Não me assusto com essa crise; se Bolsonaro sair, assume um general e toca o governo.

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Charge do Duke (dukechargista.com.br)

Antonio Carlos Fallavena

Não vou debater sobre os conhecimentos e experiência de Olavo de Carvalho. Assisti e tenho em meus arquivos vários videos com matérias, informações interessantes, de temas que acompanho, feitas por Olavo de Carvalho. Agora, é alguém que não tem o mínimo controle nas palavras. Isto sem contar com a “fumaça” e o cigarro, permanentemente entre dedos. O pulmão é dele e o ambiente também. Já fumei, mas nunca fiz do meu vício de então um palco de publicidade para cigarro.

Utiliza expressões chulas, de baixo calão, por demais. Um palavrão bem colocado dá um efeito quando se quer chamar a atenção. Mas palavreado chulo a todo momento é falta de educação!

VIAGEM À CHINA – A primeira coisa que pensei, quando soube da viagem: quem pagou ou pagará? Algum deputado usando verba pública? Foram à China passear às custas do governo chinês? Não pode? Estão faltando ao emprego? Vão vender o país? Vão fechar negócios? Quanta bobagem…

Olhem aqui, tudo está armado contra Bolsonaro! As irresponsabilidades dos filhos de Bolsonaro são dele; os deputados do partido são dele; a facada que levou não foi atentado, foi facada como de briga de boteco, pois tem gente que continua pregando que foi uma farsa; e cuidado, há quem diga que estão preparando um golpe contra o presidente…

Eu já não me preocupo muito com isto. Se Bolsonaro sair, assume um general. E tenham a certeza que o buraco será muito mais embaixo. E se tentarem avacalhar mesmo, ai chegaremos onde muito brasileiro, certamente a maioria, queria: fecha tudo e joga a chave fora!

MUITO EXAGERO – Não pode deixar passar em branco coisas erradas. Agora, bater em tudo, cobrar tudo de uma vez só e esperar que Bolsonaro e sua equipe de ministros resolvam os problemas em alguns dias é comportamento que chega a ser patético.

Cobrar não é destruir. E não nos esqueçamos de que ladrões, corruptos e vigaristas não tem o direito de cobrar nada. O PT e seus acolherados não têm moral nenhuma para abrir a boca, que dirá criticar os outros.

E o Olavo de Carvalho que fique fumando o dia inteiro!

COBRANÇA DEMAIS – Tudo é cobrado do Bolsonaro. Até parece que ele é donos de todos: filhos, mulher etc. Eu pergunto: o que Bolsonaro pode fazer? Bater nos filhos e na mulher? Mandar prender o filho e a mulher? Tirar o mandato do filho e o título de primeira-dama de sua mulher? Ir para a mídia defendê-los ou difamá-los? Chamar a polícia e mandar prendê-los? Deserdá-los?

Seria interessante que junto com a crítica, que também eu faço pois não estou contente com alguns encaminhamentos do governo, dissessem o que ele deveria fazer. Tenho certeza que sairão coisas do arco da velha.

Falta qualidade ao governo. Falta qualidade ao presidente. E isto comprova o que digo faz muito anos: falta qualidade à democracia e ao eleitor brasileiro. E se nada for feito para melhorar, quem sabe o que este eleitorado idiota fará na próxima eleição.

31 thoughts on “Não me assusto com essa crise; se Bolsonaro sair, assume um general e toca o governo.

  1. parece que está faltando mortadela para os petralhas.
    pararam de falar na psolista ceifada pela milícia.
    E a Rosemeire Noronha aonde está ?

    E os filhos do ladrão enjaulado, o Coaf já fez os relatórios para a Rede Esgoto ?

    Palloci detonou dilma catavenda, o ladrão mor e muitos outros. Que peninha, longos anos na jaula.

    • Há dois meses, eu já havia publicado esse informe aqui. Um colega comentarista escarneceu, dizendo que eu não tinha tomado o meu “tarja preta” naquele dia.
      Não sou vidente, mais pertenço à duas famílias imensas, muito bem entranhadas e bem aquinhoadas, com trânsito pelos mais diversos segmentos do Brasil e doutros países. Temos de favelados e palafitados, medianos; palacianos e corteses.
      Em nossa linha genealógica, Araújo, insere-se, no segundo grau, o Zé Bigode, aquele que ferrou brasileiros e brasileiraas: Tem que dar certo!

  2. Fallavena

    Essa. cobrança de pureza entre pecadores me lembrou da anedota:

    A mulher com o filho no colo chegou no cartório para registrá-lo.

    O escrevente perguntou o nome do pai.

    A mulher envergonhada disse: “Padre Jair”

    Espantado o oficial questionou: “Ele largou a batina?”

    E ela esclareceu: “Não senhor ele só levantou ela.”

    Corruptos e ladrões cobrando honestidade e retidão de seus congeneres.

    Abraços!

    • Eduardo Areal
      Tens razão. mas continuo esperando que melhore. Se assim não fizer, o que eu poderia fazer mais?

      Repito e repetirei milhões de vezes: o país, a democracia e tudo mais depende da qualidade de seu povo. É algo tão lógico que, quem me questiona por cobrar do povo a responsabilidade e as decisões que a maioria tomam/tomaram e que nos levaram a atual situação, pergunto: se esperam pela elite e pelas classes mais altas, teremos de voltar a monarquia!

      Os safados são escolhidos pelos safados! E isto tem se repetido em todos os pleitos, durante décadas, com as raras exceções.

      Tomara eu esteja errado. Ficarei feliz!
      Abraço e saúde.

      Fallavena

  3. Infelizmente o brasileiro é brasileiro e desse mato não sai coelho.

    Vamos contar com a sorte, porque é somente o que resta para nós, quando se trata de qualquer governo brasileiro.

    • Mario Jr.
      Bem sei, não é isto que todo deseja para nosso país.
      A democracia é o melhor regime entre os piores que conhecemos!

      E se um dia, por acaso ou por erro, escolhêssemos um governo honesto, justo e com um projeto bom para nosso país, alguns meses após, os mesmos que o elegeram o derrubariam. Por que? Pelo simples fato de que “muitos querem corrigir os erros e benesses dos outros, mas não as suas.

      A democracia plena e funcionando, exige eleitor com qualidade, voto com qualidade, participação e responsabilidade dos eleitores. Se assim não for, terás plena razão. O país virará um jogo, de sorte e azar

      Sei que entendes o que quero dizer.

      Abraço
      Fallavena

  4. A história JAMAIS se repete, conforme alegam alguns, em total desconhecimento do que afirmam.

    No longínquo ano da Graça de 1.961, Jânio renunciou, e deu início à crise que até hoje nos traz consequências!

    Jango estava na China, e os militares não quiseram que ele assumisse a presidência, mesmo que a sua função tenha sido eleita pelo povo, pois naquela época o vice também era eleito.

    Foi quando o Brasil viu nascer um grande líder, Brizola, que botou na mesa:
    Ou Jango assume ou ele partiria para uma reação militar, com o III Exército a seu favor!

    O episódio tem o nome de Legalidade, justamente porque seria absolutamente legal que o vice do renunciado tomasse o seu lugar.

    Dito isso, caso na ausência de Bolsonaro a situação de seu filho se agrave, o presidente, que estará voltando da China, assumirá o Planalto ou estará demitido pelo seu vice, um militar, que compôs a chapa de Bolsonaro, mas impedirá que esta divisão do poder entre o presidente e os militares, que convidou para governar o país com ele, seja execrada em praça pública??!!

    A história se repetiria, e eu teria de engolir a língua ou apenas e nada mais do que coincidência??!!

    • Passei os limites médicos hoje, mas me diverti bastante.

      Tanto que coloquei Davos na China, e a cidade se localiza na Suíça, mas bah!

      Perdão, mas as falhas só acontecem com quem é humano.

      Por hoje, fim.

      Me estendi muito, e eu não devia.

      Abraços, a todos.

      • Amigo Bendl
        Em tão poucos dias, tanta confusão em um governo que é a nova espeeança de milhões de brasileiros, entre os quais nos incluimos. Nós queremos e torcemos pelo nosso país, contrariamente a outros que só almejam a derrocada para a volta dos seus ídolos.

        O circo está armado e os que nele estão sempre se salvarão primeiro, antes de salvar os compromissos que devem ter.

        Quando comentei alguns temas que estão nos últimos dias, percebi o jogo armado, os atores se reunindo e os atacados batendo cabeça.

        Por melhor pai que seja, Bolsonaro já deveria ter “sugerido” ao filho que fosse tratar de seus assuntos pessoais longe do governo. No próprio governo, muitos estão cobrando a não posição dele. A oposição podre, cretina, ladra, corrupta está recebendo ar de primeira qualidade! Não merecem gás carbônico, mas estão com ar puro.
        Diante disso, basta fazer-se uma leitura rápida do que pode acontecer se as coisas continuarem no ritmo e caminho das atuais.

        Foi só isto que tentei dizer quando expressei meus sentimentos.

        Espero que cuides, muito bem, de tua saúde. Ainda tens muitos compromissos a cumprir com tua família, com a pátria e com teus amigos sinceros.

        Abraço fraterno e muita saúde.
        Fallavena

  5. “…se Bolsonaro sair, assume um general…”

    Eurecaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!

    Finalmentemente (como diria Odorico Paraguaçú) alguém do lado verme lho declarou, com clareza, o “desejo secreto” e incontido “subliminar” desta ‘séria’ série de reportagens na caça ao Queiróz.
    Alguns chegaram a pensar, nas suas inocências, que se o Queiróz assumisse tudo e se entregasse, resolveria tudo, saciaria o desejo de sangue do vampirismo ideológico.
    Pura bobagem!
    Agora estamos sabendo que não adianta escostar a bunda na parede, eles querem é um boquete ideológico.
    Eles querem é a direita fora da ‘Cadeira’.
    Vade retro, sanguessugas!

  6. Esse joguinho que a mídia amestrada faz tentando generalizar as possíveis falhas do filho de Bolsonaro com ele e seu governo, é coisa velha da esquerdinha, que não aceita a democracia, a alternância de poder.
    Já de Bolsonaro mesmo, podemos esperar uma meia boca na questão de segurança pessoal, por , como já disse aqui, brasileiro é brasileiro, pois além da insanidade mental que carrega não tem culhão para fazer o certo em roda sua extensão como por exemplo os anglo-saxões.

    De qualquer jeito, pelo menos um fazendeiro poderá se dar melhor diante de criminosos organizados pela CNBB e pelos partidos de esquerda, quando estes tentarem invadir e roubar sua propriedade, coisa que num EUA, jamais acontecerá, pois o invasor vai sair morto e ainda vai ser preso.

  7. O Sr. Fallavena é daqueles que culpa o povo por elegermos governos fracos, pois é, ele votou no Bolsonaro.

    Não precisamos dizer mais nada….

    quem sabe o que este eleitorado idiota fará na próxima eleição? Pergunto eu !!!!

    • Forte foi Lula , Dilma e Temer que vcs colocaram no poder
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • De olho no lance
      Seria interessante que disseste de quem é a culpa, na tua visão e no teu conhecimento.
      Quando vejo os eleitos, em todos os níveis, me pergunto: “quem elegeu estas pessoas?”
      Ora, na democracia, os eleitos são eleitos pelos eleitores! Simples assim.
      Consegue entender por que culpo os eleitores? Um voto correto é anulado por um voto errado. É simples, muito simples. Não tem outra explicação.

      Quando ao meu voto, o único responsável por ele sou eu! E te afirmo e provo se necessário for. jamais votei no PT e não seria gora que votaria. E mesmo assim, erraste! Tua bola de cristal é de plástico.

      Aguardo tua opinião sobre “… de quem é a culpa pela eleição de governos fracos ”
      Abraço.
      Fallavena

  8. Eu defendo que o caso do Flávio Bolsonaro e de TODOS os demais deputados da ALERJ sejam encaminhados ao TJ-RJ e que a investigação de TODOS sigam o rito legal sob a tutela de um magistrado.

    Simples!

  9. O caso Flávio Bolsonaro seria um dos miles similares no legislativo federal, estaduais e municipais, totalmente corriqueiro e institucionalizado, não fosse o espertinho filho do personagem que encarna perante a nação a esperança do banimento dessas práticas patrimonialistas abjetas. Não podemos ser tão ingênuos ao ponto de esperar que políticos veteranos sejam puros e sem mácula no lodaçal da política brasileira, mas é inadmissível que os “rolos”
    de um aloprado anulem a imagem de um governo que precisa dar certo a qualquer custo. Única solução para evitar maiores danos colaterais: O Senador renuncia para se defender sem a proteção do foro privilegiado e declara que o faz por imposição do pai. O MP e a mídia esquecem e o Presidente se consolida como “mito”.

    • É exemplo corriqueiro mas é crime.
      Isso somente acontece porque são cargos em comissão, de livre nomeação e exoneração.
      O pagamento é a contraprestação pelo trabalho.
      Há casos de que o comissionado sequer trabalhou ficando como um bon vivant com dinheiro público. São Fantasmas! Temos outros que ou que trabalham quando convém, ou para terceiros. Temos uma matéria de hoje revelando um assessor de Carlos Bolsonaro que servia ao pai Jair Bolsonaro. Pode isso? Claro que não! É crime.

      Situações como essas somente ocorrem em razão do alto número de comissionados em órgãos públicos. E especialmente nos cargos de direção.
      Os departamentos de recursos humanos e de controle interno deveriam estar sob cuidados exclusivamente de efetivos, com garantias contra perseguições.
      Aliás, querem acabar com a estabilidade… e é a troco de que, se já existem regras de assiduidade, pontualidade, zelo, observância dos deveres funcionais sob pena de responsabilização disciplinar com pena desde advertência até demissão a bem do serviço público?
      O fato é que querem justamente retirar a estabilidade para que servidores sintam desestimulados a contrariar e denunciar.
      Lembro de ter lido (não me lembro de no livro do Marco A. Villa “A História das Constituições”) que antes do ingresso ao cargo exigir Concurso como regra, sendo a exceção os Comissionados para algumas atividades, todos os cargos até então eram de acesso simplificado ou indicações, onde vigorava na maioria das vezes esses esquemas do nomeado repassar uma parte do salário.
      Veio a Constituição de 1988 tornar obrigatório o Concurso como forma de ingresso e muito diminuiu isso.
      Contudo, os cargos em comissão que originalmente eram para direção, chefia e assessoramento foi cada vez mais sendo banalizado especialmente quanto à esta última função, sendo criados inúmeros cargos com diferentes símbolos.
      É irônico o cargo de assessoramento, ou seja, o sujeito deveria assessorar, mas temos gente que vem de atividades das mais exóticas como experiência anterior para ocupar tais cargos. Tem de tudo. Isso é no Legislativo, no Executivo e no Judiciário. Mas o que fica realmente fazendo o assessor? Na maioria das vezes nada que justifique o salário, seja ele um alto salário ou baixo salário. Tem assessor que sabe menos do que o estagiário de nível médio… Pode isso? É desestimulante trabalhar em órgão público e conviver com uma bagunça dessas.

    • É exemplo corriqueiro mas é crime.
      Isso somente acontece porque são cargos em comissão, de livre nomeação e exoneração.
      O pagamento é a contraprestação pelo trabalho.
      Há casos de que o comissionado sequer trabalhou ficando como um bon vivant com dinheiro público. São Fantasmas! Temos outros que ou que trabalham quando convém, ou para terceiros. Temos uma matéria de hoje revelando um assessor de Carlos Bolsonaro que servia ao pai Jair Bolsonaro. Pode isso? Claro que não! É crime.

      Situações como essas somente ocorrem em razão do alto número de comissionados em órgãos públicos. E especialmente nos cargos de direção.
      Os departamentos de recursos humanos e de controle interno deveriam estar sob cuidados exclusivamente de efetivos, com garantias contra perseguições.
      Aliás, querem acabar com a estabilidade… e é a troco de que, se já existem regras de assiduidade, pontualidade, zelo, observância dos deveres funcionais sob pena de responsabilização disciplinar com pena desde advertência até demissão a bem do serviço público?
      O fato é que querem justamente retirar a estabilidade para que servidores sintam desestimulados a contrariar e denunciar.
      Lembro de ter lido (não me lembro de no livro do Marco A. Villa “A História das Constituições”) que antes do ingresso ao cargo exigir Concurso como regra, sendo a exceção os Comissionados para algumas atividades, todos os cargos até então eram de acesso simplificado ou indicações, onde vigorava na maioria das vezes esses esquemas do nomeado repassar uma parte do salário.
      Veio a Constituição de 1988 tornar obrigatório o Concurso como forma de ingresso e muito diminuiu isso.
      Contudo, os cargos em comissão que originalmente eram para direção, chefia e assessoramento foi cada vez mais sendo banalizado especialmente quanto à esta última função, sendo criados inúmeros cargos com diferentes símbolos.
      É irônico o cargo de assessoramento, ou seja, o sujeito deveria assessorar, mas temos gente que vem de atividades das mais exóticas como experiência anterior para ocupar tais cargos. Tem de tudo. Isso é no Legislativo, no Executivo e no Judiciário. Mas o que fica realmente fazendo o assessor? Na maioria das vezes nada que justifique o salário, seja ele um alto salário ou baixo salário. Tem assessor que sabe menos do que o estagiário de nível médio… Pode isso? É desestimulante trabalhar em órgão público e conviver com uma bagunça dessas.

    • Marcelo
      Confesso não ter entendido teu comentário. Quem sabe se podes complementá-lo? Se tiveres opinião diferente, é interessante externá-la.
      Mas por gentileza,tente fazê-las com educação, compreensão e sugestões.
      Fallavena

  10. Achei legal a história do grande lider Brizola.
    Se não for ficção é piada.
    O Brizola é aquele grande… digamos assim, lioder que recebeu uma baba de responsa do Fidel pra fazer a revolução no Brasil. Pegou a baba e partiu pro Paraguai muambar umas fazendas e outros imóveis e, revolução mesmo só no patrimônio dele. Por causa dessa proeza, o grande lider foi ‘canonizado’, digamos assim, pelo Fidel, como El Raton.
    Acho que esse papo de 3º exército foi só pra impressionar os revolucionários. Afinal um 3º exército só não faz verão.
    Vade retro, Brizolon!

  11. Em 2015, Carlos Bolsonaro questionou como Lula podia insistir na sua pureza, na sua inocência, de não saber de nada, se estava no meio de tanta gente envolvida e familiar ruim.

    Efeito bumerangue agora veio a atingi-los em cheio. A toda família. Michele, inclusive, que no mínimo participação tem, dado o depósito na sua conta sob alegação de devolução de um empréstimo que o marido fez a um milionário do ramo de rolo com compra e venda de carros mas precisava de dinheiro emprestado e continuava morando numa casa com cano de pvc exposto do lado de fora e muro em péssimo estado.

    Fizeram uma montagem das versões dos 1989 dos trapalhões e a recente com os Bolsonaros.

    E só para recordar que essa família dita exemplar de filhos bem criados é fachada, temos uma reportagem que já mostrava a sadia relação:

    No WhatsApp, Bolsonaro diz que não irá visitar filho na Papuda
    https://veja.abril.com.br/brasil/no-whatsapp-bolsonaro-diz-que-nao-ira-visitar-filho-na-papuda/

  12. Se o caudilhismo não vem do povo, certamente vem da mídia. Muitos se importando com o presidente e seus filhos, numa visão de que se o presidente tem filhos rebeldes, quem perde é o Brasil; poucos analisando os paradigmas a serem quebrados com a equipe ministerial, principalmente vindo do ministério da justiça e da economia.

    O assuntos são sempre os mesmos: Neoliberalismo malvadão de Paulo Guedes; Flávio Bolsonaro e Queiróz; o chanceler tido como louco de EXTREEEEEEMA-direta; menino veste azul e menina veste rosa;

    e o brasileiro segue a vida, idêntica a de um boi na boiada.

  13. J.R. Guzzo
    Ontem às 10:39 ·
    (Publicado na edição impressa de VEJA)

    Nem Átila

    É realmente uma canseira, mas não tem outro jeito. A cada vez que você vai escrever ou falar alguma coisa sobre a imprensa no Brasil, é preciso explicar direitinho, se possível com desenho e quadro-negro, que o autor não é ─ repetindo: não é, de jeito nenhum, nem pensem numa coisa dessas ─ contra a liberdade de imprensa. Não está pedindo a volta da censura, mesmo porque seria legalmente impossível. Não quer a formação de uma polícia para fazer o “controle social dos meios de comunicação”. Não está “a favor dos militares e contra os jornalistas”. Não acha, pelo amor de Deus, que é preciso fechar nenhum jornal, revista, rádio, televisão, folheto de grêmio estudantil ou seja o que for. Não lhe passa pela cabeça sugerir aos donos de veículos e aos jornalistas que publiquem isso ou deixem de publicar aquilo; escrevam em grego, se quiserem, e tenham toda a sorte do mundo para encontrar quem leia. Com tudo isso bem esclarecido, então, quem sabe se possa dizer que talvez haja um ou outro probleminha com a imprensa brasileira de hoje. Um deles é que a mídia está começando a revelar sintomas de Alzheimer ou de alguma outra forma de demência ainda mal diagnosticada pela psiquiatria.

    É chato lembrar esse tipo de coisa, mas também não adianta fazer de conta que está tudo bem quando dizem para você dia e noite, 100 mil vezes em seguida, que o novo governo brasileiro provou ser o pior que a humanidade já teve desde Átila, o Huno. Não faz nexo. Até Átila precisaria de mais de duas semanas de governo para mostrar toda a sua ruindade ─ e olhem que ele foi acusado de comer carne humana e andava cercado de lobos, em vez de cachorros, sendo que nenhum dos seus lobos era bobo o suficiente para chegar perto do dono quando sentiam que o homem não estava de muito bom humor naquele dia. Além disso, errar em tudo é tão difícil quanto acertar em tudo. Talvez fosse mais racional, então, recuar para uma antiga regra da lógica: as ações devem ser julgadas pelos resultados concretos que obtêm, e não por aquilo que você acha delas. Um governo só pode ser avaliado depois de se constatar se as coisas melhoraram ou pioraram em consequência das decisões que colocou em prática. O número de homicídios, por exemplo ─ aumentou ou diminuiu depois de doze meses? A inflação está em 2% ou em 20%? O desemprego caiu ou subiu? E por aí vamos.

    Mas essa lógica não existe no Brasil de hoje. Está tudo errado, 100% errado, porque é assim que decretam os estados de alma dos proprietários dos veículos e dos jornalistas que empregam ─ e não porque mediram algum resultado concreto. Ou seja: ainda não aconteceu, mas o governo já errou. A condenação começou no dia da posse de Bolsonaro e dali até hoje não parou mais. Os jornalistas, denunciou-se já nos primeiros minutos, não receberam instalações à altura da sua importância para a sociedade. Donald Trump não veio. O discurso de estreia foi ruim ─ embora não tivessem publicado uma sílaba de algum discurso presidencial anterior, para que se pudesse fazer uma comparação. Há generais em excesso no governo ─ e qual seria o número ideal de generais no governo? As médias das administrações de Sarney para cá? A média mundial? O que é pior: o general A, B ou C ou os ministros Geddel, Palocci ou Erenice? Há poucos nordestinos. O ministro do Ambiente acha que esgotos, por exemplo, ou coleta de lixo, são problemas ambientais sérios. Conclusão: ele vai abandonar a Amazônia para os destruidores de florestas.

    Como o doente que repete sem parar a mesma coisa, não consegue descrever o que vê pela janela, e esquece tudo o que lhe foi demonstrado 1 minuto atrás, a imprensa travou. A prisão do terrorista Cesare Battisti foi uma “derrota” para Bolsonaro; imaginava-se que teria sido uma derrota para Battisti, mas a mídia quer que você ache o contrário. O acesso à armas de fogo para que um cidadão (só aquele que queira), tenha a chance de exercer o direito de legítima defesa antes de ser assassinado, vai desencadear uma onda de homicídios jamais vista na história. Como as armas de fogo são caras, denuncia–se que a medida é “pró-elites”. E se vierem a baixar de preço? Passarão a ser melhores? Quando alguém começa a escrever coisas assim, e faz isso o tempo todo, é porque parou de pensar; o cérebro não está mais ligando Zé com Zé. É um problema. Os leitores, cada vez mais, estão percebendo que a imprensa é inútil. Não só eles. No dia em que o governo descobrir que não precisa mais prestar atenção à mídia, vai ver que está perdendo uma montanha de tempo à toa.

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