No debate, Biden prometeu ajudar a preservação da Amazônia, mas fez uma ameaça

Eleições nos EUA: caos marca primeiro debate entre Trump e Biden

O primeiro debate foi confuso, com muitas interrupções

Guga Chacra
O Globo

Um debate vergonhoso no qual os dois candidatos tiveram performances horríveis. Talvez as piores em décadas. O presidente Donald Trump, além de mentir compulsivamente, estava nervoso e mais agressivo do que de costume, quase descontrolado, chegando a ser advertido uma série de vezes pelo moderador. Já Joe Biden perdeu chances inacreditáveis para demolir o seu adversário e se mostrou apático, apesar de ser incomparavelmente mais decente do que o rival.

Não sei qual será o impacto na eleição. Talvez nenhum, com os eleitores de ambos resignados com a má performance deles. Os indecisos talvez tenham algum incentivo para não votar.

MENTIRAS EM SÉRIE – Trump mentiu descaradamente quase o tempo todo, como na questão da Covid-19 e também na sua declaração de impostos. Não foi convincente. Talvez apenas seus eleitores mais fanáticos tenham acreditado.

Biden, por sua vez, podia ter partido para cima do presidente nestes momentos. Mas, inacreditavelmente, não usou a oportunidade como na questão dos impostos. Por que não insistiu para o presidente mostrar seus impostos, já que o atual ocupante mentiu dizendo ter pago milhões e não apenas US$ 750 no ano que foi eleito, conforme mostrou a reportagem do New York Times?

Diante do debate de hoje, parecia que tanto Trump quanto Biden estavam despreparados. Nenhum deles passou segurança suficiente para dizer que podem comandar o país neste momento de pandemia e de colapso econômico.

ACUSAÇÃO DE RACISMO – Sem dúvida, Biden se mostrava mais normal, mas com menos assertividade. No final, melhorou um pouco ao defender seus filhos. O presidente, por sua vez, estava mais enérgico, mas sem o seu humor e carisma, mais comuns em seus comícios. Também estava mal-educado e interrompendo o adversário.

Em um momento inacreditável, Trump não condenou publicamente os supremacistas brancos por nome, apesar de ser questionado diretamente sobre isso pelo moderador Chris Wallace. Um pouco antes, Biden havia chamado o presidente de racista.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGO colunista deixou de mencionar que a questão da Amazônia entrou nesse primeiro debate. O democrata Biden, ao atacar a política ambiental do republicano, aproveitou para fazer críticas ao Brasil. “A floresta tropical no Brasil está sendo destruída”, disse Biden, que prometeu liderar um movimento internacional e oferecer US$ 20 bilhões (R$ 112 bi) para ajudar na preservação da região. “Parem de destruir a floresta e, se não fizer isso, você terá consequências econômicas significativas”, ameaçou, deixando no ar a possibilidade de retaliações e boicotes ao governo brasileiro..  (C.N.).

19 thoughts on “No debate, Biden prometeu ajudar a preservação da Amazônia, mas fez uma ameaça

    • Baixaria houve naquela reunião vergonhosa com o gabinete do Idiota Mor. O único mentiroso e rude foi o ídolo do nosso scumbag Bozo.
      By the way, o Brasil precisa olhar seriamente o meio ambiente como advertiu Biden. Mais que isso e para isso: temos que dar um ponta pé no fundilho do Idiotanaro em 2022 (ou antes, se Deus ajudar).

  1. Revista EXAME

    FRAUDE FISCAL PODE LEVAR TRUMP E IVANKA À CADEIA, DIZ EX-PROCURADOR

    O presidente americano, cuja fortuna é bilionária, teria pago apenas 750 dólares em impostos federais em 2016; cargo o impede de ser investigado no momento

    Por Gabriel Justo

    Publicado em: 29/09/2020 às 13h01
    Alterado em: 29/09/2020 às 15h31
    REUTERS/Leah Millis (Leah Millis/Reuters)

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, certamente responderá à Justiça e será punido por fraude fiscal assim que deixar o cargo, caso não seja reeleito em novembro. A afirmação foi feita por Nick Akerman, um ex-procurador federal americano, em entrevista à CNN.

    “Não tenho dúvidas sobre isso. A única coisa que está blindando Trump nesse momento é o exercício do seu cargo”, afirmou o ex-procurador ao ser perguntado se Trump poderia ser punido por não ter pago impostos compatíveis com sua fortuna bilionária.

    Assim como acontece no Brasil, as diretrizes do Departamento de Justiça americano proíbem que um presidente seja processado enquanto estiver no exercício do cargo. “Assim que ele deixar a cadeira de presidente, já estará sujeito ao indiciamento”, disse Akerman.

    Nesta segunda-feira, 28, o New York Times revelou que Trump pagou apenas 750 dólares em impostos federais em 2016. “Ele não pagou qualquer imposto sobre a renda em dez dos 15 anos anteriores, em grande parte porque declarou mais perdas do que receitas”, escreveu o jornal americano, que analisou mais de 20 anos de declarações fiscais do presidente, que se recusa a fornecê-las publicamente, como manda a tradição do cargo.

    As revelações do NYT municiam a campanha do democrata Joe Biden, que nesta terça-feira, 29, enfrentará Trump no primeiro debate da campanha deste ano.

  2. “Entre nações não existe amizade e sim interesses”.
    John Foster Dulles, Secretário de Estado Americano
    (1888-1959)

  3. Se esse tal Biden ganhar as eleições a China vai dominar o mundo.
    Pensem em um cara fraco sem personalidade.
    Esse Guga aprendiz de feiticeiro tem a seguinte frase: H. Clynton tem 90% por cenro de chance de ganhar as eleições.

    • Esse Biden, né? Esse Biden, meu caro, quer oferecer melhores condições ao povo, apoia o movimento em prol do meio-ambiente, está determinado a modernizar os meios de geração de energia para melhorar o ar que respiramos. Fraco, né? Fraco é o idiota que governa o seu país.

  4. Existem por inciativas exclusivamente particulares vários projetos de reflorestamento, inclusive de madeiras nobres como mogno africano e Teka, sendo implantados em áreas degradadas de biomas como amazonia, cerrado e mata atlantica. Além do reflorestamento com arvores que demandam um tempo muito grande de retorno(minimo 15 anos), outras atividades de prazo mais curto podem também ser incentivadas, tais como apicultura, culturas que são compatíveis com sombreamento como cacau, açai e inúmeras outras.
    E o governo de obtusos como o presidente Bolsonaro e o idiota Ricardo Salles preferem “botar fogo e passar a boiada”, ou mesmo incentivar garimpos à moda Serra Pelada.
    Até mesmo como um marketing politico e social a nivel mundial cairia muito bem o governo incentivar iniciativas como as citadas acima, inclusive cobrando financiamento por parte de fundos internacionais que ao mesmo tempo que preservando e recuperando florestas,estariam promovendo investimentos com ótimos retornos no longo prazo.
    Com isso o país não precisaria estar passando por esses constrangimentos internacionais, pelo contrário, teria moral para exigir investimentos sustentáveis por parte dos donos do dinheiro no mundo.

  5. Tanto Trump quanto Biden tem o mesmo proposito: Tomar a Amazônia para os Estados Unidos.

    Biden mostra na cara aquilo que Trump faz debaixo dos panos.

    Se Trump vencer as eleições fará as mesmas coisas que Biden, só que com ar de “amizade” com o Bozo.

    Resumindo: Não Importa se é governo republicano ou democrata. Os States tomarão a Amazônia para si.

    • Mas por incrível que pareça vou torcer pelo Joe Biden. Não que isso seja bom ou faça a diferença.
      As classes empresariais, agrícolas e econômicas, não tem bolas e vergonha na cara para tirar o Bolsolini e salvar o país. Alguém de fora terá que fazê-lo. Tomara que os milicos otários acordem a tempo, porque se as sanções vierem, o Brasil será desmilitarizado como o Panamá.

      Quem acompanha os EUA sabe que para eles, quando se trata de estrangeiros, não há leis, tratados, honra ou convenções que eles respeitem. Eles só hesitam um pouco com quem tem poderio militar, e nem isso os impede de infernizar com sanções. O Brasil não tem nada para resistir.

      Ou o Bozo entra na linha e tira o Salles e faz os milicos vagabundos acordarem, ou todos eles correrão o risco real de pintarem postes e calçadas não nos quartéis, mas em Guantanamo ou numa prisão clandestina da CIA no Paquistão. Não é brincadeira. Os EUA não respeitam ninguém.

      Não há soja, boi e milho que comprarão os burocratas de Washington. É mais fácil eles proporem a partilha do Brasil em prol da paz.

      O governo brasileiro tem que ficar muito esperto. O Trump e o Biden passam. O Deep State dos EUA (o Estado Profundo ou Oculto) fica.

      Só uma última coisa: a ideia do Brasil como um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU morreu. Evaporou, sumiu. Temer a matou com a besteira de 2016 e Bolsonaro a enterrou, pela forma como o governo de ambos se esforçaram para provar que somos uma república de bananas.

    • Seu Renato, com o devido respeito á sua opinião, o americano poderia ter ´tomado’ o Vietnam, a Coreia do Sul, parte da Europa – mas não o fez. E não fará porque não há interesse nem vantagem nisso. O importante para o americano e qualquer povo é a supremacia econômica e política – o resto vem com elas.
      Ademais tomar o Brasil é uma dor de cabeça que ninguém em sã consciência faria mesmo que pudesse. Qual a vantagem em tomar um país pobre repleto de problemas sociais e com uma corrupção endêmica.
      Sou talvez tão ignorante em relações internacionais quanto o nosso Ministro da área, mas ainda me resta um pouquinho de bom senso.

      • Toga,

        Penso diferente, e me alio à ideia do Renato parcialmente.

        Se me deres a honra, lê o meu texto abaixo, e me diz se essa possibilidade de sermos invadidos existe ou não.

        Obrigado.

  6. Reproduzo parte do meu comentário postado ontem com relação à Amazônia, cuja importância de sua preservação está nos debates entre candidatos à Casa Branca!

    Primeiro aspecto, que abrange a nossa soberania:
    Entendo Bolsonaro por um lado, e o critico por outro.

    Vejamos:
    Depois que as nações mais ricas do mundo devastaram as suas florestas e de suas colônias, agora se deram conta que a última grande floresta existente no planeta deve ser preservada?!
    Ora, só porque os países agora desenvolvidos querem o verde, temos de obedecê-los em nome do meio ambiente?
    Essa consciência ecológica mundial por que não se manifestou décadas atrás?
    Em termos soberanos, de que o solo é nosso, e dele podemos utilizá-lo para nosso desenvolvimento a questão é pacífica, pois assim as grandes nações fizeram consigo mesmas.

    A segunda questão:
    Somos dependentes de ciência e tecnologia dessas nações que hoje nos criticam;
    Somos dependentes desses países na venda de nossas commodities;
    Somos dependentes de países que possuem suas empresas instaladas no Brasil, e dão emprego para milhões de brasileiros, tais como Scania, Volvo, Mercedes Benz, Volkswagen, Ford, Chevrolet, Renault, Nissan, Honda, Toyota, Jeep, Pfizer, Roche, Google, Nestlé, BMW, Microsoft, Johnson & Johnson, Sony, Nike, Danone, Samsung, Apple, IBM, P & G, Santander, Total, Allianz …

    Aonde o erro crasso estratégico de Bolsonaro?

    Se a questão é preservação da Amazônia, muito bem.
    Reunimos as maiores economias do mundo, EUA, China, Japão, Alemanha, Coréia do Sul, França, Noruega, Suécia, Itália, Rússia, e propomos:

    1 – admitimos uma comissão internacional que administre a preservação da Amazônia, sob a presidência do Brasil (questão inegociável);

    2 – queremos 100 bilhões de dólares como doação, que serão investidos em educação especificamente, na federalização do ensino público em todos os níveis, melhorias salariais, aperfeiçoamento dos professores, reformas em escolas e construção de outras, implantação da escola em tempo integral;

    3 – queremos 100 bilhões de dólares que serão direcionados à saúde e saneamento básico, verba controlada também por uma comissão internacional sob a presidência do Brasil (questão inegociável);

    4 – queremos 100 bilhões de dólares como investimentos em ferrovias, rodovias, viadutos, metrôs, pontes, elevadas, túneis e hospitais, que serão pagos mediante a exploração das obras realizadas pelas empresas vencedoras nas licitações, e mão de obra brasileira empregada de diretores em diante, incluindo equipamentos nacionais (máquinas, veículos, caminhões …);

    5 – queremos 100 bilhões de dólares para ser aplicados na união das polícias civil e militar, treinamento desses agentes, aquisição de armas adequadas, veículos modernos, roupas de proteção, de modo a diminuir a violência no país, e acordo internacional para controle das fronteiras quanto ao contrabando de drogas e armas;

    6 – queremos 100 bilhões de dólares injetados pelas multinacionais que operam no Brasil, na ampliação de suas fábricas e contratações de trabalhadores;

    7 – queremos 100 bilhões de dólares que serão aplicados na melhoria das comunicações, mormente banda larga, e alcançar a Internet para todo o país;

    8 – queremos 100 bilhões de dólares como doação para injetarmos em pesquisas as mais variadas quanto a alimentos, medicamentos, vacinas, e laboratórios nacionais;

    9 – queremos 100 bilhões de dólares para serem destinados ao tratamento de dependentes químicos, de modo que sejam retirados das ruas e tenham locais adequados para se curarem de um dos males do planeta, incluindo drogas, álcool, doenças mentais;

    10- queremos 100 bilhões de dólares para investimentos na formação de jovens quanto ao sexo, gravidez precoce, saúde especial e específica, escolas especiais para deficientes, asilos para idosos e creches públicas;

    11 – queremos 100 bilhões de dólares para despoluirmos nosso rios e lagoas, preservação da mata ciliar, transporte fluvial.

    A Amazônia seria preservada por uma comissão internacional com a expulsão das ONG que lá operam, regularização dos terrenos indígenas, áreas demarcadas onde o homem branco não entraria porque das tribos lá existentes, áreas demarcadas que possam ser exploradas comercialmente ou criação de gado ou lavoura, cuidados especiais quanto à poluição dos mananciais de água doce com relação ao garimpo ilegal.

    Preço, para acabar com essa lenga-lenga, e cuidados internacionais com a região que restou no planeta, e sermos beneficiados pelas nações preocupadas com o meio-ambiente:
    Um trilhão de dólares!
    Prazo para o acordo:
    Seis meses.
    Nesse meio tempo, que se extingam as barreiras comerciais contra o Brasil.

    Acordo assinado com a Amazônia sendo exclusivamente brasileira (a parte que nos toca territorialmente, claro), e prazo definido para essa comissão internacional permanecer nesta função:
    50 anos!

    O Biden deve ter lido o meu texto ontem, antes do debate, que já veio com uma proposta de 20 bilhões de dólares!
    Ora, essa quantia ele compra de brinquedos para seus netos.

    Bolsonaro deve NEGOCIAR a preservação da Amazônia por UM TRILHÃO DE DÓLARES!!!!
    Eu disse preservação, e não venda ou formar um consórcio de nações.
    Durante 50 anos a Amazônia ficaria sob o controle de uma comissão internacional, sob a presidência brasileira.
    Depois desse tempo, novos acordos.

    Ou assim ou vão nos tirar a Amazônia, escrevam o que digo.
    Em nome da preservação do planeta, russos, americanos e chineses, nos tomarão a região na mão grande!
    Sem essa de defendermos o que é nosso, pois nem iniciamos uma guerra e já somos exterminados!
    Basta um porta-aviões de qualquer desses países que mencionei, e adeus povo e Brasil.

    Poupariam a Região Norte, integralmente, mas o resto do país e as grandes cidades, pulverizariam com bombas e ataques aéreos.
    Depois é só dividir entre os três a Amazônia, ou seja, 1.200.000km2 para cada um!

    Digo mais:
    Sobraria para a Colômbia, Peru, Venezuela e Guianas, com a América do Sul se transformando em colônia do trio mais poderoso do mundo.

    Bolsonaro, se nunca ouviu falar em geopolítica eis um início, aliás, o mais célebre de todos:
    Ou dá ou desce!
    Antes negociar o controle da Região, que perdê-la dentro de um ou dois anos, tão somente!

    • Prezado: Se você fosse o dono de quase todos os países da Terra e trilionário, você emprestaria esse dinheiro todo ao Brasil, sabendo quem é o presidente e os políticos que tem? Se sua resposta for sim, penso que você estará completamente louco ! Desculpe a franqueza. Respeitosamente.

      • Antônio,

        Eu poderia te dar uma série de exemplos de pessoas que foram julgadas loucas que, na verdade, foram grandes inventoras!
        Lembras da frase:
        “Quem inventa é inventor”?
        Então, não fossem eles, e a Humanidade estaria ainda caçando e pescando para viver.

        Não deves ter lido o meu comentário, deste apenas uma passada d’olhos, como diriam os meus amigos lusitanos, que descobriram essa terra e não a inventaram, diga-se de passagem.

        Pois bem:
        Se a Amazônia hoje é a cereja do bolo;
        se o mundo a quer preservada;
        se entendem que ela é vital para a continuidade desse planeta;
        se reconhecem a sua importância para o ser humano, que invistam nesse projeto e nessa questão fundamental de sobrevivência!

        Bolsonaro é ridículo, paspalho, loroteiro.
        Essa história que a soberania do Brasil é inegociável, é típico de uma pessoa que não tem noção do que diz e para quem fala!

        Basta continuar essas queimadas e devastação da floresta, que vão nos tomar a Amazônia na marra, em nome da preservação da vida terrena!

        Mais a mais, tudo hoje passa por negociação.
        As riquezas da Amazônia são incalculáveis; fauna, flora, solo, água … não existe região como esta no mundo!
        Por que não estabelecer um grande acordo com essa parte do planeta tão valorizado?
        Por que não solicitar ajuda, sem perdermos a tal soberania, se precisamos de dinheiro para o desenvolvimento?

        Não interessa quem é o governo, pois as verbas que mencionei ficariam sendo controladas por uma comissão ou auditoria permanente.
        O governo daria as prioridades, e fim.

        Agora, respeitosamente, louco é quem apenas critica sem apontar soluções.
        Ofereci sugestões ao governo, até pelo fato de Biden ter dito no debate contra o atual presidente americano, que se oferecessem 20 bilhões de dólares para preservar a Amazônia, logo, não só não sou louco, como tenho ideias muito boas, que estão no pensamento de dois candidatos à Casa Branca, ou seja, basta ampliar esses valores que eles vêm correndo!

        Agora, jogar a toalha ou estender bandeira branca sem lutar é covardia.
        A pessoa ser fatalista antes de acontecer o episódio, ela desmerece a si mesma.

        Não gosto desse governo; tenho sido um crítico veemente de Bolsonaro, agora, quero que o país cresça, evolua, progrida, tanto faz com o ex-capitão ou qualquer outro, mas que façam algo de concreto, que nos tirem dessa estagnação econômica, desemprego, pobreza, miséria e analfabetismo.

        Se para essas áreas não temos recursos, então que a Amazônia ajude o Brasil e sua população, simples.

        Depois, quem diria que algumas loucuras fossem dar tão certo:
        Celular;
        Televisão;
        Luz elétrica;
        Avião;
        Cadeira de balanço;
        Cartão de crédito;
        Máquina a vapor;
        Energia nuclear;
        Antibióticos;
        Soro antiofídico;
        Repelentes ….
        Por que eu seria louco pela proposta que mencionei?
        Louco, e de antemão posso classificá-lo dessa maneira, quem se negar sentar-se à mesa de negociações e não propor esse negócio!

  7. Felipe Quintas (via Facebook)

    Em 1893, o inteligente monarquista Eduardo Prado já denunciava, em seu brilhante livro A Ilusão Americana, que a suposta fraternidade dos EUA com o Brasil e as demais nações latino-americanas era uma mentira, e fez todo um inventário das agressões e trapaças dos EUA contra o Brasil. De lá para cá, à exceção do governo Franklin Roosevelt, os EUA só fizeram confirmar a denúncia do Eduardo Prado. Quando Bolsonaro se diz surpreso do Joe Biden ameaçar o Brasil e precificar a Amazônia e, pior ainda, acusa o presidenciável estadunidense de ingratidão, ele só mostra que, além de vira-lata e colonizado, ou é cínico ou é boçal. Absolutamente inapto para presidir um país do tamanho, da riqueza e da importância do Brasil, tanto quanto os progressistas que enaltecem o Joe Biden e acham que ele realmente está preocupado com os bichinhos e as arvorezinhas da Amazônia.

    https://www.facebook.com/felipe.quintas.1/posts/1419989294864987

  8. O projeto de asno que é o nosso presidente ao mesmo tempo que choraminga a “ingratidão” do Biden sugere a “cooperação” entre o Brasil e os Estados Unidos na exploração amazônica, como se, por amizade com Trump, o Grande Satã possuísse algum interesse em gerar empregos para os amazônicos.

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