Na luta contra o Estado Islâmico, a Rússia não fará prisioneiros…

Rússia não terá compaixão com o Estado Islâmico

Pepe Escobar
RT

A essa altura, o chamado Estado Islâmico já deve ter aprendido: meteram-se com os caras errados. Entramos em território de “não se carregam prisioneiros”. Agora, a Rússia tirou a luvas.Especialmente depois que Dabiq, revista online de terroristas, publicou uma foto de uma bomba que seria idêntica à que derrubou o Metrojet: aparelho primitivo, numa lata de Schweppes Gold, posto sob o assento de um passageiro. Também publicaram fotos (supostamente feitas “pelos mujahedeens”) de passaportes de vítimas russas.

O destino coletivo deles foi selado no minuto que o Diretor do Serviço Federal de Segurança Aleksandr Bortnikov disse ao presidente Putin, sobre o desastre do Metrojet, dia 31 de outubro no Egito, que “podemos afirmar com confiança que foi ato terrorista.”

Os bandidos do ‘califato’ podem mandar nos desertos e para lá dos desertos do “Siriaque” – mas não conseguirão esconder-se. A mensagem da presidência da Rússia foi clara: “Encontraremos e puniremos esses criminosos. Faremos isso, sem prazo para concluir a missão. Descobriremos todos os nomes, de todos. Caçaremos cada um e todos onde estejam, não importa onde se escondam. Encontraremos todos em qualquer local do planeta e os castigaremos.” A mensagem vem com estímulo extra: recompensa de $ 50 milhões de dólares oferecida pelo FSB, por qualquer informação que leve aos perpetradores da tragédia do Sinai.

HEAVY METAL

A mensagem de Putin foi imediatamente vertida para heavy metal, na forma de massiva, impressionante barragem de fogo russo sobre 140 alvos no ‘califato’, atacados com 34 mísseis cruzadores lançados do ar e ação furiosa dos bombardeiros estratégicos Tu-160, Tu-22 e do Tu-95MC ‘Urso’. Foi a primeira vez que os bombardeiros russos estratégicos de longo alcance foram empregados desde a jihad afegã dos anos 1980s.

E mais virão – para serem alocados na Síria; deslocamento extra de 25 bombardeiros estratégicos, oito jatos de ataque Su-34 ‘Fullback’ e quatro Su-27 ‘Flanker’.

Já na reunião do G-20 em Antalya, Putin revelara espetacularmente a lista dos que contribuem para financiar o Daesh – lista completa, com “exemplos baseados em nossos dados sobre o financiamento, por indivíduos privados, de diferentes unidades [do Daesh].”

O detalhe-explosão: o dinheiro do Daesh, “como já determinamos, vem de 40 países e há entre eles vários membros do G20” – disse o presidente Putin. Não é preciso ser gênio da Caltech para adivinhar quais são esses membros. Melhor que levem a sério a mensagem de “podem correr, mas não conseguirão se esconder”.

UM MITO DESFEITO

Além disso, Putin desmontou – com provas – à frente de todo o G20, o mito de que alguma Washington estaria seriamente engajada em alguma luta contra o Daesh: “Mostrei aos nossos colegas fotos tiradas do espaço e de aviões, que demonstram claramente a escala do contrabando de petróleo.” Falava da frota de caminhões tanques nos quais o Daesh contrabandeia petróleo, mais de mil caminhões.

Na sequência, trabalhando aparentemente a partir da inteligência de satélites russos, o Pentágono, miraculosamente, deu jeito de encontrar uma fila de caminhões tanques que se estendia “além do horizonte”, pela qual os terroristas contrabandeiam petróleo sírio. Então sim, bombardearam devidamente 116 caminhões tanques. Foi a primeira vez. E, isso, em mais de um ano, tempo durante o qual a Coalizão dos Oportunistas Finórios (COF) estaria, teoricamente, combatendo contra o Daesh. Antes, o único bombardeiro contra os caminhões tanques que jamais aconteceu foi obra da Força Aérea Iraquiana.

A “estratégia” dos EUA, que Obama pôs em modo turbo recentemente, é bombardear a infraestrutura (envelhecida) do petróleo sírio, atualmente expropriada e explorada pelos terroristas do Daesh. Tecnicamente, é propriedade de Damasco e portanto pertence “ao povo sírio”.

DINHEIRO A GANHAR

Mesmo assim Washington sempre pareceu até hoje mais focada, à moda do capitalismo de desastre, em outro “povo”, que teria muito dinheiro a ganhar reconstruindo a infraestrutura devastada da Síria, no caso de o golpe de “Assad tem de sair” funcionar.

Mais uma vez, a Rússia foi direto ao ponto. Bombardear a rede de transporte – os comboios de caminhões carregados de petróleo contrabandeado, não a infraestrutura instalada do petróleo. Assim, com o tempo, os contrabandistas de petróleo terão de cair fora do business.

A razão chave pela qual o governo Obama jamais antes pensara nessa possibilidade é a Turquia. Washington precisa de Ancara, membro da OTAN, para continuar a usar a base aérea de Incirlik. E há a sensibilíssima questão de quem lucra com a operação de contrabando de petróleo do Daesh.

Gursel Tekin, do Partido Socialista Turco já provou que o petróleo contrabandeado pelo Daesh é exportado para a Turquia pela BMZ, empresa de navios controlada por ninguém menos que Bilal Erdogan, filho do presidente-sultão Erdogan. No mínimo, é violação da Resolução n. 2.170 do Conselho de Segurança da ONU. À luz da mensagem de Putin – de que irá à caça de qualquer entidade envolvida no processo de facilitar a operação do Daesh, o clã Erdogan bem fará se tratar de providenciar alguma desculpa bem boa.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGO artigo enviado por Sergio Caldieri mostra a gravidade da situação no Oriente Médio. Foi escrito antes da derrubada do caça russo, que supostamente teria invadido território turco. Uma situação muito complicada, que deve preocupar a todos nós, embora estejamos a milhares de quilômetros do conflito. (C.N.)

63 thoughts on “Na luta contra o Estado Islâmico, a Rússia não fará prisioneiros…

  1. Caro jornalista,

    Na minha opinião, tanto o texto quanto o título têm muita empolgação!

    Se essa guerra acontecesse daqui a uns cinco, seis anos, quando a Rússia já estivesse recebendo os bilhões de dólares chineses pelo gás encanado e com os novos mísseis intercontinentais e os novos aviões operando, Ancara teria pensado várias vezes antes de derrubar o avião russo. E a Rússia não pensaria duas vezes antes de fechar o gás…
    A Rússia, ante o boicote ocidental e com a economia meia-boca, precisa dos dólares de Ancara. E Ancara precisa do gás russo.

    O que acontecerá será uma chuva de bombas nos “rebeldes moderados” que, embora estejam no lado interno da fronteira síria, serão apoiados por Ancara e, quando a Rússia sair da Síria, deixará os modernos sistema antiaéreo S-400 para Assad, para dificultar a vida dos vizinhos, da mesma forma que pretende vender o S-300VM ao Irã, sob protestos dos EUA.
    Veremos.

  2. Caiu de vez a máscara de Obama e dos Estados Unidos, não só relacionados à Síria, quanto à premeditação de destruir o governo Líbio, o que fizeram, gerando o caos – o mesmo caos que pretendem produzir na Síria derrubando Assad. A carta do Senador norte-americano a Assad conta que os EUA estavam de mentirinha na Síria, dizendo para os jornais norte-americanos que estava combatendo o Estado Islâmico, quando na verdade os estava financiando e protegendo. Há uma trama bem urdida no Pentágono para instalar ditaduras sanguinárias nestes países.

    Tudo era feito com cumplicidade da Turquia, da Jordânia e da Arábia Saudita, que dispunham de campos de treinamento para a CIA treinar os terroristas, dar-lhes armas e dinheiro. Muitos membros do G 20, segundo a denúncia de Putin, patrocinam os terroristas para que derrubem Assad do poder. Saindo Assad pela força das armas, instalar-se-á na Síria, com o aval dos Estados Unidos, França, Jordânia, Arábia Saudita e Turquia (e outros membros do G 20 ainda não revelados) um califato, cujo califa será o líder do EI. Estes são os Estados Unidos da América, o capitalismo exemplar, com sua cultura ética judaica-cristã, que diz a todo momento que deseja implantar em todos os países sob sua influência o regime democrático, as amplas liberdades democráticas, governos eleitos pelo povo e o Estado de Direito. Aqui no Brasil, os norte-americanos ajudaram os brasileiros a implantar uma democracia e um Estado de Direito, conspirando com militares e civis para derrubar o governo João Goular, e implantar a Ditadura Militar de 1964.

    Como disse, o artigo de Pepe Escobar tira a máscara dos Estados Unidos e poem uma pá de cal naqueles que ainda creem que esta nação é um paraíso capitalista, ético, democrático, de moral judaico-cristã, a esperança do Ocidente. Apesar do Francisco Vieira ter colocado o link, vou reproduzir a reportagem, pois sei que muitos não gostam de abrir links, com medo de vírus:

    Em sua carta, Black disse que o conflito no país foi gerado de fora, constituindo “uma guerra ilegal de agressão por potências estrangeiras determinadas a forçar um regime fantoche sobre a Síria”.
    À Sputnik, o senador lembrou que, em 2001, o general Wesley Clark – ex-líder do Comando Europeu, que inclui todas as atividades militares dos EUA em 89 países e territórios na Europa, África e Oriente Médio – revelou planos de Washington de derrubar sete “nações pacíficas, incluindo a Líbia e a Síria”.

    “Aqueles planos levaram aos piores desastres da política externa na história dos EUA”, disse Black.

    Segundo ele, a Agência Central de Inteligência (CIA) norte-americana elaborou um pretexto para atacar a Líbia, a fim de enviar as armas do então presidente Muammar Khaddafi para a Turquia e, assim, derrubar eventualmente “o governo estável e secular da Síria”.

    “Antes mesmo que a Líbia tivesse entrado em colapso, agentes começaram a enviar armas apreendidas para a Turquia a partir de uma base aérea líbia ocupada. A Turquia forneceu essas armas a terroristas sírios por anos”, disse ele.

    O senador, representante do estado da Virgínia, disse ainda que “as agências de inteligência ocidentais instigaram a revolução síria a fim de derrubar o Presidente Assad”, cuja liderança secular seria repudiada pela Arábia Saudita e pela Turquia, que, segundo Black, prefeririam ver na Síria uma “severa ditadura islâmica”.

    “Se os turcos e sauditas forem bem-sucedidos, eles vão instalar um brutal regime islâmico dominado pelo Estado Islâmico ou pela Al-Qaeda. Um banho de sangue massivo, com o estupro e a escravização de cristãos, alauítas, drusos e muçulmanos moderados se seguirá inevitavelmente”, disse ele à Sputnik.

    Ainda segundo o senador norte-americano, o ataque químico de Ghouta, ocorrido em agosto de 2013 nos arredores de Damasco, foi “encenado por rebeldes para atrair a América [os EUA] para um combate direto contra a Síria”. O fato, segundo lembrou o político, foi confirmado pelo ganhador do Pulitzer Seymour Hersh, que afirma que o ataque com gás sarin na Síria foi realizado por rebeldes sob a direção de agentes da inteligência turca.

    Bandeira da Turquia vista durante protestos em Antália. 15 de novembro, 2015.
    © AP PHOTO/ EMRAH GUREL
    Especialistas: Queda do Su-24 foi provocação turca coordenada com EUA
    Em sua carta a Assad, Black expressou decepção diante da maneira com a qual os EUA responderam a ajuda da Rússia para a Síria – enviando mísseis antitanque TOW a terroristas. Criticando a loucura de tentar separar os “bons terroristas”, aos quais as armas seriam enviadas, em oposição aos “maus terroristas” que ficariam privados delas, o senador acrescentou que o envio dos mísseis por parte dos EUA é extremamente irresponsável, na medida em que armas antitanque têm longo alcance e podem ser usadas para atacar e destruir aviões de passageiros que estiverem decolando.

    À Sputnik, Black disse que, apesar do anúncio sobre o encerramento do programa de treinamento de “rebeldes moderados” da Síria por parte do Pentágono, “os EUA continuam profundamente envolvidos em treinar terroristas e em armá-los para confrontar as legítimas forças sírias”.

    “Nos últimos quatro anos, os EUA treinaram 200 terroristas a cada mês apenas em bases na Jordânia. Essas jihadistas atravessam regularmente a fronteira para invadir a Síria. A CIA também administra campos de treinamento na Arábia Saudita, no Qatar e na Turquia. Dezenas de milhares de caminhões Toyota equipados com canhões de 23 mm estão sendo entregues nos portos da Turquia, a partir da Croácia, e sendo entregues a facções ligadas ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda que lutam na Síria”, disse ele.

    Rebeldes sírios preparam um lançador de morteiro

    © REUTERS/ MOHAMAD BAYOUSH

    Rebeldes apoiados pela CIA recebem armas capazes de derrubar aviões comerciais
    Black observou ainda que a onda de refugiados da guerra civil síria, que já dura mais de 5 anos, só tomou as atuais proporções dramáticas na Europa “depois que o presidente [turco Recep Tayyip] Erdogan consolidou poder total na sequência das recentes eleições”.

    “Eu tenho um profundo afeto pelo povo sírio, mas seu lar é na Síria. Em vez de reassentá-los no exterior, deveríamos parar de fornecer armas aos terroristas e trazer um fim à guerra”, declarou o senador à Sputnik.

    De fato, segundo ele, as nações ocidentais que começaram a guerra teriam a capacidade de acabar com ela se assim o desejassem.

    “Não se engane, a guerra continua unicamente porque a coligação continua a jogar lenha na fogueira. Esta guerra é impulsionada por uma série de coisas relacionadas, incluindo: 1 — os petrodólares sauditas, financiando enormes compras de armas de comerciantes de armas ocidentais; 2 — a Turquia mantendo lacunas na fronteira, através das quais ela inunda os [grupos] afiliados do Estado Islâmico e da Al-Qaeda de jihadistas, veículos e armas; e 3 — comerciantes de armas ocidentais fornecendo mísseis antitanque e antiaéreos para os jihadistas”, concluiu o senador norte-americano.

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    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151126/2888332/eua-armam-terroristas-siria-turquia-senador.html#ixzz3scG6PoGT

  3. O inteiro teor da carta do senador pela Virgínia ao presidente Assad, da Síria – para quem sabe ler em inglês.

    London-Saudi Global TerrorStop WWIII
    Virgina Senator Richard Black Releases Nov. 14th Letter to Syrian President Bashar al Assad
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    Senator Black (Republican, 13th District Virginia) has twice entered resolutions in support of the restoration of Glass-Steagall into the Virginia State Senate. In November, he won re-election to the Senate against a well-funded Democratic opponent. The issue of Senator Black’s previous letter thanking the Syrian military for their defense of Syria’s Christian minority against the terrorists was raised during the election.

    The Nov 14th 2015 letter follows:

    Bashar al Assad President of Syria, Damascus, Syria.

    Dear Mr. President:

    I was pleased by the Russians’ intervention against the armies invading Syria. With their support, the Syrian army has made dramatic strides against the terrorists.

    I was delighted by Syria’s resounding victory over ISIS at the Kuwairis Airfield. My compliments to those who heroically rescued 1,000 brave Syrian soldiers from certain death. I am convinced that many such victories lie ahead.

    The Syrian War was not caused by domestic unrest. It was an unlawful war of aggression by foreign powers determined to force a puppet regime on Syria. General Wesley Clark, former Supreme Allied Commander Europe, revealed that by 2001, Western powers had developed plans to overthrow Syria. Yet after fifteen years of military subversion, NATO, Saudi Arabia and Qatar still cannot identify a single rebel leader who enjoys popular support among the Syrian people.

    Foreign powers have no right to overturn legitimate elections and impose their will on the Syrian people. Syrians alone must determine their destiny, free of foreign intervention. I am disappointed that the UN has turned a blind eye to the unlawful interference in Syria’s internal affairs.

    Before the war began, Syrians had the greatest religious freedom and women’s equality of any Arab people. Many Americans are surprised to learn that the Syrian Constitution provides for free elections, religious freedom, women’s rights, and the Rule of Law. Before criticizing Syria, the U.S. might first insist that our allies Jordan, Saudi Arabia, Qatar, UAE and Kuwait grant similar freedoms to their own people.

    I am disappointed that the U.S. has countered Russian assistance to Syria by forwarding shipments of TOW anti-tank missiles to the terrorists. This will only prolong bloodshed in Syria. And supplying weapons to “good terrorists” while denying them to “bad terrorists” is a fools game. The reckless dissemination of TOW missiles threatens worldwide civil aviation. Long-range anti-tank weapons can easily be targeted to destroy passenger jets taxiing for takeoff. As a Virginia Senator, I am concerned that such missiles might find their way to remote areas adjacent to Reagan National Airport, Dulles International Airport and others. I have corresponded with the United States President about these concerns.

    Today, the Army of Conquest receives extensive U.S. military support. The Army of Conquest is formed around al Nusra, which has sworn allegiance to al Qaeda. This means that the U.S. supplies weapons to the same terrorists who murdered 3,000 Americans on 9-11. This is an obscene betrayal of the victims of 9-11.

    People have begun realizing that the Syrian terrorists are militarily supported by our allies, Turkey, Saudi Arabia, and Qatar. Indeed, ISIS has no more loyal backer than Turkey, which serves as its main conduit for jihadists, weapons, medical support and trade. Although Turkey is included in the Coalition against ISIS, it has contributed nothing of significance toward the Coalition’s lackluster performance.

    It is apparent that the objective of the Turks and Saudis is to impose a murderous theocratic dictatorship on the Syrian people. If they succeed, Christians and other minorities will be slaughtered or sold into slavery. Many good-hearted Sunni and Shia Muslims will also be burned, drowned, crucified and beheaded.

    But world opinion is turning against the terrorists and their supporters. The cruel mistreatment of captured Syrian soldiers by terrorists groups is appalling. Many Americans find the behavior of these so-called “moderates” morally abhorrent.

    I bled, fighting to defend this nation’s honor. I will oppose American support for terrorists, like the Army of Conquest and ISIS that threaten Syria. Many Virginians join in praying that the Syrian Arab Army and its allies will triumph over the forces of evil, and that peace will soon return to Syria

    Thank you for protecting the lives of Christians and of all good people of Syria.

    Sincerely, Richard H. Black Senator of Virginia, 13th District.

    Friday, November 20, 2015
    Short

  4. Interessante…
    Putin invade a terra dos outros, sai matando a população, e não quer represálias?!
    O russo quer ser onipotente?
    Não, vai aprender a levar bombinha na cabeça também, e constatar que lidar com terroristas – onde ele é um deles – o furo é mais embaixo ou esqueceram da Chechênia, Crimeia e Ucrânia, recentemente?
    Evidente que não sou adepto do EI, tampouco do Estado Petista, mas essa história de usurpadores, russos e americanos, estarem em países que não são os seus e querem se arvorar ter direitos sobre eles, eis o resultado:
    A contabilidade de alguns mortos, que deveriam estar em suas casas.
    A Rússia não sofreu atentado em seu território pelo EI.
    O avião da Metrojet, abatido pelo EI, foi bem depois de Putin estar na Síria se mostrando para o mundo como herói.
    Quer dizer, o ex-chefe da KGB estava sendo um intruso, da mesma forma que seu colega americano, Obama que, por sua vez, mesmo que não tenha sido na sua gestão, o Tio Sam sofrera um dos mais perfeitos e mortais atentados terroristas de todos os tempos com quase três mil mortos, em 11/09/2001, nas Torres Gêmeas.
    Porque essa alegação que ambos estão na Síria para aniquilar com os terroristas é a maior besteira que li nos últimos anos, uma colossal mentira, um acinte às mentes um pouco lúcidas!

    • Completam-se 25 anos das mobilizações contra a ‘Escola de Assassinos’ nos EUA
      25.11.2015 | Fonte de informações: Pravda.ru

      Completam-se 25 anos das mobilizações contra a ‘Escola de Assassinos’ nos EUA

      Movimentos de direitos humanos exigem o fim da Escola das Américas. Foto: Reprodução.
      Adital

      Milhares de ativistas de direitos humanos, pessoas que sobreviveram à tortura, trabalhadores de sindicatos, veteranos, migrantes, comunidades religiosas, estudantes e simpatizantes de todo o continente estão prontos e prontas para se encontrarem, em Fort Benning, Georgia [Estados Unidos], onde funciona a SOA. Uma coalizão de organizações e ativistas prepara uma conferência internacional de três dias, durante o próximo fim de semana, juntamente com uma vigília e uma procissão, chamando a atenção sobre as injustiças e impunidade estabelecidas pelas políticas estadunidenses.

      Os grupos estão exigindo uma mudança e o fim do intervencionismo e da política migratória estadunidense; o fim da controversa Escola das Américas (rebatizada como Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança). Além disso, o fim do Centro de Detenção de Imigrantes de Stewart.

      Para conferir o calendário completo dos eventos do fim de semana, de 20 a 22 de novembro, acesse:

      O fundador do Observatório pelo Fim da Escola das Américas (SOA Watch, por seu nome em inglês), padre Roy Bourgeois, afirma que, “apesar do estremecimento histórico de violações aos direitos humanos, a Escola das Américas continua operando com o dinheiro dos contribuintes estadunidenses. Se a Escola das Américas fosse fechada, se enviaria uma importante mensagem de respeito aos direitos humanos à América Latina e ao mundo”.

      Pelo nono ano consecutivo, a mobilização do fim de semana também se focará no Centro de Detenção de Stewart, localizado próximo à SOA, e que, atualmente, tem detidos aproximadamente 1.800 migrantes. Bourgeois assegura que “temos que abordar as causas fundamentais da migração, que, em grande medida, nascem das deploráveis políticas econômicas e militares que os Estados Unidos impõem na América Latina”.

      A Escola das Américas, hoje chamada de Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança, é uma escola estadunidense de treinamento militar, que se encontra em Fort Benning. Em 1996, produziu manchetes pela primeira vez, quando o Pentágono publicou os manuais de treinamento usados na Escola, que promoviam a tortura, a extorsão e a execução. Apesar disso ser admitido, juntamente com as centenas de violações aos direitos humanos vinculadas a soldados formados na Escola, nenhuma investigação independente sobre a instituição foi realizada.

      Situado em Lumpkin, Georgia (a 54 minutos de Columbus), o Centro de Detenção de Stewart, gerido pela Corrections Corporation of America, tem presos aproximadamente 1.800 homens imigrantes, para que sejam deportados. Sistematicamente, as políticas dos Estados Unidos criaram um fluxo de refugiados procedentes da América Latina, produto da exploração econômica, das intervenções militares, dos golpes de Estado e de outras formas de violência de Estado.

      ASOA Watch considera que as políticas punitivas de imigração, a crescente militarização na fronteira, os centros de detenção de imigrantes, com fins de lucro, a “guerra contra as drogas”, a “guerra contra o terror” e o treinamento de repressivos policiais e militares na SOA/WHINSEC (em português, Escola das Américas/Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança), contribuem diretamente para alimentar a injustiça social, econômica, política e racial, de um sistema de castas que afeta a milhões na América Latina.

      Neste ano, completa-se o 25º aniversário da vigília, que relembra aqueles que foram assassinados pelos graduados da SOA/WHINSEC. A primeira começou em novembro de 1990, relembrando o massacre de 1989, liderado por egressos da Escola das Américas, na Universidade Centro-Americana, em El Salvador, e que acabou com a vida de um jovem de 16 anos de idade, sua mãe, juntamente com seis sacerdotes jesuítas.

      Atualmente, a SOA Watch cresceu até converter-se em um movimento de solidariedade contra a militarização, em todo o hemisfério, abordando a militarização no âmbito doméstico e no estrangeiro.

      Para obter mais informações sobre a mobilização de 20 a 22 de novembro de 2015, por favor, visite o site

      Atualmente, a Colômbia é o número um em envios de tropas à Escola das Américas e, de acordo com o Informe Anual do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, em 2015, na Colômbia, continuou-se registrando violações contra defensores dos direitos humanos, em 2014. Até outubro deste ano, foram registrados 45 assassinatos de defensores de direitos humanos. Entre janeiro e dezembro de 2014, registrou-se a tentativa de assassinato de 18 defensores.

      Além disso, foi registrado um total de 297 ameaças, de forma individual ou coletiva, entre janeiro e outubro de 2014. Sem contar que continuam na Colômbia assassinatos por “falsos positivos”, que já somam milhares, nos últimos anos, à época, atribuídos ao Exército colombiano.Roy Bourgeois – expulso pelo Vaticano por apoiar a ordenação de mulheres sacerdotisas -, que possui sua casa em frente à academia militar, disse sempre que os povos da América Latina não necessitam de treinamento militar dos EUA, que somente causa dor, sofrimento e mortes.
      .
      Segundo a Fundação para a Liberdade de Imprensa, de 1º de janeiro a 10 de outubro de 2014, dois jornalistas foram assassinados na Colômbia, 64 receberam ameaças de morte, 45 denunciaram interferências na realização de seu trabalho, seis foram detidos ilegalmente e um informou sobre um atentado contra a sua vida.

      O México é outro dos países que continua enviando tropas para a Escola das Américas e onde a situação de direitos humanos é gravíssima. A Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) recebeu 8.150 denúncias, entre 2006 e 2013, de abusos cometidos por membros do Exército contra a população. Oficialmente, se fala na existência de 22.610 pessoas desaparecidas. Entre elas, o caso dos estudantes de Ayotzinapa, que foram detidos e estão na condição de desaparecidos desde 26 de setembro de 2014.

      Para além dessas cifras oficiais, estimam-se em 150 mil as pessoas assassinadas e desaparecidas.
      Que países seguem enviando tropas?

      Colômbia, Chile, Peru, Brasil, Uruguai, Panamá, México, Honduras, El Salvador, Guatemala, Paraguai, Costa Rica, República Dominicana, entre outros.

      Que países NÃO seguem enviando tropas?

      Venezuela, Argentina, Nicarágua, Bolívia e Equador.+

      São familiares estes nomes? Eles foram preparados na Escola das Américas:

      Rafael Videla (Argentina) – Hugo Banzer (Bolívia) – Manuel Contreras (Chile) – Efraín Ríos Montt (Guatemala) – Romeo Vásquez (Honduras) – Jaime Lasprilla (Colômbia) – Manuel Noriega (Panamá) – Roberto d’Aubuisson (El Salvador) Emílio Garrastazu Médici (Brasil)
      Como apoiar?

      Envie cartas às suas autoridades; organize fóruns, panfletos, cartazes, para sensibilizar sua comunidade ou organização; compartilhe esta informação nas redes sociais.
      Mais informação em: http://www.sowlatina.org.

    • Bendl, Provavelmente você desconhece uma frase de David Rockefeller (hoje com 100 anos feitos em junho), que pronunciou em 1973, repito, em 1973! (então com 58 anos), a respeito de como “entendia” o Regime Comunista Chinês que havia surgido em 1949, ou seja: apenas 24 anos antes, e havia assassinado cerca de 70 MILHÕES de chineses:

      “O experimento social da China sob a liderança de Mao é uma das mais importantes e bem sucedidas da história da humanidade”.

      Se acha que está tudo certo, então, não tenho mais nada a acrescentar e paramos por aqui. Mas se acha que tem alguma coisa minimamente errada, ou “desconexa”, então voltaremos ao assunto em outra ocasião. Abraço.

        • Bendl!
          Não é de agora que eu já tinha visto que você não está entendendo!
          O “jogo” simplesmente não é nada disso que você já definiu para sí mesmo como sendo a “realidade” !
          A REALIDADE é muito diferente, e te garanto, É MUITO PIOR!
          Você já leu “O Admirável Mundo Novo” (escrito por Aldous Huxley em 1932!!!) ou “1984” (escrito por George Orwell em 1947/8 do pós-guerra)? Você está baseando sua visão de mundo sobre o que?

    • onte de informações: Pravda.ru

      Estado Islâmico: a Conexão Washington. 23321.jpeg

      Sob influência de Dick Cheney, Washington propôs criação de um “principado salafista” no Oriente Médio. Foi o início do apoio da Arábia Saudita e de outras monarquias do Golfo aos jihadistas

      Para crescerem no Oriente Médio e ameaçarem capitais do Ocidente, jihadistas contaram com um apoio essencial: o dos Estados Unidos e seus aliados no mundo árabe.
      Por Talmiz Ahmad*

      Na noite de sexta-feira, 13 de novembro, três bandos, com oito pessoas no total, atacaram sete alvos em Paris. Mataram cerca de 130 pessoas e feriram centenas mais. A maioria dos mortos assistia a um concerto musical, uma noite de convívio alegre interrompida por um fim abrupto e terrível. O Estado Islâmico do Iraque e Grande Síria (Estado Islâmico) assumiu rapidamente a responsabilidade.

      O presidente François Hollande descreveu o ataque como um “ato de guerra” e declarou estado de emergência, pela primeira vez desde a 2ª Guerra Mundial. A sombra do conflito fratricida que já dura cinco anos na Síria atingiu agora o coração da cultura ocidental.

      Desde que o Estado Islâmico atraiu a atenção mundial, após a dramática tomada de Mosul em junho do ano passado, seguida pela ocupação de outros territórios ao longo da fronteira entre Iraque e Síria e pela declaração do “Califado” naquelas terras da histórica Mesopotâmia, os conflitos na região tiveram desdobramentos novos, e cada vez mais brutais, praticamente todos os dias.

      Centenas de soldados sírios, yazidi, curdos e outros civis iraquianos – além de alguns reféns ocidentais – foram sumariamente executados por decapitações, com frequência filmadas e divulgadas amplamente nas mídias sociais em todo o mundo.

      Embora atacado pelas forças dos Estados Unidos e pelas monarquias do Golfo Pérsico aliadas a Washington, o Estado Islâmico não sofreu nenhum grande revés militar. Ao contrário: consolidou-se gradualmente, a ponto de converter-se em um proto-Estado, com muitos dos atributos da ordem estatal – exército permanente, recursos financeiros substanciais, um conselho de ministros, governadores provinciais, um sistema judicial em funcionamento, uma força de segurança inflexível e prestação de serviços municipais e de bem-estar. Aparentemente, não tem dificuldades para atrair recrutas que correm para se juntar a suas fileiras e levar a cabo atentados e missões suicidas.

      O respeitado especialista em assuntos árabes Abdel Bari Atwan estimou recentemente que o Estado Islâmico tinha um quadro de cerca de 100 mil combatentes. Estão principalmente do mundo árabe, mas também de outros países da Ásia e até mesmo – alguns milhares – na Europa.

      Nos últimos meses, o Estado Islâmico fez sentir sua presença fora da Mesopotâmia – na Líbia, a oeste, e no Afeganistão, a leste. Também expandiu sua base de apoio, com um número crescente de corpos jihadistas (ou seus grupos dissidentes) que declaram filiação ao Califado, preferindo-o à Al-Qaeda.

      Nos últimos meses, à medida em que o Estado Islâmico levava adiante suas ações devastadoras, a guerra na Síria entrou num impasse. As forças salafistas apoiadas pelas monarquias do Golfo são incapazes de derrotar as forças nacionais ainda leais ao presidente Bashar al-Assad. A situação mudou dramaticamente quando, a partir de 30 de setembro, a Rússia envolveu-se no conflito, ao lado do governo Assad, instalando na Síria aviões, tanques e instalações de vigilância. Moscou realizou bombardeios letais contra todas as forças hostis a Assad, não se importando em distinguir entre o Estado Islâmico e as outros grupos terroristas, embora o primeiro tenha sofrido pelo menos um quinto dos ataques.

      Em 10 de novembro, as forças sírias apoiadas pela Rússia tomaram do Estado Islâmico a parte oriental da cidade de Aleppo e a base aérea de Kweiras, ameaçando as conexões logísticas do grupo com Raqqa e seus territórios no Iraque. A consolidação das forças curdas da Síria, junto à fronteira turca, já bloqueou o fluxo de armas e recrutas que abasteciam o Califado Islâmico a partir da Turquia.

      O Estado Islâmico tem respondido a esses ataques com duras represálias a seus inimigos. Em 10 de outubro, realizou um duplo atentado em Ancara, na Turquia, no qual 128 pessoas, principalmente manifestantes pró-curdos, foram mortas. Em 31 de outubro, reivindicou responsabilidade pela queda do avião de passageiros russo que voava de Sharm el Sheikh para São Petersburgo, no qual mais de 200 pessoas perderam a vida. Em 6 e 12 de novembro, realizou dois bombardeios no Líbano matando mais de 40 pessoas e regozijando-se de ter atacado com sucesso xiitas “apóstatas”.

      O comentarista libanês Khalil Harb pressagiou, já então: “Muito mais derramamento de sangue está a caminho”.

      No dia em que ocorreram os ataques em Paris, os EUA anunciaram que seus drones haviam matado Mohammed Emwazi, também conhecido com “John Jihadi”, membro do Estado Islâmico nascido no Reino Unido que comandou vários assassinatos filmados e assistidos no mundo todo. Comentando essas notícias, o primeiro-ministro britânico David Cameron disse que havia sido um ataque “ao coração da organização terrorista”. Por sua parte, os norte-americanos também anunciaram que haviam matado o líder do Estado Islâmico na Líbia, Abu Nabil, de nacionalidade iraquiana.

      Os ataques a Paris são, portanto, parte dos ataques olho-por-olho que vêm ocorrendo nos últimos meses e são diretamente ligados ao conflito na Síria. A reação a esses ataques, pelos protagonistas em conflito na Síria, reflete sua divisão profunda e sectária. Ambos – Hezbolá e 49 grupos de milicianos anti-Assad – condenaram fortemente os ataques. Mas enquanto o Hezbolá vê o Estado Islâmico como um produto do apoio a terroristas dado pelas monarquias do Golfo e pela Turquia, as milícias declararam que Assad encontra-se no coração da atividade terrorista na Síria.

      Os ataques a Paris marcam a primeira ocasião que o Estado Islâmico saiu da Asia Ocidental para organizar atentados no “inimigo distante” no Ocidente, indicando assim que assumiu a agenda de jihad global da Al-Qaeda. Novamente, embora ainda não se saiba se os ataques a Paris foram realizados por membros locais do Estado Islâmico, criados no país, ou se houve alguma participação de especialistas da liderança central, é claro que o Estado Islâmico tem resiliência considerável e construiu, num curto período, redes que o habilitam a penetrar o cordão de segurança nas nações “desenvolvidas”.

      Cumplicidade ampliada

      As monarquias do Golfo Pérsico lideradas pela Arábia Saudita, a Turquia e os EUA emergem desse imbroglio com pouco crédito. Os sauditas continuam focados na mudança de regime na Síria. Isso permitira transformar a guerra civil que se trava lá num grande confronto sectário, no qual Riad apoiara grupos jihadistas, incluindo o Jabhat al-Nusra (um grupo ligado à Al-Qaeda) em sua guerra por procuração contra o Irã.

      O presidente turco Recep Tayyip Erdogan, nas etapas iniciais do conflito sírio, estava igualmente obcecado com derrubar Assad, visto como um defensor dos curdos sírios contra a Turquia. Erdogan permitiu o livre fluxo de jihadistas através da fronteira turca com a Síria, o que reforçou as fileiras do Estado Islâmico.

      A atitude dos EUA tem sido a mais débil e sem princípios: enquanto inicialmente rejeitava o envolvimento militar direto na Síria, Washington deu apoio aos sauditas, em troca do apoio das monarquias do Golfo ao acordo nuclear com EUA-Irã. Por isso, os jihadistas dominaram a oposição ao governo sírio.

      Muitos dos grupos anti-Assad negociavam suas armas com o Estado Islâmico ou simplesmente juntavam-se a suas fileiras. Mais tarde, os EUA viram a entrada da Rússia na Síria como uma ameaça à sua hegemonia global, e trabalharam com as monarquias do Golfo para enfraquecer o esforço militar russo, fornecendo aos terroristas mísseis TOW mais eficazes contra tanques russos.+

      Contudo, recentes relatórios dos EUA sugerem uma culpa ainda mais grave por parte dos norte-americanos. O tenente-general Michael Flynn relatou, em agosto deste ano, que, após o fracasso militar dos EUA no Iraque, em 2006, o grupo de falcões norte-americanos conhecido como “neoconservadores” (neocons) persuadiu o vice-presidente Dick Cheney a apoiar iniciativas para derrubar o regime de Assad criando “uma cunha entre a Síria e o Hezbolá”. Isso seria feito apoiando a criação de um “principado salafista” no leste da Síria.

      Segundo os relatórios, foi o início do apoio da Arábia Saudita e de outras monarquias do Golfo aos jihadistas sunitas no Iraque – que depois metamorfosearam-se em Estado Islâmico. O Conflicts Forum, que publicou o relatório, conclui: “A jihadização do conflito sírio foi uma decisão política ‘intencional’ [do governo dos EUA]”.

      Em comentários públicos feitos em outubro de 2014, o vice-pesidente Joe Biden colocou o dedo na ferida. Ele reconheceu: “(…) na Síria, nosso maior problema foram nossos aliados na região. Estavam tão determinados a derrubar Assad e promover uma guerra entre sunitas e xiitas (…) [que] ofereceram centenas de milhões de dólares e dezenas, milhares de toneladas de armamentos a qualquer um que lutasse contra Assad. Não importava se estes grupos eram parte da Al-Nusra e Al-Qaeda, ou jihadistas vindos de outras partes do mundo”.

      O caminho que o Estado Islâmico fez, da Síria a Paris, tem origem em Washington.

  5. Notícias » Ciência

    Ataque terrorista turco interrompe operação anti-terror russa
    25.11.2015 | Fonte de informações: Pravda.ru

    Ataque terrorista turca interrompe operação anti-terror russa. 23312.jpeg
    OTAN ataca a Rússia! O que estava acontecendo nas mentes da hierarquia militar turca, quando deram a ordem para destruir o alvo russo que dizem estava voando sobre o seu espaço aéreo é difícil de entender, mas o que esperar de um país que perpetrou o genocídio armênio?

    Hoje a Turquia perpetrou um ato terrorista derrubando um avião militar russo que estava conduzindo uma operação anti-terrorista. Mas que grande surpresa. Agora vemos onde fica a Turquia e seu mestre, a OTAN, nesta história do Estado Islâmico.

    Muitas têm sido as acusações de que a Turquia, membro da OTAN, não fez o suficiente para combater o Estado Islâmico, muitas têm sido as acusações de que a Turquia tem vindo a cooperar com o Estado Islâmico em não cortar suas linhas de abastecimento. Dado o próprio registo da Turquia no genocídio armênio, que a Turquia nunca sequer reconheceu, não é exagero declarar que a entidade terrorista é a Turquia e a Organização Terrorista do Atlântico Norte à que pertence e vemos que o verdadeiro objetivo do ato de terrorismo hoje foi frustrar a campanha anti-terrorista da Rússia na Síria.

    Porque o Estado Islâmico, sejamos honestos, não é exatamente o que parece, toda a gente sabe? Quem vem financiando o Estado Islâmico, se não os interesses e bens ocidentais e seus queridinhos nas monarquias fascistas no Oriente Médio, aqueles castelos de areia repugnantes governados por déspotas tirânicos com registros de direitos humanos deploráveis, enquanto os líderes ocidentais se rastejam aos seus pés.

    Que venha o Ocidente fornecer essas respostas, respostas cristalinas. Vamos nomear e envergonhar todos aqueles que têm vindo a financiar o Estado Islâmico, todos aqueles que têm estado a armar o Estado Islâmico, todos aqueles que têm vindo a ajudar e serem cúmplices do Estado Islâmico, todos aqueles que ficaram para trás observando enquanto o Estado islâmico ganhou forma e cresceu no monstro que é hoje.

    Claro, a OTAN se preocupa mais com Paris do que com um avião de passageiros russo, afinal de contas, o incidente só causou o dobro do número de vítimas e apenas algumas semanas depois, a história nem parece no radar. Quase se consegue ouvir a hierarquia da OTAN rindo e dizendo “que foi sua própria culpa”.

    Então mais uma vez, o que esperar de um Estado membro de uma organização que mentiu entre seus dentes quando a União Soviética se dissolveu voluntariamente, indicando que se o Pacto de Varsóvia se desmantelasse, a OTAN não iria instalar-se no centro e leste europeu? O que esperar de um mentiroso descarado? OTAN mentiu sobre a Polónia, mentiu sobre a República Checa, mentiu sobre a Hungria, mentiu sobre a Roménia, mentiu sobre a Estónia, mentiu sobre a Letónia, mentiu sobre a Lituânia, mentiu sobre a Bulgária, mentiu sobre a Eslováquia, mentiu sobre Eslovénia, mentiu sobre a Albânia, mentiu sobre a Croácia.

    À medida que as investigações prossigam, Turquia afirma que o avião russo derrubado estava sobrevoando o espaço aéreo turco, enquanto o Ministério da Defesa russo afirma que estava voando sobre a Síria durante toda a operação e estava operando legalmente.
    Até que apareçam provas ao contrário, e não há razão para não acreditar que a versão russa vale mais do que a versão de um país que matou um milhão e meio de armênios e, em seguida, afirma simplesmente que isso não aconteceu, qual foi o objetivo turco na ação de hoje? Estragar a operação e proteger os terroristas?

    Mais uma vez, o que esperar da Turquia, um Estado pária em toda a comunidade internacional? Quanto à OTAN, nenhuma surpresa também? Terrorista é terrorista.
    Agora, a Turquia terá de enfrentar as consequências dos seus atos.
    Timothy Bancroft-Hinchey

  6. Terroristas sofrem pesadas baixas com a ofensiva do exercito sírio. 23283.jpeg

    Grupos terroristas sofrem pesadas baixas com a ofensiva do exercito sírio
    Damasco, 16 nov (Prensa Latina) Os grupos terroristas que operam na província de Alepo sofreram consideráveis baixas de homens e apetrechos de guerra em consequência da ofensiva do exército sírio nessa região.

    Fontes militares confirmaram que na véspera um comboio de extremistas armados integrado por 20 veículos foi aniquilado no trecho da estrada que liga os povoados de Rtian-Bashkoy.
    O exército sírio atacou também refúgios da seita takfirista nos povoados de Tal Msibin, Sifat Dweir Al-Zaitoun, Kafar Hamra e Bashkoy e deixaram fora de combate dezenas de homens armados.

    Unidades das forças armadas, em cooperação com as milícias populares dos Grupos de Defesa Nacional, atacaram posições da Frente Al-Nusra (braço armado da Al-Qaeda na Síria), nas localidades de Khan Touman, Al-Barkoum, e nas imediações de Tal Hadiya e Al-Zerbeh.
    No oriente dessa província, a 350 quilômetros ao nordeste desta capital, o exército causou significativas baixas nas fileiras da Frente Al-Nusra nos povoados de Al-Mansoura e Al-Nairab.

    Também se registrou a destruição de vários veículos de artilharia nas zonas de Deir Hafer, Sheilekh, Rasem al-Abed, Sharbaa, Kaskis e Hameimiya.

    No interior da cidade de Alepo, foram abatidos vários integrantes da Frente Al-Nusra nos bairros de Al-Ramousa, Al-Sheikh Said, Bustan Al-Basha, Maisaloun, Bani Zaid, Al-Lairamoun, Al-Rashidin e na antiga cidade.

    Na província de Hama, a 209 quilômetros ao nordeste daqui, o exército sírio conseguiu aniquilar um veículo de artilharia e eliminou todos seus ocupantes, entre eles Ahmad Hossein al-Kharouf, conhecido pela Al-Qannas (o franco-atirador), especialista em lançamento de mísseis TOW.
    Outras ações combativas registraram-se nas localidades de Maarakab e Al-Lahaya, onde as tropas governamentais chocaram-se com grupos extremistas do autoproclamado Exército da Conquista (Jaish al-Fatah). Quase vinte membros da Frente Al-Nusra foram eliminados nas imediações de Tamanaa e outros 20 ficaram fora de combate nos arredores de Maaret Nouman.

    Na central província de Homs, 162 quilômetros ao leste de Damasco, unidades de engenharia do exército desativaram um artefato explosivo colocado ao fundo da sede da Al-Muwasalat, próximo da praça de Al-Nakel, e a aviação militar atacou posições do grupo terrorista Estado Islâmico na localidade de Mahin.

    Também foram abatidos vários veículos de artilharia com metralhadoras pesadas e refúgios takfiristas em Al-Shendakhiya e nas imediações de Yeb al-Yarah, ao oriente de Homs.
    Mais ao leste, na província de Deir Ezzor, a 461 quilômetros desta capital, se destruiu um túnel do grupo EI na zona de Sinaa, com a morte de todos os extremistas que estavam dentro, e foram duramente golpeados grupos armados nas proximidades da colina de Kromeh.

    Na direção oeste, as forças armadas executaram intensas operações na província costeira de Latakia, localizada a 348 quilômetros ao noroeste daqui, retomaram o controle de várias colinas nas áreas de Rwaiset Eskandar, e unidades de infantaria, junto a milícias populares, libertaram o povoado de Beit Abou Risheh.

    Mais ao sul, na província de Daraa, a 103 quilômetros de Damasco, os militares sírios destruíram vários veículos que transportavam terroristas nas zonas de Al-Ghezlan, Al-Ghariya e Al-Sharkiya, e provocaram severas baixas à Frente Al-Nusra na área urbana de Daraa al-Balam na cidade central provincial.

    Também foi eliminado um comboio da organização terrorista Estado Islâmico ao leste de Tal Shaaf, na província de Sweida, a 106 quilômetros ao sul de Damasco.
    Porta-vozes do exército confirmaram também que a aviação militar bombardeou vários pontos fortificados e armazéns de armas e munições do grupo EI na zona montanhosa de Qalamoun, a 50 quilômetros ao oeste desta capital.
    Por Miguel Fernández Martinez

  7. ¿Cuáles son las causas de la provocación de Erdogan contra Rusia?

    Yusuf Fernandez

    Finalmente, el régimen de Recep Tayyip Erdogan ha entrado en una confrontación directa y abierta con Rusia uniéndose así a Qatar, que acaba de adquirir misiles antiaéreos portátiles para los terroristas en Siria.

    Un avión F-16 derribó a un bombardero táctico ruso SU-24 que estaba realizando una misión de combate contra los terroristas protegidos por Turquía al norte de la provincia fronteriza de Latakia. El avión fue abatido a un 1 km de la frontera dentro del territorio sirio, lo cual supone no sólo una agresión injustificada contra Rusia sino también la violación de la soberanía siria.

    Turquía dijo que el aparato ruso había entrado en el espacio aéreo ruso y lanzado hasta 10 advertencias al avión. Esto, sin duda, hubiera requerido una dilatada permanencia del aparato ruso en el espacio aéreo turco. EEUU, por su parte, respaldó en un primer momento la versión turca para luego echarse atrás y hablar de “unos escasos segundos” de permanencia del avión ruso en el espacio aéreo turco.

    Rusia, por su parte, ha desmentido tales alegaciones señalando que posee los registros del vuelo y que ellos muestran que el aparato permaneció en todo momento en el espacio aéreo sirio, extremo éste que fue confirmado por el piloto superviviente que fue rescatado por un comando sirio. Además, en caso de haberlo hecho durante “unos segundos”, eso no legitima el derribo del aparato, que no llevaba a cabo ninguna operación hostil contra Turquía y no fue contactado por el aparato turco.

    En realidad, se trató de una provocación militar sin precedentes que pone de manifiesto la irritación turca hacia la intervención militar rusa en Siria, que amenaza con lograr el desplome de los grupos terroristas a los que Turquía ha venido apoyando durante cinco años. En este sentido, la falsa justificación turca del derribo del aparato no puede ser más hipócrita: la defensa del espacio aéreo y la soberanía turca. Turquía lleva, de hecho, una guerra de agresión encubierta contra Siria mediante el apoyo a grupos terroristas. Esto supone no sólo una violación de la soberanía siria, sino una abierta y total agresión contra el país vecino que viola la Carta de las Naciones Unidas y los principios más básicos del Derecho Internacional.

    La destrucción de los camiones cisterna del EI, que permitían al grupo transportar el petróleo sirio e iraquí robado a Turquía, puede haber irritado a Ankara, pero lo que el régimen de Erdogan realmente quiere es intentar expulsar a Rusia de Siria para poner en práctica su objetivo de lograr un cambio de régimen en este último país mediante la instalación de un régimen extremista integrado por vasallos turcos en un sueño imposible de recreación del Imperio Otomano con Erdogan como sultán. EEUU apoya tales planes por sus propias ambiciones geoestratégicas.

    Poco después del incidente, Erdogan ofreció una nueva versión donde señaló que había actuado para “defender a nuestros hermanos”, es decir, los grupos terroristas que actúan en Siria y concretamente los que se hallaban en el Monte de los Turcomanos, en el norte de Latakia, que han estado siendo atacados por los aparatos rusos, incluyendo el que fue derribado. El Monte de los Turcomanos se ha convertido, de hecho, en uno de los principales focos del terrorismo en Latakia y, por tanto, en un objetivo prioritario para la aviación rusa. El régimen turco intentó también explotar políticamente el incidente del avión para presentarlo internamente como una prueba del “poder y prestigio” de Turquía.

    No cabe duda de que el régimen turco quería también, mediante su agresión, elevar la moral de los terroristas en Siria, que han estado retrocediendo, o mejor huyendo, del avance del Ejército sirio. El derribo del avión no ha sido, en este sentido, la única provocación de Ankara. Recientemente, un vehículo que llevaba a periodistas rusos que querían cubrir los combates en la provincia de Latakia fue objeto de un ataque.

    Tras su provocación Turquía buscó refugiarse rápidamente tras el paraguas de la OTAN con el fin de evitar una represalia militar rusa. Algunos socios europeos no mostraron, sin embargo, un especial entusiasmo por defender a Turquía. El presidente checo Milos Zeman, por ejemplo, acusó a Ankara de mantener tratos con el EI y se preguntó sobre la oportunidad de derribar un avión que estaba luchando contra el terrorismo.

    La provocación turca ha sido también un error en lo que se refiere al adversario. Rusia es un rival demasiado poderoso para Ankara. Tiene muchas formas de llevar a cabo una represalia contra Turquía sin llevar a cabo una respuesta militar directa.

    En el terreno militar, Rusia desplegará misiles S-400 que pueden crear una zona inexpugnable en el espacio aéreo sirio poniendo fin así a los planes de Erdogan para crear una zona de exclusión aérea. Rusia ha desplegado también en aguas sirias al crucero lanzamisiles Moskva, que puede derribar cualquier blanco aéreo con misiles de largo y medio alcance. Además, Rusia incrementará previsiblemente el número de sus tropas terrestres en Siria.

    Rusia suspenderá también previsiblemente varios acuerdos económicos, de tipo energético y nuclear, que iban a beneficiar grandemente a Turquía. Además, este país puede esperar una caída larga y prolongada de visitantes rusos, que componían una parte muy importante de su sector turístico. En este sentido, puede decirse que la defensa del extremismo fundamentalista por parte de Erdogan está dañando gravemente los intereses de Turquía como nación.

    Rusia tiene también la opción de apoyar clandestinamente a los rebeldes kurdos del PKK, que luchan contra el gobierno de Ankara, y respaldar a las fuerzas turcas de oposición al régimen de Erdogan.

    Por otro lado, cabe señalar que la reacción estadounidense de apoyo a Turquía y la declaración mentirosa de Obama de que Turquía tenía derecho a “actuar en defensa propia”, una expresión que recuerda a las que EEUU expresa habitualmente cuando defiende los crímenes y agresiones de Israel, ponen de manifiesto la falsedad de las afirmaciones de Washington de que lleva a cabo una “guerra contra el terrorismo” en Siria. En realidad, Turquía y EEUU están tratando de proteger a los grupos terroristas en Siria frente al Ejército sirio y los ataques de la aviación rusa y siguen buscando llevar a cabo un “cambio de régimen” en ese país.

    Algunos medios norteamericanos han señalado que EEUU podría haber jugado un papel en el incidente del avión y han recordado que el plan de François Hollande, expresado poco después de los atentados de París, para crear una amplia coalición contra el EI, con la participación de EEUU y Rusia, quedó frustrado con el derribo del avión ruso el mismo día de la visita del presidente francés a Washington. Esto, por supuesto, agradó a muchos en EEUU, que rechazan cualquier colaboración con Rusia y pretenden promover una línea belicista y de confrontación con ese país.

    Source: Sitio de Al Manar en Español

    26-11-2015 – 11:38 Última actualización 26-11-2015 – 11:38 | 1101 visitas

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    • ” . . . Por otro lado, cabe señalar que la reacción estadounidense de apoyo a Turquía y la declaración mentirosa de Obama de que Turquía tenía derecho a “actuar en defensa propia”, una expresión que recuerda a las que EEUU expresa habitualmente cuando defiende los crímenes y agresiones de Israel, ponen de manifiesto la falsedad de las afirmaciones de Washington de que lleva a cabo una “guerra contra el terrorismo” en Siria. En realidad, Turquía y EEUU están tratando de proteger a los grupos terroristas en Siria frente al Ejército sirio y los ataques de la aviación rusa y siguen buscando llevar a cabo un “cambio de régimen” en ese país. . . ”

      O lema do Serviço Secreto de Israel, desde sua criação, é: “POR MEIO DE FRAUDE FARÁS GUERRA” !

      Alguns, então perguntarão: “O que tem a ver o Serviço Secreto de Israel com a associação de interesses entre a Turquia e os EUA?” Ora, muito óbvio “meu caro Watson”!

      A CIA americana e o Mossad israelense, há décadas trabalham “juntas e misturadas”, em total conluio em todos os “aspectos do interesses” internacionais, validando o que muitos comentam por aí, que o poderio bélico americano é direcionado pelos interesses hegemônicos Israelense-Sionistas.

      Ora, com a CIA treinando todo tipo de terrorista para derrubar Assad, não seria ingênuo supor que o dedo Sionista não esteja “desenvolvendo oportunidades de fraudes” através de “incidentes” como o da Turquia derrubar o bombardeiro russo, que possam incendiar progressivamente a região, para que finalmente, consigam promover a “tão aguardada III Guerra Mundial” genocida?

      • Haja imaginação e teorias conspiratórias! CIA e Mossad? Hollywood perde!
        Esse antiamericanismo bobinho e infantil de alguns comentaristas me mata de rir…..
        Se o penteado do ditadorzinho Kim Jong Un estiver desarrumado lá na Coréia do Norte, a culpa deve ser dos americanos também…..

        • Meu caro, tudo é uma questão de perspectiva e opção! Esses parâmetros ao final têm a capacidade até de definirem o perfil, o caráter e mesmo o subconsciente que se queira moldar coletivamente, também conhecido como “inconsciente coletivo”.
          Se desconhece sobre essa questão programática, da lobotização por indução sugiro que se informe antes de falar sem conhecimento! Verifica-se que possa ser mais um do infindável exército de alienados “globais” que usa da desqualificação das evidências para esconder a própria ignorância oportunista-preguiçosa, a que inconscientemente está a serviço da manjada doutrinação-bovinização da consciência!

          Antene-se e informe-se meu caro! Estamos na Era da Informação, sabia? E, lamento, mas vou ser obrigado a lhe contar um segredo que poderá desestabilizá-lo, mas não conte pra mais ninguém não ok? A “teoria” da conspiração não é uma teoria . . . É de fato uma conspiração! Uma “teoria”, é o que os conspiradores querem que todo mundo, assim como você, creiam!

          Entretanto, é de tais dimensões que a enorme maioria das pessoas, por falta de tempo (afinal são escravizadas também para isso, não terem tempo de pensar!) ou por excesso de preguiça ou irresponsabilidade consigo próprias e com o seu próximo, o que encurtando, pode ser classificado como “comodismo, prefere “adotar” um estigma palatável proposto pelos doutrinadores virtuais da boiada, a terem de se dar ao trabalho de fazer uma das coisas mais difíceis da vida: PENSAR!

          Como disse Henry Ford (um capitalista que a seu tempo foi estigmatizado como comunista) em duas circunstâncias emblemáticas:
          1) “PENSAR É O TRABALHO MAIS DIFÍCIL QUE EXISTE. TALVEZ POR ISSO, TÃO POUCOS SE DEDIQUEM A ELE.”
          2) “Será bom que as pessoas desse país (EUA) não entendam nosso sistema bancário e monetário, por que do contrário acredito que haverá uma revolução antes de amanhã de manhã.”

          Pense nisso, . . .

  8. MOSCOU – O primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev ordenou que o governo tome medidas que incluem o congelamento de investimentos conjuntos e restrição de importações de alimento da Turquia em represália à ação turca. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta quinta-feira que a Turquia ainda não se desculpou por abater um caça russo SU-24 na terça-feira perto da fronteira com a Síria, nem garantiu que “os culpados deste crime” serão punidos. A tensão entre os dois países aumentou após a troca de acusações entre os dois governos pelo incidente

    Sergei Lavrov, ministro de Relações Exteriores da Rússia, diz que derrubada de caça russo foi provocação planejadaMinistro russo diz que derrubada de caça foi provocação
    Vídeo divulgado por rebeldes sírios mostra suposto piloto russo morto após jato ser derrubado pela TurquiaVídeo divulgado por rebeldes sírios mostra suposto piloto morto
    Imagem registrada pela emissora Haberturk TV mostra jato russo abatido pela Turquia em chamasJato russo invadiu espaço aéreo turco antes de queda, diz Otan

    O ministro da Economia russo, Alexei Ulyukayev, afirmou que Moscou poderia limitar voos para e a partir da Turquia, interromper preparações para um zona conjunta comércio livre e restringir projetos de infraestrutura que incluem um oleoduto e uma usina nuclear de US$ 20 bilhões na Turquia.

    Além dele, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia recomendou que russos evitem visitar a Turquia e sugeriu que os turistas no país retornassem.

    “Devido a ameaças terroristas contínuas na Turquia, nós reiteramos nossa recomendação de que cidadãos russos devem evitar visitar a República da Turquia e recomendamos que os russos que estão lá por questões pessoais retornem”, disse o órgão do governo em comunicado, segundo a agência Sputnik News.

    Em resposta à possível retaliação, o presidente turco Tayyip Erdogan classificou como “emocional” e “inadequadas” as sugestões de cancelamento de projetos com a Rússia. Ele afirmou que o caça foi derrubado em uma “reação automática” de acordo com instruções a respeito da violação de território do país. Segundo ele, Putin não respondeu às ligações telefônicas que fez depois do incidente com o caça russo.

    — Depois do acontecimento, liguei para Putin, mas até agora não me respondeu — disse Erdogan em entrevista ao canal de TV France 24. — Se tivéssemos sabido que era um avião russo, talvez poderíamos ter impedido de outra forma essa violação do espaço aéreo.

    Premier russo, Dmitry Medvedev – YEKATERINA SHTUKINA / AFP

    Em discurso no Kremlin, Putin reclamou que não havia recebido um pedido de desculpa da Turquia, nem uma oferta para “compensar os danos”. O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov afirmou que a Rússia aguarda alguma explicação plausível pelo ocorrido. Moscou sustenta que a aeronave russa não violou o espaço aéreo turco, enquanto Ancara acusa o oposto. Ele disse que lamenta o fato da relação entre os dois países ter chegado a um beco sem saída.

    De acordo com a CNN, Erdogan disse que a Rússia é quem deveria pedir desculpas por violar o espaço aéreo.

    “Aqueles que violaram nossos espaço aéreo é que precisam se desculpar”, disse o presidente. “Nossos pilotos e forças armadas, simplesmente cumpriram seus deveres, que consitiam em responder a violações das regras de atuação. Essa é a essência”.

    O ministro turco das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, afirmou que a Turquia não se desculpará pela ação.

    — Não precisamos nos desculpar por um assunto em que temos razão — afirmou o ministro, segundo a AFP.

    AÚDIOS DE ALERTA

    A Turquia afirma que a força aérea emitiu 10 avisos de invasão do território turco pelo caça em um período de dez minutos e, na quinta-feira, um dos pilotos do avião, que após se autoejetar foi resgatado por comandos russos e sírios, disse que não houve qualquer alerta antes do ataque à aeronave.

    O gabinete do primeiro-ministro da Turquia, então, divulgou dez registros aúdio da Força Aérea Turca em que constam os avisos ao piloto do avião militar russo. A gravação, obtida pela AP, mostra autoridades militares turcas pedindo, em inglês, para o caça se afastar à medida em que se aproximava do espaço aéreo da Turquia

    “Aqui é a Força Aérea da Turquia falando em alerta. Você está se aproximando do espaço aéreo turco. Mude a direção para o sul imediatamente”, diz o aúdio.

    Segundo veículos da mídia russa, o Ministério da Defesa já enviou sistema de míssil S-400 à base Hmeymin, na província de Latakia na Síria, medida anunciada na quarta-feira. O governo afirmou que os mísseis ajudariam a destruir qualquer alvo que pudesse ameaçar aviões militares na região.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/russia-planeja-sancoes-economicas-turquia-por-derrubada-de-caca-18146704#ixzz3sd0aELrN

  9. Pelo que se sabe da guerra na Síria, a Russia está nesta guerra a pedido do governo da Síria,
    para ajuda-la a combater os terroristas, diferentemente dos EUA, que indiretamente estão nessa guerra sem ser convidado como invasor intrujão com o firme propósito apenas de tirar o Assad do governo e entregar aos terroristas, que se confirmado, haverá um banho de sangue de inocentes,
    como vem acontecendo no Iraque e na Líbia em uma guerra civil e a destruição dos dois países.

    • Exatamente Jacob. Inclusive respaldada por resoluções da ONU que preveem esse tipo de cooperação! É difícil entender como tem gente que acha que a Rússia está apoiando Assad visando espoliar a Síria!
      O único interesse particular da Rússia que vejo possível, com seu apoio a Assad, pode estar (e deve de fatos estar) visando que a Turquia com quem faz divisa (e faz parte da OTAN), se torne mais empoderada se conseguir seu intento de tirar Assad, o qual é um aliado Russo na região.

      • Caro Zara,

        Se o Assad cair, a Rússia perda a única base naval e o acesso ao Mar negro e Mediterrâneo. A OTAN está cercando a Rússia de sistemas de mísseis antimísseis por todos os lados, com isso, no caso de uma guerra, os mísseis intercontinentais russos seriam derrubados ainda na Rússia!
        Cada vez o círculo antimíssil se fecha.

        Enquanto os IDIOTAS da América do Sul estão se preocupando com o aquecimento global e abrindo mão do DESENVOLVIMENTO dos cidadãos, as nações desenvolvidas estão construindo usinas nucleares e BOMBAS ATÔMICAS mais modernas (os americanos testaram duas NOVAS BOMBAS ATÔMICAS: Uma tal de B61-12 e a “bomba nuclear de gravidade”). Acham mais provável um “inverno nuclear” do que um “aquecimento global”. E se armam para isso!

        Será que as guerras da Líbia, Iraque, Afeganistão, Irã, etc… emitem menos poluentes tóxicos do que a agricultura e a pecuária brasileiras???

        Abraços.

  10. O artigo de hoje no Estadão sobre a guerra civil na Síria de Guilles Lapouge, o mais conceituado comentarista internacional da Europa é uma aula de Oriente Médio. Segundo Lapouge, o papel da Turquia no conflito significa atacar os curdos e de leniência com os terroristas cortadores de cabeça do ISIS. A Arábia Saudita o maior aliado dos EUA na região do petróleo, país notadamente sunita, a mesma tendência religiosa do EI condena ao corte das cabeças de quatro a cinco cidadãos por mês, por violação do Código islâmico, a Sharia.

    Enfim, não há mocinhos neste mundo de guerreiros. Por qualquer ângulo de análise das derrubadas de governos no Oriente Médio, a venda de armas e o controle dos poços de petróleo é a prioridade das grandes potências.

    Vejam bem, o exemplo da Líbia. O país foi retroagido aos tempos da Idade Média, devido aos bombardeios intensos das forças americanas e europeias. Kaddaf foi derrubado, mas hoje não há governo na Líbia. Aproximadamente 12 grupos de milicianos armados controlam as cidades líbias. São vassalos controlando os latifúndios mais prósperos. Resta saber quem é o SUZERANO que se beneficia do caos gerado pela guerra civil.

    Até o Estado Islâmico colocou um pé na Líbia para agravar o quadro de calamidade instalado após a derrubada do ditador Kaddaf. O que querem na Síria certamente é o mesmo cenário da Líbia, lógico, após a derrubada de Assad. Na Síria lutam contra o governo facções de tendências que não se bicam, como a Al Qaeda, o Estado Islâmico e grupos armados pelas potências ocidentais, a frente os Estados Unidos e a França.

    A estrada para Damasco está sendo banhada de sangue, que se espalhará pelas fronteiras da Turquia, do Iraque e do Líbano. O mundo jamais será o mesmo após a insanidade que está sendo praticada contra as populações do Oriente Médio.

    Os colonizadores só pensam na Metrópole, mesmo que a carnificina humana seja o pagamento para a sobrevivência do modo de vida de suas elitizadas populações. Neste sentido, os brasileiros devem ficar alertas, pois no futuro, o sistema de poder mundial pode muito bem apontar o dedo para nós, aí então, nossa sorte estará selada se não tivermos muito bem preparados para a invasão dos bárbaros dos tempos modernos.

    Que fazer?

  11. Caro Roberto,

    “Vejam bem, o exemplo da Líbia. O país foi retroagido aos tempos da Idade Média, devido aos bombardeios intensos das forças americanas e europeias. Kaddaf foi derrubado, mas hoje não há governo na Líbia. Aproximadamente 12 grupos de milicianos armados controlam as cidades líbias. São vassalos controlando os latifúndios mais prósperos. Resta saber quem é o SUSERANO que se beneficia do caos gerado pela guerra civil.”

    -QUEM SE BENEFICIA DO CAOS são os países europeus e os Estados Unidos: O país Líbia acabou, conforme o senhor mesmo disse, e com isso acabou-se também a possibilidade do “lugar” ter usina nuclear (o Kadafi bem que tentou construir e foi bombardeada), acabou-se a possibilidade do país desenvolver tecnologia de mísseis como fez o irã ou mesmo ter uma força aérea ou exército que possa ameaçar os suseranos europeus.
    -Com o Iraque foi a mesma coisa.
    -E quase conseguiram com a Síria. Talvez que o que tenha salvado o Assad todo esse tempo e – empurrado a Síria para o final da fila da destruição – tenha sido a BOMBA ATÔMICA DE POBRE, também chamada de ARMA QUÍMICA, cujo arsenal foi entregue recentemente à OTAN – a única arma capaz de rivalizar com as nucleares e que as nações pobres poderiam construir – por isso mesmo proibida pelo representante das potências nucleares: ONU/OTAN.

  12. Por que o EI podia tomar poços e vender o produto ? Porque as vendas são feitas em dólares e isso agrada muitíssimo aos EUA, que não precisam trabalhar para gerar riqueza. Coloquem isso na cabeça de Francisco Bendl, pelo-amor-de-meus-filhinhos !

  13. Caro Roberto,

    O sangue inocente é mero “efeito colateral”, totalmente suportável e aceitável. Talvez se fossem baleias ou micos-leão-dourado que estivessem morrendo causassem maior comoção.

    O senhor sabe daquela criança que deu morta na praia?
    Segundo a ONG “save the children”, mais de 75 outras já morreram afogada daquela data até o início de novembro deste ano, tentando fazer o mesmo percurso! Alguém da “evoluída” civilização ocidental se importou? Virou manchete em algum jornal?
    Os americanos já disseram que é preferível guerrear na terra alheia do que esperar que a guerra venha para dentro das suas fronteiras. Simples.

    Quanto ao Brasil, até hoje FOMOS GOVERNADOS POR TRAIDORES, desde a colonização. O senhor se lembra que o objetivo de quem aqui aportava era FICAR RICO e voltar para a EUROPA com o futuro garantido?
    As nossas aristocracias econômica e política ainda continuam com o mesmo pensamento: o Brasil não passa de uma FAZENDA e os brasileiros, de GADO gerador de riqueza! Usam o país apenas para ganhar dinheiro, geralmente ilícito, ficar rico, mandar a riqueza para o exterior e depois ir atrás.
    Só mudaram o destino!!!
    Por isso, no que diz respeito à segurança como nação, raras vezes sofremos pressões externas, pois os nossos governantes jogam sempre de acordo com a vontade da Matriz cujos interesses, aparentemente, aqui representam (vide a inserção PIRATA do nosso ex-ministro do supremo na Constituição).
    São sempre coniventes e/ou cooptados.
    O senhor não ouviu no mês passado o Ministro da Justiça dizer que “poderá sofrer pressões externas” se o Congresso Nacional assumir o poder de demarcar reservas indígenas e que, por isso, não poderia apoiar a mudança – e deixar tudo nas mãos das ONGs estrangeiras?

    -Que M… de país é este que até para demarcar uma reserva indígena tem que pedir a bênção ao Papai?

    -Que raios de ministro é esse que, representando uma nação em um posto superimportante – e ganhando bem para isso – não quer, nem aguenta, uma simples ligação telefônica do outro lado do Atlântico?

    -Que fazenda é esta que o CAPATAZ aqui colocado, morando em uma TERRA com mais de 4.000 quilômetros de extensão contínua, assina um acordo proibindo o país de construir um míssil que alcance mais de 300 quilômetros de distância – coincidentemente, a mesma distância entre Cuba e a Flórida!

    Abraços.

    • Francisco Vieira,
      TUDO que colocou está repleto de razão! É assim que o Brasil funciona, e exatamente da forma para a qual descreveu!
      Agora, quer mesmo entender como está funcionando atualmente? Comece por pesquisar o que seja o FABIANISMO.

      Vou lhe adiantar o link ao texto do Gen. Marco Felício sobre o caso do Dec Lei 8515! Ele coloca com todas as letras qual seja o problema, assim como logo em seguida, um comentarista acaba de clarear brilhantemente como as coisas se encontram nas Instituições Militares, que, por questão constitucional, deveriam defender a sociedade! Link: https://liciomaciel.wordpress.com/2015/09/20/palavras-superfluas-do-cmt-do-eb-gen-villas-boas/

      Nós temos quase todas Instituições de Estado infiltradas por maçons direcionando as decisões de acordo com sua Ordem e sua “Loja”, estabelecendo um regime paralelo que defende interesses “exógenos” “desconhecidos” e “secretos” prioritariamente!

      Todos esses senhores eleitos pelo povo, e principalmente os militares de carreira que juraram dar a vida na defesa da Pátria, deveriam ser levados ao Supremo Tribunal Militar para serem julgados por uma Côrte Marcial!

      No caso dos militares, como é sabido, existe um bom número de altos oficiais que respondem à maçonaria internacional! A quem eles atendem? À Pátria ou à Maçonaria e seus interesses Imperialistas Universais doutrinados pela Plutocracia Transnacional?

      Sabendo que Golbery era maçom, que Geisel era maçom, e que eles obedeceram a ordens de Washington para o envio de Lula para treinamento nos EUA nos idos da década de 80, fica a seguinte pergunta: Porque vc. acha que Lula posa de “Intocável” e mantém tanta empáfia? Ora, ele é só uma marionete, e Dilma é uma sanguinária semianalfabeta! Para o Brasil, é só disso que precisam para incendiar o país quando acharem que tenha chegado o momento!

  14. Caro Zara,

    A foto do link NÃO É DA DILMA E NEM DO PLABLO ESCOBAR!

    O site e-farsas conclui: “Quem está nessa foto é: Miguel Ángel Zuvic, Cristina Kirchner, Emma – a esposa de Miguel (que não é a Dilma) – e Nestor Kirchner (marido de Cristina).”

    Confira no link.
    http://www.e-farsas.com/dilma-aparece-em-foto-antiga-ao-lado-de-pablo-escobar-sera.html

    -Em todo o caso, não deixa de ser curioso!!!
    Valeu.
    Abraços.

    • Caro F. Vieira,
      Realmente! Não porque tenha sido contestado pelo “e-farsas”, e sim por tudo que vi ao pesquisar na internet, que foi possível concluir que foi um “hoax”!

      Essa foto, pelo que se verifica, não é um “PhotoShop”, é mesmo autêntica! Foi divulgada inclusive pelo jornal argentino El Clarin, fundamentando exatamente a mesma especulação, devido às semelhanças fisionômicas existentes entre os personagens!

      Mesmo que essa divulgação tenha sido uma manipulação intencional, as semelhanças e probabilidades históricas que tivesse ocorrido de fato não deixam de criar uma áurea realista pelo que já se conhece do Bolivarismo que essa turma defende!

      Uma pegadinha e tanto! Obrigado por corrigir a desinformação!

  15. Divirto-me com “as evidências” que nossos especialistas a respeito do Oriente Médio, na Tribuna da Internet, alegam que sou refratário!
    Ora, eu poderia dizer o mesmo sobre eles, sem qualquer pudor, que se negam a aceitar a realidade da situação, então criam, elaboram, imaginam uma versão tupiniquim quanto à guerra na Síria, e se acham os donos da verdade.
    Mordaz, com a sua explicação simplória definindo os porquês que o EI vende o petróleo e arrecada em dólares esta venda foi um primor de devaneio, como se os 4 ou 5 milhões diários que os terroristas conseguem com o óleo vendido fosse “primordial” para a balança comercial americana!
    Pobre dos filhinhos do Mordaz, se este é amor que o pai lhes concede, valha-me Deus!
    Zaratrusta é teimoso.
    Registrou na sua mente que os problemas locais são de origem sionista e americana e sequer admite o diálogo, portanto, “cabeça feita”, dispara contra quem pensa diferente das suas ideias carentes de originalidade.
    Não debato mais este tema, já escrevi sobre esta decisão, antes que descambe para inimizades ou agressões ou ofensas por causa de terroristas, o fim da picada, por favor!
    Assim, como escrevi no início deste comentário, resta eu me divertir e rir a bandeiras despregadas quanto à exposição das teses e hipóteses formuladas, que se apoiam inacreditavelmente na mídia internacional, como se fosse ela isenta, séria, acima de qualquer suspeita, e não defendesse seus interesses e conveniências mediante os DÓLARES (alô, Mordaz) recebidos de seus maiores patrocinadores, que determinam o que deve ou não ser publicado!
    Simplesmente a história é deixada de lado, a origem dos problemas, e não vejo uma palavra sobre a França e a Inglaterra.
    Inclusive postei um link importantíssimo, visto pelo Zaratrusta, que o considerou interessante, mostrando a origem da formação do Oriente Médio, as tribos que o dominam, e a eclosão desse conflito sírio, em consequência.
    Não adianta.
    Desta forma, decidi comentar rapidamente uma que outra notícia à base da ironia, pois a verdade verdadeira – e respeitando as opiniões alheias desde que sem maiores exageros – não nos é dada, evidentemente.
    Pula Zaratrusta, salta o Ricardo Sales, surge o Mordaz, Ednei Freitas, o incansável, posta seus textos gigantescos, até Jacob, o comedido, dá seus pitacos nesta questão – e assim me dirijo a eles porque os tenho como amigos e, espero, que eu esteja neste mesmo patamar – porém muito distante da essência da crise, do seu âmago, do objetivo final, que NÃO é esta explicação russa e americana de aniquilar os terroristas do EI, apesar de, curiosamente, matarem também quem não pertence ao bestial movimento.
    E, aparece no horizonte, a Turquia, certamente irriquieta para entrar neste imbróglio e liquidar com os curdos e, quem sabe, matar mais alguns armênios, querendo reviver o genocídio praticado contra este povo em 1.915, quando matou UM MILHÃO E MEIO DE ARMÊNIOS!
    Agora, a explicação mais pueril que li, mais ingênua, foi que Assad deve permanecer no poder porque defende cristãos e as minorias árabes!
    Não há como debater esse assunto dessa maneira, e com os russos e, em especial, Putin, com uma torcida fervorosa e quase fanática em seu favor!
    Não dá, simplesmente não dá.
    Então me acusam disso e aquilo, acionando o meu dispositivo da diversão, que saio dando gargalhadas sem parar.
    Explico, antes de ficarem brabos comigo:
    Não de suas teorias sobre a Síria, que delas discordo respeitosamente, mas quanto aos conceitos a meu respeito, que publicam para me diminuir ou que não passo de um ignorante.
    Fazer o quê?!
    Rir.

    • Bendl

      1- Agora, a explicação mais pueril que li, mais ingênua, foi que Assad deve permanecer no poder porque defende cristãos e as minorias árabes!
      P- Assad saiu a guerra acabou, os cortadores de cabeça param de cortar, vão colocar quem no lugar de (ASSAD O PROTETOR) ? O Califa Ibrahim?
      Vai acontecer o que o avô de Assad previu em 1936.

      “Caro Sr. Leon Blum, primeiro-ministro da França

      A luz das negociações que estão sendo realizadas entre a França e a Síria, nós – os líderes alauítas na Síria – respeitosamente trazemos os seguintes pontos a sua atenção e a de seu partido (os socialistas):

      1. A nação alauíta [sic], que manteve sua independência ao longo dos anos as custas de muito zelo e de muitas mortes, é uma nação que é diferente da nação muçulmana sunita em sua fé religiosa, em seus costumes e em sua história. Nunca antes a nação alauíta (que vive nas montanhas na costa ocidental da Síria) esteve sob o domínio dos [muçulmanos] que governam as cidades do interior da terra.

      2. A nação alauíta se recusa a ser anexada a Síria muçulmana, porque a religião islâmica é considerada a religião oficial do país e a nação alauíta é considerada como herética pela religião islâmica. Portanto, pedimos que você considere o destino assustador e terrível que aguarda os alauítas caso eles sejam forçosamente anexados a Síria quando esta estiver livre da supervisão do mandato, quando estará em seu poder implementar as leis que derivam de sua religião. (De acordo com o Islã, os heréticos têm como escolha a conversão ao Islã ou a morte)

      3. Conceder independência a Síria e cancelar o mandato seria um bom exemplo dos princípios socialistas na Síria, mas o significado da independência total será o controle, por algumas famílias muçulmanas, da nação alauíta na Cilícia, em Askadron [a Faixa de Alexandretta, que os franceses tiraram da Síria e anexaram à Turquia em 1939] e nas montanhas Ansariyya [as montanhas no oeste da Síria, a continuação das montanhas do Líbano]. Mesmo havendo um parlamento e um governo constitucional, não haverá garantias de liberdade pessoal. Este controle parlamentar será apenas uma fachada, sem qualquer valor eficaz, e a verdade é que ele vai ser controlado pelo fanatismo religioso que terá como alvo as minorias. Será que os líderes da França querem que os muçulmanos controlem a nação alauíta e que joguem-na no seio da miséria?

      4. O espírito de fanatismo e estreiteza mental, cujas raízes são profundas no coração dos muçulmanos árabes para com todos aqueles que não são muçulmanos, é o espírito que alimenta continuamente a religião islâmica e, portanto, não há esperança de que a situação vá se alterar. Se o mandato for cancelado, o perigo de morte e destruição será uma ameaça sobre as minorias na Síria, mesmo que cancelamento [do mandato] decrete a liberdade de pensamento e a liberdade de religião. Por isso, ainda hoje, vemos como os moradores muçulmanos de Damasco forçam os judeus que vivem sob seus auspícios a assinar um documento em que são proibidos de enviar alimentos para os seus irmãos judeus que estão sofrendo com o desastre na Palestina [nos dias da grande revolta árabe].
      A situação dos judeus na Palestina é a mais forte e explícita evidência da militância islâmica e do tratamento dispensado aqueles que não pertencem ao islã. Esses bons judeus contribuíram para os árabes com civilização e paz, e estabeleceram prosperidade na Palestina sem tomar nada a força e sem prejudicar a ninguém. Ainda assim, os muçulmanos declaram guerra santa contra eles e nunca hesitaram em massacrar suas mulheres e crianças, apesar da presença da Inglaterra na Palestina e da França na Síria.
      Portanto, um destino sombrio aguarda os judeus e outras minorias no caso de o mandato britânico ser abolido e da Síria muçulmana e da Palestina muçulmana serem unidas. Este é o objetivo final dos árabes muçulmanos.

      5. Agradecemos a sua generosidade de espírito ao defender o povo sírio e seu desejo de conseguir sua independência, mas a Síria, no momento atual, está longe da grande meta que você aspira para ela, porque ela ainda está presa no espírito do feudalismo religioso. Nós não achamos que o governo francês e o Partido Socialista Francês vão concordar com a independência dos sírios, já que a sua implementação causará a subjugação da nação alauíta, colocando a minoria alauíta em perigo de morte e destruição. Não é possível que você concordará com o pedido da Síria (nacionalista) para anexar a nação alauíta à Síria, porque seus elevados princípios – se eles suportam a idéia de liberdade – não vão aceitar a situação em que uma nação (os muçulmanos) tenta sufocar a liberdade de outro (os alauítas), forçando a sua anexação.

      6. Você pode achar necessário garantir condições que assegurem os direitos dos alauítas e de outras minorias no texto do Tratado (o Tratado franco-sírio, que define as relações entre os estados), mas nós enfatizamos a você que contratos não têm qualquer valor na mentalidade islâmica da Síria. Vimos isso no passado, com o pacto que a Inglaterra assinou com o Iraque, que proibia [os muçulmanos] iraquianos de assassinarem assírios e yazidis. A nação alauíta, que nós representamos, clama ao governo da França e ao Partido Socialista Francês, e pede-lhes para garantir a sua liberdade e independência dentro de suas pequenas fronteiras [um Estado alauíta independente]. A nação alauíta coloca seu bem-estar nas mãos dos dirigentes socialistas franceses, e é certo que vamos encontrar um apoio forte e confiável para nossa nação, que é um amigo fiel, que tem prestado à França um excelente trabalho, e agora está sob o ameaça de morte e destruição.

      [Assinado por]

      Aziz Agha al-Hawash, Mahmud Agha Jadid, Mahmud Bek Jadid, Suleiman Assad [avô de Bashar], Suleiman al-Murshid, Mahmud Suleiman al-Ahmad.”

      • Sales,
        Bashar al-Assad tem como única intenção e objetivo manter-se no poder!
        Não acredites nessas alegações de proteções para cristãos, budistas, sunitas, xiitas, judeus, politeístas …
        A questão é o poder e mais nada.
        Se pediu à Rússia ajuda não vem ao caso, pois deves entender que impedir que a oposição derrube o seu governo, explicando tratar-se do EI, quem diverge do ditador sírio não é somente terroristas, tem mais gente que não o aceita mais no poder ditatorial que desempenha com mão de ferro.
        Ora, os russos matam terroristas – pelo menos é o que dizem -, mas também parte desta oposição que não pertence ao EI;
        Os americanos, por sua vez, querem depor o ditador sírio e, igualmente, combatem o EI, porém aniquilam parte da população síria pró Assad que não é deste grupo bestial!
        Em outras palavras, e me causa surpresa a extrema dificuldade que vocês estão tendo de me entender:
        Russos e americanos estão matando todos na Síria!!!
        Só não percebe quem está muito atrelado a Putin, o novo superherói, surpreendentemente.
        Um abraço, Sales.

          • Boa pergunta! Agora encurralou sua lógica-coerência em relação ao essencial. AS CONSEQUÊNCIAS! Estigmatiza com esse tipo de argumento sem fundamento como “… está muito atrelado a Putin” … para desviar o foco,, angariar adeptos incautos, na base do “nós contra eles”, . . . deve estar transferindo o ranço do condicionamento da disputa do “Grêmio X Internacional” para o cenário apocalítico na Síria, . . . só pode!

            (Será que vai haver resposta? Normalmente tergiversa, ou literalmente não responde quando se encontra desconfortável)

    • Fez a “Leitura” correta NãoSouBabão?
      E
      ntão vai aqui uma possível “tradução simultânea”!

      É apenas a “Nova Ordem Imperial” marcando presença a seus súditos.

      A verdadeira “leitura” a ser feita da razão e motivação para esse poderio estar na Baia de Guanabara, nesse momento, é a mensagem “subliminar” de intimidação que é captada pela população que tem a oportunidade de sentir “tridimensionalmente” o impacto do poder de uma embarcação desse porte!

      Quem sabe um “recado” a nossa nação, para que não nos “arvoremos” a destituir a fantoche que colocaram, com suas técnicas ilusionistas, e sustentam em Brasíla? Heim?

  16. Entenda, Chico: é importante a Rússia no cenário. O mundo estava ficando perigosamente desequilibrado.
    Suponha que você more na Andrade Neves e veja, um dia, bandidos se fixando na General Câmara. Mais tarde, vê outros se fixando na Riachuelo. Vai esperar que outros se instalem na Borges de Medeiros ou vai reagir logo ?
    Pois assim fez Putin, quando viu a OTAN se aproximando perigosamente da Rússia.
    That’s all, folks.

    • Tá, Não sou Babão, pois pelo que vejo és de Porto Alegre,
      Mas, pergunto:
      E se faz necessário invadir países alheios?
      E precisa-se matar a população, tanto terroristas quanto gente pacífica, o povo em geral, então a debandada, os milhares de refugiados?!
      Se o Brasil, supostamente, não quer a aproximação dos americanos, invade a América do Sul e Central até Belize?!
      E ai dessas populações se nos atacarem?!
      São essas explicações que tenho sido contrário, apenas esse “direito” de a Rússia e o Tio Sam fazerem de outras terras seus ensaios militares com mortes de pessoas como se não valessem nada, a minha revolta e indignação.
      Um abraço, gaudério.

    • É isso aí “NãoSouBabão”!
      A questão é “querer” enxergar as evidências, . . . ou talvez uma questão de miopia (que pode ser resultado também de longa doutrinação, intensa exposição a programação mental massiva ou engenharia social que levam à lobotização virtual!).

      Essa questão só se agrava, quando não são percebidas por pessoas esclarecidas, pois, normalmente bastante bem arrasoadas, acabam for reforçar nelas características negativas, como se acharem no “direito” de classificar os demais como “teimosos” ou outras qualificações, sem enxergar que seus “elogios”, desprovidos de fundamentações consistentes, na realidade acabam tentando transferir no próximo, através do fenômeno psíquico da projeção, uma imagem que não é nada além de sí próprios!

      Esse tipo de “característica”, invariavelmente, causa muitos problemas de relacionamento a quem o carrega, não o identifica a tempo, ou não se preocupa em corrigí-lo antes de chegar à terceira idade, quando nosso perfil se cristaliza!

      • Credo, Zara, esta tua psicologia é única, pois não há nada parecido nos compêndios da ciência!
        Quer dizer, tu podes me rotular como achas, mas eu estou proibido de traçar o teu perfil que, diga-se de passagem, é extremamente difícil pela inconstância do teu humor e confusão que crias, em consequência.
        Não achas que passaste do limite, nessas alturas?
        Até então estou levando a coisa de modo divertido, leve, mas percebo que estás te espraiando em demasia.
        Faz assim:
        Não comentas mais sobre a Síria envolvendo o meu nome, risca-o da tua lista neste particular.
        Não, não estou rompendo amizade alguma, mas evitando que ela seja exatamente quebrada por besteiras, idiotices, infantilidades.
        Temos vários pontos em comum, não há razão em perdê-los por tão pouco, a meu ver.
        Combinado?

  17. O GLOBO Online de hoje, 27.11.2015

    WASHINGTON — O ataque contra um hospital da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) na cidade afegã de Kunduz no início de outubro foi um “acidente evitável”, provocado essencialmente por erro humano, informou nesta quarta-feira um comandante militar sênior dos EUA. Ao revelar os resultados da investigação sobre o bombardeio que deixou 30 mortos, o general informou que os funcionários ligados à tragédia foram suspensos de suas funções.

    — Foi um erro trágico. Forças dos Estados Unidos nunca iriam atacar intencionalmente um hospital ou outras dependências protegidas — disse o general John Campbell, comandante das forças internacionais e americanas no Afeganistão.

    O inquérito revelou que as forças americanas confundiram o hospital com outro prédio na cidade, parcialmente por causa de um erro técnico. O bombardeio que matou 30 mortos tinha como alvo um edifício controlado pelo Talibã em Kunduz.

    No entanto, os membros da tripulação não puderam contar com as ferramentas de navegação da aeronave para localizar o alvo, e se basearam na descrição do local pelas tropas terrestres, o que os levou ao atacar o alvo errado. Os comandantes militares agiram 17 minutos após os primeiros avisos da MSF.

    Campbell também confirmou que médicos da MSF ligaram à coalizão liderada pelos EUA para informar que estavam sendo atacados.Outro militar americano, o general-brigadeiro Wilson Shoffner, revelou que quando as forças americanas se deram conta do erro, pararam de bombardear o hospital.

    Desde a data do ataque, a direção da MSF refuta categoricamente o termo “erro”, chamando o bombardeio de “crime de guerra” e pedindo uma investigação internacional independente. A presidente Joanne Liu diz não confiar no Pentágono.

    Além disso, a porta-voz da MSF no Afeganistão, Kate Stegeman, explicou que não recebeu o resumo do relatório da investigação americana, conduzida por três generais americanos. A ONG publicou nesta quarta-feira fotos e uma breve biografia de seus 14 funcionários, todos os afegãos, mortos em Kunduz.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/eua-atacaram-hospital-em-kunduz-17-minutos-apos-alertas-da-msf-18138565#ixzz3sh7o3Buh

  18. Sei não, . . . Teríamos de qualquer forma que admitir, que o mundo deva se preocupar mais com a incompetência fortuita americana do que com o EI ! ! ! Cáspita !

    Esse tipo de notícia acaba deixando sérias dúvidas se não seria mais um imbróglio de contra-informação preocupada em não “macular” a imagem angelical das “forças de coalizão do bem”, na guerra midiática de consagração da opinião pública na identificação de Putin-Assad como sendo “apenas” elas as das “forças imperiais do mal”, se utilizando da farta programação maniqueísta fixada no “inconsciente coletivo” através do universo do entretenimento, em inúmeras séries, como por exemplo “Guerra nas Estrelas” e tantas outras!

  19. Zaratrusta
    Não vou mais discutir contigo esse tema ou qualquer outro.
    Tu não queres debate, mas desqualificar o teu oponente.
    Amadurece, rapaz e, tenta, à base de argumentos, e não invadindo o campo pessoal, expor as tuas ideias.
    A minha idade não permite que eu trate de assuntos sérios com imaturos ou pseudos psicólogos.
    Jamais te faltei com o respeito e não admito que ajas assim comigo.

    • Bendl,
      Como gostas de dizer, “Erras”, em achar que queira desqualificá-lo! Desqualifico alguns vícios de posturas que já demonstrou ter, que são sim desqualificadas, lamento.
      Engana-se se acha que eu seja “jovem”! Não sou. Me recomenda que “tente” expor minhas ideias à base de argumentos, mas exige que suas “exortações” sejam aceitas como verdades? Como é que funciona isso?
      Dou um exemplo recente colhido logo acima, onde escreveu às 2:04 pm de ontem, 26/11 o seguinte:
      “Interessante…

      1) Putin invade a terra dos outros, sai matando a população, e não quer represálias?!
      ***** De onde você tirou isso? Vc. já detectou o absurdo que vc. diz nessa frase? Quem está fazendo isso é o EI e seus degoladores sendo financiados pelos americanos, que estão transformando essa guerra de interesses pela hegemonia do petróleo em uma guerra religiosa ao financiar a evasão dos refugiados para a Europa!

      2) O russo quer ser onipotente?
      ***** Creio que no entendimento geral, ambos, Russos e Americanos “almejam” a onipotência, entretanto, vc. só acusa os Russos aqui por que? Isso mostra um “vício de estilo” do tipo “para angariar incautos à sua causa”, que não cola, não concorda?

      3) Não, vai aprender a levar bombinha na cabeça também, e constatar que lidar com terroristas – onde ele é um deles – o furo é mais embaixo ou esqueceram da Chechênia, Crimeia e Ucrânia, recentemente?
      ***** Mais uma vez faz uma salada dos fatos! A guerra na Chechênia eu não acompanhei e não me aventuro a opinar, mas na Criméia Putin estava (está) defendendo territórios que pertenciam à Rússia antes de se tornar a URSS, que é extremamente rica em petróleo e gás e com todas as instalações locais dessa indústria operacionais e atendendo a fornecimento a vários países europeus. A troco de que deveria permitir que essas riquezas fossem parar sob a influência americana?

      4) Evidente que não sou adepto do EI, tampouco do Estado Petista, mas essa história de usurpadores, russos e americanos, estarem em países que não são os seus e querem se arvorar ter direitos sobre eles, eis o resultado:
      ***** Outra salada. Vc. junta um monte de coisas desconexas e sem fundamentação lógica! Parece até um “revoltado sem causa”! Vamos lá: Em sã consciência, vc. afirma que no caso da Síria os usurpadores são russos e americanos? Me explica como os russos possam ser classificados de usurpadores se foram chamados para defender um estado legítimo, ditatorial ou não, de um ataque patrocinado por um bando de chacais ocidentais? Cara, tem hora que não dá para acreditar o que vc. escreve, por tudo que vc. já demonstrou saber e já escreveu aqui! Pô, nem para colocar americanos e russos, na ordem inversa? Não acha que é muito “tendenciosismo” não?

      5) A contabilidade de alguns mortos, que deveriam estar em suas casas.
      ***** Nada em contrário. Concordamos integralmente, apesar que: os russos bombardeiam terroristas e não civis, e portanto colocas a “maldade” mais uma, nas mãos dos russos enquanto estão de fato, direta ou indiretamente nas mãos dos americanos, não acha? Claro, pois é o EI suportado hipocritamente pelos americanos quem desaloja, degola e mata cidadãos na Síriaque! Certamente não os russos. Portanto é mais uma conexão no mínimo “infeliz”

      6) A Rússia não sofreu atentado em seu território pelo EI.
      ***** Claro que não! TODO MUNDO sabe disso camarada! Se ela está lá, é por que foi solicitada, pois seu parceiro Sírio não estava mais conseguindo combater todas as frentes terroristas suportadas e treinadas pelos americanos! Foi devido à necessidade de um reequilíbrio de forças e minimizar a ameaça à base naval Russa na Síria! Não deveria ser necessário rebater isso, e nem vc, querer com isso insinuar que os russos estão na Síria com uma atuação que absolutamente não estão fazendo! Insinuação bem “capciosa” não acha?

      7) O avião da Metrojet, abatido pelo EI, foi bem depois de Putin estar na Síria se mostrando para o mundo como herói.
      ***** Cara, essa frase é tão absurda, vinda de você, que não vou nem contra argumentar. Estou achando que qdo vc. escreveu isso estava sob severo impacto e revolta pelas perdas de vidas de russos inocentes, e buscando a todo custo achar “o bode expiatório” a quem depositar sua revolta, e o Putin, claro apareceu no caminho! Ou seria o contrário? Deseja que se entenda o que? “Bem feito para o Putin, que tendo matado tantos terroristas treinados pelos americanos, não podia ficar “impune”? Seria isso? Caramba?

      8) Quer dizer, o ex-chefe da KGB estava sendo um intruso, da mesma forma que seu colega americano, Obama que, por sua vez, mesmo que não tenha sido na sua gestão, o Tio Sam sofrera um dos mais perfeitos e mortais atentados terroristas de todos os tempos com quase três mil mortos, em 11/09/2001, nas Torres Gêmeas.
      ***** Caraca, outra salada! Destrincha isso pelo amor-de-Deus! Que lógica é essa? De onde vc. correlacionou isso? Quanto veneno destilado? Foi devido a essa frase que comentei quanto às forças do bem e do mal maniqueistas ! Não dá para levar essa colocação a sério! O que vc. entendeu sobre o 11/Set/2001?

      9) Porque essa alegação que ambos estão na Síria para aniquilar com os terroristas é a maior besteira que li nos últimos anos, uma colossal mentira, um acinte às mentes um pouco lúcidas!”
      ***** Bem, obrigado por me fazer sentir incluído desse grupo de mentes, pois para mim está claro que, se certamente por interesses já foram publicamente revelados dos americanos, de terem assumido e “terceirizado” a missão de derrubar Assad entre os grupos terroristas treinados pela CIA e o apoio da Turquia, não haveria qualquer razão para os russos se manterem fora dessa agressão terceirizada, para defender seus interesses na Síria, como o Francisco Vieira muito oportunamente lembrou!
      Cara, vc. PRECISA acordar! É um tremendo desperdício seu talento estar tão embotado!
      A imagem que se forma sobre o estado em que vc. se encontra é muito parecida com a que eu me encontrava até dois anos atrás!
      Hoje eu percebo que vivi até os meus quase 60 anos, como se estivesse no centro de uma nuvem densa e espessa! Havia ar, e havia luminosidade, mas eu não conseguia enxergar dois passos além, em qualquer direção! E com isso eu fiquei involuntariamente ou condicionadamente para permanecer numa posição segura, dando passos à frente e retornando, cada vez em quantidades maiores, e em todas as direções, para ver se conseguia encontrar um caminho livre, seguro e com PERSPECTIVA. Aí surgiu essa maravilha chamada Internet, onde escolhi uma das trilhas mais instigantes, e resolvi seguir sem voltar mais! Bem meu caro, vou só te dizer que conforme eu fui me distanciando do meu ponto de segurança, assim como tive de atravessar por conhecimentos desconhecidos que foram fortalecendo meu entendimento dos fatos, também fui percebendo que a intensidade da luminosidade ia aumentando, . . . até que, como não podia deixar de ser, atingi a borda da nuvem em que eu me encontrava, e num processo que foi se acelerando à medida que eu caminhava, cheguei finalmente ao espaço livre da nuvem e descortinei a luz pura, e um horizonte deslumbrantemente nítido como impressionante e simultaneamente assustador!
      Fica o desafio! Siga o seu caminho! Ninguém pode fazer isso por ninguém! Só é possível assegurar que ele existe e está ao alcance de todos que se dispuserem a desbrava-lo!
      Abrçs!

  20. Caro Bentl,

    O seu ponto de vista está certo, pois o senhor qualificou a situação do Oriente Médio de uma maneira mais abrangente e até mesmo histórica – que resultou no atual caos.

    Caro Zara,

    Os americanos estão apenas defendendo a posição deles de “macho alfa” no mundo. Nada mais, nada menos. Para não perderem essa posição, eles farão qualquer coisa que estiver ao alcance deles. Vai ver se acostumaram a ser o número um do mundo… Estarão errados?
    E a Rússia e os chineses?
    Estão nos calcanhares deles, cada um querendo derrubar o número um e ocupar o primeiro lugar no pódio!

    A vida é cruel assim mesmo: O maior tentando comer o menor e o menor esperneando para não ser comido. O forte mandando no fraco… e o inteligente mandando – e usando – no idiota!

    Abraços.

    • O que não quer dizer que temos de concordar com o cínico ‘direito do mais forte’ dos americanos de fazer o que bem entendem.
      A maioria das ações militares americanas recentes foram contra países que não ameaçavam interesses americanos. Ao contrário, Kadafi e Bashar Al-Assad procuraram abertamente se aproximar dos Estados Unidos.

      • Pois é Pedro.

        É exatamente buscando resposta para esse tipo de pergunta que vc. acaba de colocar é que descobri algo impensável para “qualquer pessoa de bem”!

        É inconcebível para qualquer pessoa conceituada como “normal”, que as coisas que estão acontecendo façam parte de um grande, um gigantesco Teatro atemporal, no qual somos coadjuvantes que, com nosso suor e sangue, e não mais que de repente, somos arrebatados para o centro do palco em “atos” de uma “peça” dirigida por fascínoras assassínos “em massa”, simplesmente porque, se dão ao desplante de não revelar como é o “Epílogo” de sua apresentação!

        Pois bem, cheguei à conclusão, por fatos e dados históricos, que não é algo que “possa ser de fato revelado”, para que consigam se manter “dirigindo o script”. Se é que me entende . . . .

  21. Dizem ter bombardeado caminhões Tanques. A pergunda seria se esses caminhões estavam cheios ou vazios. Seria interessante vigiar os campos de petroleo e destruir tudo que fosse veiculo que circulasse perto e destruir tudo que sirva de transporte de petroleo. Deixasse esse falso estado islamico sem uma bicicleta que fosse. Queria ver eles andarem pelo deserto gastando as solas do sapato.

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