No Ministério Público Federal deu a lógica

Confirmando a tradição, o presidente Lula nomeou para o cargo de procurador-geral da República, no lugar de Antonio Fernando de Souza, o sub-procurador-geral Roberto Gurgel, o mais votado nas eleições promovidas pela Associação Nacional dos Procuradores da República.

Assim agindo o presidente prestigia também o candidato preferido do atual procurador-geral , que segundo comentários infundados teria caído em desprestígio por conta das graves denúncias que apresentou contra líderes petistas no caso do mensalão, ou seja, compra de votos na Câmara Federal, objetivando a formação de uma sólida bancada de apoio governista, entre 2003 e 2006.

Não se deve esquecer que foi o procurador-geral da República que isentou a figura do presidente Lula de qualquer responsabilidade na compra de consciências e de apoio quando da apuração dessas graves irregularidades na Câmara Federal. Para o procurador-geral a quadrilha teria agido à revelia do Chefe do Executivo Federal, que, para tanto, deveria  ignorar o que estava ocorrendo na sua antessala.

No Supremo Tribunal Federal, esse processo é da relatoria do ministro Joaquim Barbosa, que promete conclui-lo em 2011, apesar do grande número de denunciados (40).

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