhorado está em posição contraditória, porque  a reprovação elevou-se de 44 para 50%

Esta, sem dúvida é uma contradição que não é do Datafolha, mas de parcela bastante ponderável da população.

16 thoughts on “Maioria acha que a economia não vai acelerar, afirma a nova pesquisa Datafolha

  1. Se somente si esses dados fossem verdadeiros, e fossemos fazer uma avaliação honesta sobre os fatos, teríamos de levar em consideração que o governo do bozo sofre ataques da enprença desde 15 de novembro de 2018, então em comparação com os governos anteriores que tiveram aprovação acima da marca, e não tiveram a campanha depreciativa teremos de rebaixá-los tal qual como o cruzeiro.

  2. Marcos perguntinha, você já encheu o saco na TI! Seja propositivo. Opine. Sofismar o tempo todo é ridículo. Não fique escondido atrás da saia da mamãe-pergunta. Suas indagações tem como único objetivo tergiversar o debate. Honre a qualidade da TI.

  3. Essas contradições nas pesquisas, deve-se a um povo desinformado e boa parte de fanáticos,
    Deveria-se fazer pesquisa da linha política do Bolsonaro, se é boa para o Brasil, ou não.
    Acho um crime a quantidade de posts patrocinados que enaltecem o governo Bolsonaro. Invadem nosso Facebook contra a nossa vontade.
    Bolsonaro ao se aliar aos evangélicos, pensando nas eleições de 2022 e, se ganhar pode haver o risco de um caminho perigoso, sem volta.
    Na eleição para presidente de 2018, votei nulo no segundo turno, haja vista que o eleitor levou os dois piores candidatos ao segundo turno.
    Os fanáticos, com as postagens maciças nas redes sociais, numa propaganda absurda em pról do Bolsonaro desvirtuando a verdade, estou pensando seriamente, se nas próximas eleições for ao segundo turno Bolsonaro e um candidato qualquer, até do PT. voto contra o Bolsonaro

      • Desde a eleição de 1961, todos candidatos que eu votei para presidente perderam as eleições. Não sou fanático, não tenho bandido de estimação. Mas entre dois candidatos ruins, tem-se que optar pelo menos perigoso para o futuro do Brasil.
        Não se deve fazer juízo de uma pessoa que não se conhece e se o fizer, tem que dizer o porque

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