Não torci pela seleção sub-20: torci pelos meninos melhorarem de status financeiro e social

A derrota foi um choque, não decepção ou frustração futebolística, mas o inesperado de um resultado que não veio, a vitória anunciada. Sabia que Gana (a redundância do nome do país e do espírito combativo) era adversário difícil e que lutaria bastante. Isso aconteceu, infelizmente.

120 minutos de jogo (90 obrigatórios e 30 de prorrogação) nenhum gol de lado a lado. Aquele zero a zero torturante se prolongou nos pênaltis, ampliando o suspense. Três vezes estivemos para bater o pênalti e conquistar o título, três vezes deixamos escapar. Nem sequer tentaram a paradinha, que segundo a Fifa, vale até o dia 20, terça-feira.

Não me entristeço com a derrota, é do jogo, e que jogo esse que se chama futebol. Me entristeço com o tempo perdido, e a espera que esses meninos de 18 e 19 anos, terão que amargar pela conquista da liberdade e a libertação da miséria e da não existência. Não desanimem nem se desesperem.

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