Marta Suplicy relaxou antes da hora. E Haddad, ao invés de subir, desceu nas pesquisas.

Carlos Newton

Há alguma coisa errada na estratégia do PT, digo, do ex-presidente Lula, que faz o que bem entende com o partido e com o governo. Lula forçou Dilma Rousseff a demitir a ministra Ana de Holanda e substituí-la pela senadora petista, sob argumento de que, com apoio de Marta, o candidato Fernando Haddad enfim iria subir nas pesquisas. Mas o resultado foi exatamente o contrário, segundo o Instituto Datafolha.

Marta é a satisfação em pessoa

Agora, Celso Russomanno, candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, lidera a disputa ao manter os 35% das intenções de voto. José Serra (PSDB) continua está em segundo lugar, com 21%, um ponto acima da última sondagem, enquanto o petista Fernando Haddad caiu dois pontos, e agora tem 15%. Gabriel Chalita (PMDB) continua com 8% da pesquisa anterior, e Soninha teve uma oscilação de 5% para 4%.

Se a eleição na capital paulista fosse hoje, Serra e Russomanno se enfrentariam num segundo turno. Antes, o tucano estava tecnicamente empatado com o petista Haddad. Nas simulações de segundo turno, Russomanno venceria Serra por 57% a 31%. Se a disputa fosse com Haddad, o candidato do PRB seria eleito com 55% e o petista teria 30%.

A pesquisa Datafolha tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Foram entrevistadas 1.802 pessoas.

Resumindo: ao que parece, Marta Suplicy relaxou antes da hora e houve o chamado coitus interruptus. Ela está em êxtase com a nova função de ministra e não está nem aí para Haddad…

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