Mourão compartilha com Bolsonaro o antipetismo e a admiração por torturador

General Antonio Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Jair  Bolsonaro

General Mourão se diz intelectualizado, mas não leva jeito

Anna Virginia Balloussier

O mundo tá muito chato —e Antonio Gramsci tem sua parcela de culpa nisso, desconfia o general Antonio Hamilton Mourão, 65 anos. Os comunistas de hoje se inspiram um bocado no filósofo italiano marxista morto 81 anos atrás, para impor “uma forma de dominação” insidiosa: “A hegemonia do consenso”, hoje representada pelo politicamente correto. “Se você sai hoje um milímetro dele, é execrado”, diz.

E Mourão, para o gosto da esquerda, é um outdoor ambulante da incorreção política. Já defendeu, num evento maçom, a intervenção militar como antídoto para a corrupção. Declarou que o Brasil herdou a “indolência” dos indígenas e a “malandragem” dos africanos. Pior: aceitou ser vice do candidato à Presidência que mais confortavelmente veste as causas da extrema-direita em 2018, Jair Bolsonaro (PSL).

BABOSEIRAS – Mas tentativas de rotulá-lo como isso ou aquilo são “baboseiras”, diz à Folha o general de fala mansa, posições duras e uma pistola 45 guardada numa gaveta em seu apartamento, no posto seis da praia de Copacabana —além do imóvel, esse no nome dos filhos, ele declarou à Justiça Eleitoral outro, com valor venal de R$ 204 mil, um veículo de R$ 61 mil (um Sandero) mais aplicações de R$ 2.203 (poupança) e R$ 147.446,7 (renda fixa).

Mourão, que se descreve como “liberal na economia e conservador nos costumes”, tem das suas ideias fixas. O antipetismo, por exemplo. “Sempre considerei o PT a vanguarda do atraso. Não soube respeitar o que é a democracia.”

Inclusive uma intervenção militar seria bem-vinda “caso a candidatura de Lula fosse aceita e houvesse protestos significativos por parte da população”, e vice-versa: “O Judiciário decide que Lula não será candidato, o que pode levar aos caos, a uma situação em que a Força tenha que intervir”.

PÓS-64 – O regime militar brasileiro é um tema caro a ele e Bolsonaro, que foi seu “bixo” (jargão para calouro) na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) —os dois se formaram nos anos 1970 nesta instituição onde há um salão batizado com o nome de Emílio Garrastazu Médici e uma fachada com a inscrição “ides comandar, aprendei a obedecer”.

O período não era esse bicho-papão que a esquerda, por “desonestidade intelectual”, tenta vender, não na opinião do general. Veja a questão da tortura. “Não aprovo, ok, não é um método interrogatório válido, mas foi aquilo utilizado naquele momento”.

Fora que é “óbvio que muita gente em quem [os militares] não encostaram um dedo” veio depois alegar ter sido torturada, “quando apareceu a possibilidade de indenização”, diz Mourão, que usa na lapela do paletó um broche dourado em formato de granada.

ANTICOMUNISTA – O horror ao comunismo ele herdou do pai, militar graduado na época da Intentona Comunista, rebelião liderada por tenentistas, Luís Carlos Prestes entre eles, para derrubar Getúlio Vargas em 1935. “Aquilo calou fundo por atentar contra princípios básicos [nas Forças]: a lealdade e a camaradagem. Companheiros mataram outros que dormiam. Aquela geração se tornou anticomunista ferrenha.”

Especializada no episódio, a doutora em história pela USP Marly Vianna sustenta em seus escritos que essa versão foi plantada para que se fizesse crer em insurgentes “a tal ponto traidores que teriam sido capazes de baixezas como a dos fantásticos assassinatos de colegas dormindo”, algo inverossímil dada a tensão nada sonífera no quartel no dia.

COM FIDELIX – Mourão conversou com a Folha na semana passada e emendou uma sabatina no BTG Pactual.  Ao seu lado tinha Levy Fidelix, entretido com o painel no lobby de seu hotel, que trazia a pintura de um aerotrem —sua bandeira coqueluche nas duas vezes em que foi presidenciável, em 2010 e 2014.

Levy Fidelix agora tenta a Câmara, abrindo espaço para que o novo filiado do PRTB assumisse a vice de Bolsonaro. À plateia do banco de investimento, Mourão citou Roberto Campos, referência do liberalismo nacional, e chamou o cabeça de chapa de “Zero Um”.

“Bolsonaro seria mais o agitador. Sou mais o propagandista”, diz à reportagem sobre o papel que vem exercendo na chapa, o de dialogar com empresários e entidades. Também faz as vezes de conselheiro. Para debates, recomenda: “Cabeça fria num corpo quente”.

MISSA NO DOMINGO – Mourão se vê como um tipo sereno. Frequenta a missa todo domingo, a da igreja Nossa Senhora da Paz, a duas quadras da praia de Ipanema. É verdade que anda faltando a algumas, culpa da campanha. Se está em Brasília, é na Paróquia Militar do Oratório do Soldado que vai —os fardados têm uma Arquidiocese só deles, a Militar, e o líder dela, dom Fernando Guimarães, é um bom amigo, conta. “Ele também gosta de uísque.”

Tomar um “uisquinho” é ritual noturno para o general, melhor ainda se da marca Jura, “single malt”. Outra tradição deste filho de uma professora universitária de letras é ler, e ler mais de um livro ao mesmo tempo, se possível.

Entre as leituras atuais: “A Ascensão do Dinheiro”, de Niall Ferguson, e uma biografia de Thomas “Stonewall” Jackson, general que lutou do lado confederado, que defendia a continuidade da escravidão, na guerra civil americana. 

DILETO AMIGO – Esse último foi presente de outro “dileto amigo”, o “maior presenteador de livros”, com quem acumula “oito anos de afinidades”. Fala do desembargador Thompson Flores, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que confirmou a condenação de Lula a 12 anos de prisão. Mourão o recepcionou dias atrás no Clube Militar, sob sua presidência desde maio.

Antes disso, chefiava a Secretaria de Finanças do Exército. Mourão se diz zeloso à hierarquia: “Canso de dizer, decisão de comandante não se discute”. Resignou-se, portanto, quando o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, o removeu do cargo após críticas públicas ao governo Michel Temer em dezembro, numa palestra no Clube do Exército, a convite do grupo Ternuma (Terrorismo Nunca Mais).

COISA NORMAL – “Foi considerado uma ofensa [a Temer], fui exonerado, uma coisa normal”, diz a respeito da avaliação que então fez sobre o país: “Não há dúvida que atualmente estamos vivendo a famosa ‘Sarneyzação’. Nosso atual presidente vai aos trancos e barrancos, buscando se equilibrar, e, mediante o balcão de negócios, chegar ao final de seu mandato”.

Outra palestra já o meteu em apuros com a alta cúpula militar. Em 2015, foi transferido do Comando Militar do Sul para a burocrática pasta de Finanças após criticar o governo Dilma Rousseff.

Não ajudou um general sob sua tutela ter promovido no dia homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, chefe da repressão na ditadura —já definido como “herói” tanto por Mourão quanto por Bolsonaro.

INTERVENÇÃO – A polêmica que mais deu o que falar ocorreu em 2017, numa loja maçônica de Brasília. Disse então que seus “companheiros do Alto Comando do Exército” entendem que uma “intervenção militar” seria válida se o Judiciário “não solucionar o problema político” (a corrupção no meio). Mourão é maçom, “como Duque de Caxias”. Agora está mais inativo, mas até pouco era filiado a um grupo de Porto Alegre.

Como Bolsonaro, tem a seu lado uma mulher décadas mais nova —Paula, 42, que conheceu no Exército. A primeira esposa, mãe de seus dois filhos, já morreu.

Antes de se declarar indígena ao TSE, Mourão alvoroçou a opinião pública ao dizer que “temos uma certa herança da indolência, que vem da cultura indígena”. “As pessoas ficaram meio chocadas”, mas como falar de racismo? Ele é o que por acaso? Não branco, preto, pardo ou asiático.

REFLEXÕES – “Minha avó era cabocla. Olha a minha foto, se me pôr um cocar, passo tranquilamente numa [aldeia]”.

“Não vejo esse papel de ‘eu sou o terror’”, afirma sobre o estoque de controvérsias que cultivou nos últimos anos. O que declarou sobre indígenas e africanos não é nada que medalhões como Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda não tenham tratado ao investigar a formação da identidade verde-amarela, diz Mourão.

“O brasileiro é um homem cordial pois gosta de estabelecer relações mesmo se não é bem-vindo naquele relacionamento. Tipo o carioca que fala ‘passa lá em casa’, mas não quer que o cara passe lá de verdade”, diz o general cordial.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O general Mourão insiste em defender a tortura, que é considerada crime contra a humanidade e imprescritível. Fico na dúvida se ele realmente lê tantos livros assim. Me parece bronco demais para ser letrado. (C.N.)

42 thoughts on “Mourão compartilha com Bolsonaro o antipetismo e a admiração por torturador

  1. Com o Lula fora da parada os ataques ao Bolsonaro vão se intensificar e tornar-se-ão pior que o voto do Fachin. O medo da esquerda corrupta, de uma cadeia, vai fazer o caldeirão ferver.

  2. Realmente essa questão de se voltar a falar de tortura quando se trata da candidatura Bolsonaro está ficando um porre… Alguém aqui acha que a guerrilha não torturava seus prisioneiros? Eles torturavam a seus próprios “cumpanheiros” quando suspeitavam de traição !!! Isso não está em um, nem em dois, nem em três depoimentos de ex-guerrilheiros… Agora é esse teretetê de que só um lado torturava. Quantos soldados foram capturados, torturados e executados no Araguaia? E quem confessa a prática dessas torturas são ex-guerrilheiros. Seguramente a tortura é um crime hediondo e inclusive condenada pela Convenção de Genebra de 1949 e seus protocolos adicionais. O Brasil com isso do politicamente correto está cada dia mais cansativo… Os milicos não podiam torturar, mas os guerrilheiros parece que podiam !!!

    • Desculpe, Sylvio Amorim, a tortura não pode ser executada por ninguém, seja por militares ou guerrilheiros. Para mim, quem defende a tortura é uma pessoa de evidente má indole. Não existe justificativa para tortura, nem mesmo a alegação de que o outro lado também torturara… Posso estar errado, mas é a minha opinião. Se o Exército apoiasse tortura e terrorismo, Brilhante Ulstra e Wilson Machado teriam chegado ao generalato. Pense nisso.

      Abs.

      CN

      • Com todo o respeito a Tribuna da Internet, tortura não é aceitável, nunca, exceto quando em uma guerra ou em casos de terrorismo, para evitar um mal maior, sendo necessário para salvar mais vidas, com a confissão, na minha singela opinião. Vejamos essa situação: Um grupo terrorista planeja colocar uma bomba no saguão de um aeroporto. Havendo já suspeitas fundadas disso, e não se sabendo onde a bomba será colocada, se consegue prender um dos terroristas.Como fazer o terrorista confessar? Ou não se faz nada, e se deixa pessoas inocentes serem explodidas? No Brasil isso aconteceu, e acontece toda hora no Oriente Médio. Cabe torturar o terrorista nesse caso para descobrir onde está a bomba? Os direitos humanos dos inocentes não estariam sendo suprimidos nessa caso? Há… mas no Brasil não havia guerra vão dizer… não, não havia, mas haviam terroristas brasileiros treinados em Cuba e na China que aqui estavam para derrubar um governo e implantar o comunismo/marxismo. Melhor mesmo, seria não haver tortura, de lado nenhum, mas coisas precisam ser colocadas no seu devido lugar. Parecida, é a mesma perseguição que vem acontecendo com Bolsonaro, pois enquanto ele estava do lado da vítima de um estuprador/assassino, Maria do Rosário defendia o meliante. Sem falar na tortura diária que o povo brasileiro vem passando nas mãos dos atuais políticos que se utilizam da corrupção e do poder para massacrar, humilhar os brasileiros, não passando um dia sem que nos preocupemos com o nosso futuro, incerto e intranquilo. Abraços.

        • Afinal, a tortura não se verifica unicamente no plano físico, por conta de ações antiguerrilha. Há outros tipos como esse em que “jornalistas” ideologizados insistem em abordar tema já encerrado pela Lei da Anistia que, por sinal, foi “total e irrestrita”. Essa tortura não é direcionada, apenas, ao alvo do texto. É, também, direcionada a todos aqueles que veem no general uma figura isenta de gravames corruptos que o impossibilitem de concorrer à vice-presidência. Esse tipo de jornalismo, sim, é torturante!

      • Tortura é desumano. Mas o que é tortura? Desviar recursos do estado que leve o povo ao estado de miséria sem educação nem segurança nem saúde não deve ser considerado tortura? Nestes termos Lula é mais torturador do que os militares citados.

    • Caro Silvio, o exército representa o estado e a lei, logo não pode usar os mesmos mecanismos que os fora da lei usam, simples. Os agentes da lei não podem agir a margem da lei. Ou você começará a roubar, traficar, sequestrar e estuprar por que marginais o fazem? Defender e admirar generais torturadores é defender e admirar criminosos, é isso que os generais torturadores eram.

  3. Se o Roberto Marinho chancelou o regime militar de 1964 quem somos nós para contradizê-lo?

    O povo está se lixando para esse papo de revolução e torturas, pois é torturando diarimente pelos governos incompetentes e corruptos de todo o Brasil.

    Pauta da Folha esquerdista desesperada com o fim da mamata.

  4. Não se vê um só artigo publicado sobre os líderes esquerdistas brasileiros com os dentes arreganhados cultuando genocidas como Fidel Castro, Maduro, Mao & Cia.

    Mataram inocentes no attacado mas ninguém fala nada!

  5. Apenas uma pergunta , para mim , óbvia?

    temos medo da hipotetica tortura do Bolsonaro, porque a esquerda em caso de derrota vai implantar a guerrilha no Brasil?

    Se temos este risco, por que esta pergunta e cercamento nao é feita a Dilma, Haddad, Pimentel, Dirceu, etc??

    Ou estamos imaginando que o Bolsonaro vai implantar a tortura como cartilha institucionalizada?

    Não estamo desenterrando os cadáveres apenas daquela parte do cemitério que nos interessa?

    Nao esta na hora de olhar para frente ??

    • Se você acha que um presidente pode admirar torturadores, ser racista, homofóbico e misógino vá lá e vota no Bolsonaro. Além disso não tem capacidade intelectual para presidir o país (o que é uma consequência, já que uma pessoa com as características listadas acima deve ser muito limitada intelectualmente).

      • Como é de conhecimento geral, todos os votantes do capetão Bozo o terror dos bandidos canhotos são, de baixa capacidade intelectual, cultural, espiritual e todos os aus que mais houver, fico me perguntando, pra que tanta insistência em tentar converter infiéis.
        perda de tempo.
        Vai ai um mantra para uma boa eleição

        pra um povo que teve inúmeros bandidos, duas mulas, uma besta e meia, meio vampiro e inúmeros jumentos no desgoverno da nação, um cavalo é lucro

          • Humor negro, confesso.
            Um bom e continuo investimento em educação básica (básica) ajuda bastante.
            Apesar dos ânimos exaltados somo um nação de cidadãos cordiais ordeiros cordatos, as vezes cordeiro, depois da eleição independente do bicho que der, se somente si o governo começar a melhorar os indicadores de uma recuperação, todo mundo vai voltar a vida cotidiana, trabalho escola buteco churrasco e a vida continua, só não vale essa avacalhação total que vivemos no mais vamos nos aguentando.

  6. Vem cá: o governo arrecada tubulhões de reais e o destina a pagamento da folha de proventos do funcionalismo – em especial ao judiciário – pouco se lixando para a penúria dos hospitais e a assistência negada aos necessitados que morrem à mingua nos corredores. Não é uma tortura dissimulada? Ora, vão pentear macacos.

  7. Tribuna da Internet, ninguém é apologista da tortura. Inclusive citei a Convenção de Genebra. A pura verdade é que AMBOS os lados torturavam, e AMBOS os lados estavam totalmente equivocados em suas práticas. Agora querer colocar a guerilha dentro de uma redoma e a taxar de “santa” como é hoje o politicamente correto não passa de uma imbecilidade histórica.

  8. O mais interessante é que ex-guerrilheiros e esquerdistas festivos como FHC passaram a partir de sua governança a receber vultosas mesadas do povo brasileiro, afinal o dinheiro vêm dos nossos impostos a título de indenização por terem sidos bandidos.. O Brasil é mesmo surreal, ELLES assumiram o poder em 1995, passaram a mamar em todas as tetas, as da corrupção, as dos cargos de confiança, as das mesadas por terem sido terroristas, pelos salários como políticos, etc..

  9. Não aceito e detesto torturadores são covardes e nada valem.

    Espero que Bolsonaro seja eleito para mandar para a vala apenas os facínoras que a cada minuto matam nosso povo inocente e indefeso.

    Bolsonaro é um cavalo, estúpido e ignorante mas é dele que o Brasil precisa, infelizmente.

  10. Vamos ser honestos mesmo, quem aqui sabe realmente o que ocorreu naquele tempo?
    Ninguém. São somente fleches e informações pouco verídicas.
    Será que realmente a culpa é só dos milicos?
    Onde andava a sociedade civil?
    Recolhida dentro de casa com medo dos fuzis? ou aproveitando a paz de espirito de uma sociedade possível a época.
    Foi a sociedade civil que chancelou o golpe, seja pela paz de uma sociedade minimamente segura e conveniente de se viver(pois não era proibido sair do pais) seja pelo silencio, então os milicos não foram os únicos culpados.
    E muito antes pelo contrario, a policia civil é regida pelos militares, nunca o foi, e foram os piores, os civis, chancelados pelos milicos chancelados pelos cidadãos de bem, que o que mais queriam era a vida comum sem percalços, trabalho escola saúde buteco e churrasco, essa merda de revolução é coisa da cabeça de uma duzia de retardado celerado que não conseguiu arregimentar mais que 100 mil seguidores retardados as quais queriam por que queriam que o pais fosse do jeito deles e deu no que deu.
    É muito mais fácil culpar os milicos né, afinal viviam nos espreitando e torturando a torta e direita.
    Em questão de tortura não estou eu aqui a defende tal questão, só estou a mostra os fatos, a época dos acontecidos tortura erá normal até nos países ditos civilizados, exemplo Guantánamo, a colonia de ferias penal americana resiste até hoje.
    Então vamos falar do futuro dos programas de governo dos abestados que podem nos governar pelos próximos anos e vamos rezar para não nos fodermos muito.
    segue um mantra pra ajudar

    pra quem teve inúmeros bandidos, duas mulas, uma besta e meia, meio vampiro, um bando de jumentos no desgoverno da nação, um cavalo é lucro.

  11. O mal de Bolsonaro e Mourão está nas línguas deles. Por que ambos não agem com a taciticidade de Poll Pot ou a dos líderes vietcongues? Por que não plagia a dissimulação dos EUA? Esta nação que condena veementemente a tortura, aos quatros ventos; todavia, nos porões escuros, adota-a como prática corriqueira. A base militar de Guantanamo é um biotério de cobaias rotuladas de terroristas e vedurgos norteamericanos.

  12. E por falar em tortura lembrei que o ciro gomes vem nos torturando com a apologia de uma guerra civil e que ele é o único capaz de nos tirar desta situação

    o que me diz disto TI

    o retardado celerado ainda que ser eleito.

  13. O que é tortura afinal, boa pergunta. Se facções criminosas e bandidos estão fazendo campanha para que não votem em Bolsonaro, é porque de fato, Bolsonaro merece nosso apoio. Ou a sociedade está do lado de criminosos? Isso sim é tortura, aliás é mais, é Síndrome de Estocolmo.

  14. tortura é execrável, venha de onde vier!
    mas, vamos ser HONESTOS !
    por que só falam de um lado? e o outro?
    VAMOS SER HONESTOS !
    .
    felizmente [será possível, AQUI, escrever ”’felizmente”’?]
    (in)’felizmente’, quem foi executado foi Mário Kozel Filho!
    não foi nenhum outro dos milhares de Filhos e Juniores, Brasil afora.
    .
    não fosse o Mário Kozel Filho, mas outro Filho,
    estariam hoje acusando os ”’torturadores”’?

    VAMOS SER HONESTOS !!! !!! !!!

  15. E daí que ele tem uma 45ACP?Sou o feliz e satisfeito proprietário de uma Imbel toda de aço, cano Bull, 15×1, utilizo munição Federal Express, Hydra Shok, conhecida como “flor”, aquela que arrebenta vagabundo sem piedade!

  16. Mourão depois de ameaçar e aterrorizar os brasileiros, com intervenção, quer dar agora uma de bom moço. Quem não respeita o povo, não pode ser respeitado. Ele divia responder a oficial ou oficiais da Aeronáutica da ativa que se referiram a ele de maneira bem clara, falando até em algo errado na Espanha. Isso saiu na mídia. Mourão pode dar um passeio na Espanha? Tem até lobista na parada.

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