Mesmo com plano de saúde, doente não é atendido e morre em Brasília

Vicente Limongi Netto

É ultrajante e vergonhoso que ainda morram pessoas no Brasil, sobretudo na capital da esperança, por falta de atendimento médico.

O cidadão que morreu depois de passsar por duas famosas clinicas particulares em Brasilia, tinha plano de saúde. Não importa qual. Mas tinha.

Não seria mais justo, inteligente e humano prestar socorro ao servidor e, depois, estudar-se uma maneira, uma solução, para a clínica ser ressasida pelo que gastou?

Que nada, primeiro os empresários pensam no bolso, no faturamento, no lucro. Alegarão que é lei. Lei do cão, do capitalismo cretino. O bom senso deveria vir em primeiro lugar, quando se trata de lidar com vidas.

Imaginemos então qual tratamento é dado aos que procuram clinicas em busca de ajuda, mas que não têm plano de saúde. Nesta toada ridicula e humilhante, será dificil o Brasil deixar de ser um país imbecil.

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NOTA DE REDAÇÃO – Segundo o sempre atento comentarista José Guilherme Schossland, o servidor que morreu sem atendimento é o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva.

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