Marta Suplicy diz que Temer vai reunificar o país

Marta e o vice-presidente durante a filiação:

Marta defende que o PMDB abandone logo o governo

Deu no iG São Paulo

A senadora Marta Suplicy afirmou neste sábado (26), ao se filiar ao PMDB, que o vice-presidente Michel Temer “vai reunificar o Brasil”, numa defesa indireta da saída de Dilma Rousseff (PT) do Palácio do Planalto.

“Estou no PMDB do doutor Ulisses [Guimarães], que redemocratizou o Brasil, e no PMDB de Michel, que vai reunificar o Brasil”, afirmou a senadora, por meio do Twitter. “Olhei nos olhos de Michel Temer e senti confiança.”

A fala faz referência a uma frase do vice-presidente, que em agosto, em meio à crise política enfrenta por Dilma, clamou por “alguém tenha capacidade de reunificar a todos, de reunir a todos” para evitar “uma crise desagradável para o País.”

ROMPIMENTO

Os movimentos da senadora, que deixou o PT em abril, fortalecem o grupo do PMDB que clama pelo rompimento com o governo Dilma, do qual faz parte o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ). Outra parcela busca conquistar mais poder na Esplanada – o partido deve assumir a pasta da Saúde na reforma ministerial a ser anunciada em breve pela presidente.

No evento de filiação, realizado em São Paulo, Marta também elogiou o ex-presidente José Sarney, a quem chamou de “um gigante da política”.

PRÉ-CANDIDATA

A senadora é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, e disse que suas iniciativas à época em que ocupou o cargo – como a criação do Bilhete Único e dos Centros Educacionais Unificados (CEUs) – “passam agora a ser patrimônio do PMDB.”

9 thoughts on “Marta Suplicy diz que Temer vai reunificar o país

  1. Essa oportunista já está de olho em uma mamata.
    Como é que nós vamos sair desta encruzilhada?

    ALGUM VIDENTE AÍ PODERIA ME RESPONDER, POR QUE SÓ VEJO ESSA SAÍDA, APELAR PARA OS ASTROS…….

  2. “Morta Suplicy” é exatamente a mesma que anos atrás fez uma administração tão ordinária, na Prefeitura de São Paulo, que sequer conseguiu ser reeleita, mesmo controlando a máquina pública.

    Depois ainda deu trabalho pro governo federal petista da época (comandado pelo “Mula”), que fez de tudo – legal e ilegal, é claro – para livrá-la das garras da Lei de Responsabilidade Fiscal.

    É a mesma que mandou a célebre frase “relaxa e goza”, quando era Ministra do Turismo, em plena crise aérea de 2007.

    Ou a mesma que precisou descer de um avião da Air France, junto com seu namorado, por ordens do comandante do vôo, em 2008. Para que voltasse ao aeroporto e passasse pelo raio-x, já que tinha se recusado a passar pelo procedimento obrigatório por leis internacionais a todos, alegando ser “autoridade”.

    Creio que Marta não deveria ter ido pro PMDB. Nem pro PSDB, PSOL, PDT, PC do B, Rede, raio que a parta, ou mesmo PQP.

    Deveria ter ido para casa, aposentando portanto suas chuteiras. E tornando assim o nosso Brasil um pouquinho melhor.

  3. Marta não é melhor nem pior que o resto do PT. Nem do PMDB. Engraçado é falar mal do PT e ingressar, a essa altura dos acontecimentos e da vida dela, no PMDB.

    Sugiro que as próximas eleições no Brasil partam do zero. Assim, nenhum político que já tenha sido candidato, mesmo que não eleito, poderia se candidatar. E mandatos executivos sem reeleição, em época nenhuma. Para os cargos parlamentares poderia até ser permitida uma reeleição, desde que não consecutiva.

    Quem sabe não melhoraria? Talvez acabariam ou diminuiriam os feudos.

    E nomeação somente para o primeiríssimo escalão: ministros e secretários.

    Todos os demais cargos, coordenadores, chefes, chefinhos e chefetes, assessores, aspones de qualquer nível, presidentes de empresas públicas, de sociedades de economia mista, de autarquias, todos, enfim, agentes públicos escolhidos entre os admitidos por concurso público. Os servidores públicos ascenderiam a esses cargos somente por merecimento, com mandato estabelecido em lei, embora sujeitos à exoneração. Em alguns casos, poderia haber votação entre os ocupantes de cargos de direção.

    Essas, sim, seriam metas dignas do nome, um verdadeiro plano de cargos e salários não o mentiraço que hoje habita as três esferas de poder, apenas para conferir um 14º salário aos barnabés.

    Hoje, a medição da “meritocracia” é uma farsa: como decretar que um servidor da administração que resolveu 50 processos, quando o colega, no mesmo espaço de tempo, solucionou “só” 25, merece classificação duas vezes melhor que aquele? Como medir o grau de dificuldade de cada processo, com precisão? E os processos conexos? Quando se resolve um desses, todos os conexos estão virtualmente resolvidos, é apenas questão de se acertar certos nomes ou números. Copia e cola e bola pra frente. Assim, de uma só tacada, o servidor pode resolver 100 processos, quando o seu colega, desprovido de processos conexos, para resolver igual número, precisará de examinar, com minúcia, cem hipóteses diferentes entre si.

    Mas, num país em que tudo é farsa, essa farsa é só uma farsinha.

  4. A Marta teve uma crise de “vergonha” repentina:
    -Saiu do PT e entrou no PMDB, o que equivale a sair de baixo de um viaduto de “vacas magras” e entrar para o Bahamas Hotel Club…

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