Num mundo perigoso, o controle das comunicações

Welinton Naveira e Silva

A grande maioria das pessoas, inclusive militares e políticos, ainda não se deram conta da crescente insegurança tomando conta do Planeta, em várias frentes. Tudo, decorrente da lenta agonia do sistema capitalista, já sinalizando exaustão, evidenciada na atual persistente crise econômica, sem saída à vista.

Massas de desempregados e de falências tomando conta do primeiro mundo, inclusive, arrochos salariais em cima de quem ainda está empregado e redução no ganho dos aposentados, fazendo parte das chamadas “medidas de austeridades”, que na verdade, objetivam salvar os bancos e seus bilionários felizes banqueiros.

Nesse angustiante e imprevisível cenário, sem nada fazer, o mundo assiste aos EUA, em pleno desespero, liderar invasões militares do Iraque e da Líbia em busca de controle e posse de suas imensas reserva de petróleo.

A julgar pela dimensão e risco envolvidos na turbulência da “Primavera Árabe”, tudo indica que as ambições dos EUA para aquela explosiva região ainda vão muito longe. Junto com todos os esses evidentes perigos, corre solta a clara ameaça às liberdades individuais, com a forte vigilância em cima todo cidadão, mundão a fora, via câmaras esparramadas por todos os lados. Não bastasse isso, a maldita inteligência artificial vai tomando conta da internet, verificando tudo que é escrito, dito, arquivado, enviado etc.

A serviço de quem? Do exterior? Parece que não há mais limites algum. Agora mesmo, por mais que eu tentasse enviar pela internet um arquivo para a síndica de meu condomínio, contendo nossas planilhas eletrônicas da contabilidade, não consegui enviar. Depois de várias tentativas, mudei o pacote, substituí por uma imaginária confirmação de minha presença numa festa – e foi enviado de pronto e imediato, e sem problemas.

É assustador. As telecomunicações, jamais poderiam ter sido privatizadas. Foi uma grande traição de FHC/PSDB, que precisa ser desfeita. Um grande risco para todo o nosso Brasil.

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