No desespero, Lupi promete devolver o dinheiro que recebeu indevidamente

Carlos Newton

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), além de ter sido assessor-fantasma da liderança do PDT na Câmara dos Deputados em Brasília, no período de 2000 a 2005, também ocupou simultaneamente, por quase cinco anos, um cargo de assessor parlamentar na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a quase 1.200 km da capital.

A Constituição proíbe a “acumulação remunerada de cargos públicos” e pode levar a ações judiciais por improbidade administrativa e peculato, com cobrança da devolução dos recursos recebidos de maneira irregular.

Sobre o palpitante assunto, Lupi afirmou que “caso seja comprovada alguma irregularidade, será devolvido ao órgão valores recebidos que não estejam dentro da legislação”.

É um final de carreira lamentável, não há dúvida.

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