Monteiro Lobato e a estupidez do combate ao racismo na literatura

Theo Fernandes

O MEC e o Conselho Nacional de Educação, de 90 para cá, em sua incompetência, fazendo juz a essa incompetência, deveriam proibir toda literatura, que seus “olhos vesgos”, acham que levam ao”racismo” e outras guirlandas”.

O MEC recentemente publicou livros de gramática e matemática, com erros incriveis,e ainda quiseram distribuir o “Kit”, que nada tem a ver, pois não há “educação sexual”, se há, não consegue nem evitar que meninas escolares engravidem, portanto….

Monteiro Lobato, grande escritor dirigido à infância,com suas histórias, ajudou a formar cidadãos conscientes, escreveu sobre fatos cotidianos de sus época, sem “raiva racista”; pelo que me lembro,(estou com 83 anos) antes de surgir essa “paranóia”, a cor da pele, não inimizava o relacionamento de “preto com branco”. Quantos brancos e brancas, chamam seus conjuges de meu nego, minha nega, como forma carinhosa, expressando amor!?.

O Brasil é um país cujo povo vive harmoniosamente com todas as raças (Saara do Rio, não me deixa mentir). Para mim, alguns que não tem o que fazer querem censurar o “passado”, impondo, de outra forma o “racismo como instrumento de demonstrar: você é preto, eu sou branco”, em um País, como o nosso, com 90% de não brancos, é piada de mal gosto.

Que o Supremo não embarque nessa “canoa furada”, dando o mérito devido ao grande escritor Monteiro Lobato, inclusive, por ter pego “cadeia”, pelo “Petroleo é nosso”.

Estupidez tem limite!. Com esse tipo de ação, entopem o Supremo de questões já previstas em lei, quando há tantas coisas graves que atingem o cidadão!??

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