Manifestantes fincam mil cruzes em Brasília pela covid e defendem impeachment

Protesto Stop Bolsonaro coloca mil cruzes na Esplanada

Oposicionistas também se manifestaram em Brasília neste domingo

Francisco Dutra
Metrópoles

Manifestantes fincaram mil cruzes em frente ao Congresso Nacional, pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na manhã deste domingo (27/06). O ato faz parte do movimento internacional Stop Bolsonaro. As cruzes representam as vítimas da pandemia do novo coronavírus no Brasil. a ação será seguida de ato ecumênico, incluindo a participação de líderes indígenas.

“É uma cerimônia artística para denunciar as mortes que poderiam ter sido evitadas, para se solidarizar com as famílias e para denunciar os responsáveis por esse genocídio. Que nós entendemos que sejam Bolsonaro, (o vice-presidente Hamilton) Mourão e o Centrão”, afirmou a professora Lúcia Iwanow, uma das organizadoras do ato.

AÇÃO SUPRAPARTIDÁRIA – A manifestação foi organizada pelo grupo Coletivo Resistência e Ação, que se intitula suprapartidário de esquerda. Apesar disso, o ato teve participação do ex-ministro Gilberto Carvalho, liderança nacional do Partido dos Trabalhadores, e de Érica Kokay, deputada federal pelo PT.

“É fundamental a gente prestar as nossas homenagem às pessoas que estão sendo vítimas de tanta negligência do próprio Estado e que têm sido vítimas dessa crise sanitária. Então, em primeiro lugar, é uma homenagem: todo mundo que parte é o amor de alguém”, disse a parlamentar.

2 thoughts on “Manifestantes fincam mil cruzes em Brasília pela covid e defendem impeachment

  1. Até quando a parcela séria, honesta e responsável da sociedade brasileira ficará calada?
    Duas seitas que defendem lideranças duvidosas, continuam usando as desgraças para beneficiar o seus!
    A mais antiga, a seita dos corruptos, além de não prestar contas dos seus erros e limpar suas feridas morais e éticas, usa vítimas para se manter viva! Ontem, causavam danos irrecuperáveis a nação. Hoje cobram do governo atual soluções de problemas que criaram e aumentaram.
    O outro lado, a seita que acatou, passiva e de maneira debochada o desmanche da lava-jato e defende a não prestação de contas dos novos corruptos, quer trocar os seus erros pelos erros cometidos pela outra facção.
    O sonho está acabando! Em 2022, voltaremos as urnas para escolher uym novo presidente!
    Fallavena

  2. Seu espelho está quebrado.
    O que se vê na Administração Pública, no Congresso, no Judiciário, é reflexo da sociedade em que só ganham as elites.
    Durante o Império, foi a nobreza.
    Na República, as elites – nos períodos de exceção, continuaram ganhando, dividindo com as forças políticas da ocasião: como na Ditadura, os oficiais militares.

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