Nelson Teich diz que polarização política atrapalha o combate à pandemia: “O Brasil precisa se unir”

“Confrontos desnecessários só prejudicam o Brasil”, postou Teich

Igor Veiga
O Tempo

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich usou as redes sociais, na noite desta segunda-feira, dia 18, para falar sobre o trabalho dele em sua curta passagem de 28 dias no comando da pasta. Além disso, criticou a polarização política no país o que, segundo ele, tem prejudicado o Brasil no enfrentamento da pandemia.

“Em 28 dias à frente do Ministério da Saúde, por mais difícil que fosse a situação, nunca expus gestões anteriores. Nessa época de caos e incertezas, qualquer ação que tire o foco do enfrentamento à pandemia deve ser evitada. O Brasil precisa se unir para que juntos encontremos a melhor maneira de lutar. Confrontos desnecessários só prejudicam o Brasil e todos nós, brasileiros”, postou Teich.

PLANO DE AÇÃO – O ex-ministro também disse ter deixado pronto no ministério quatro planos de ação para o enfrentamento do novo coronavírus, entre eles a tão esperada estratégia de gestão de riscos, que poderá servir como guia para governadores, prefeitos e secretários de saúde na reabertura das atividades econômicas.

Além disso, Teich elaborou um projeto para ampliar a testagem da Covid-19 no Brasil, além de novas unidades de UTI com respiradores Por fim, ele defende que o ministério prossiga com seu plano de conhecer de perto a realidade de médicos e enfermeiros nos hospitais estão mais saturados com os pacientes do novo coronavírus. Antes de deixar a pasta, Teich chegou a visitar a cidade de Manaus e também hospitais no Rio de Janeiro.

9 thoughts on “Nelson Teich diz que polarização política atrapalha o combate à pandemia: “O Brasil precisa se unir”

  1. Mas justamente é a confrontação política que Bolsonaro utiliza como cortina de fumaça para a sua total incapacidade de administrar. As vezes me pergunto se ele teria capacidade para ser síndico de um prédio…

  2. Temos uma virose com capacidade de levar o sistema de saúde ao colapso; temos a imprensa tocando o terro; , temos a turma do ‘quanto pior, melhor’ e temos os políticos tomando decisões apenas para seguir a manada. O “amado” Bozo está encurralado: se toma medidas duras, acusam-no de destruir a economia; se não toma, acusam-no pela morte dos cidadãos…E o “cachaceiro”, ladrão, oportunista, vigarista, salafrário está livre, leve e solto…Hipócritas! A situação caótica da saúde deveria ser cobrada dele, o enganador de burros e parceiro de vagabundos!

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