Numa ida à padaria, quatro bandidos e muitas facadas em Porto Alegre

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Em Porto Alegre, o crime está fora do controle

Percival Puggina

Embrenhou-se na selva porto-alegrense para a arrojada tarefa de comprar pão na padaria da esquina. Saiu desarmado, como manda a imprudente lei. E não voltou para casa. O professor foi dali para o hospital, com múltiplas facadas desferidas, simultaneamente, por quatro homicidas que fugiram levando algum troco e um celular. Ficou entre a vida e a morte.

Não preciso da investigação para saber que as quatro bestas humanas têm uma ficha criminal mais comprida do que a tolerância da legislação brasileira. Ninguém ingressa no banditismo atacando um idoso a facadas em rua central da cidade.

INDULGÊNCIA – Não, esses monstros receberam da lei penal, do sistema penitenciário, dos “direitos humanos”, dos filósofos e dos aplicadores do garantismo penal, dos partidos de esquerda adversários declarados da atividade policial, todo o tempo e toda a indulgência necessários para se desenvolverem em suas carreiras.

São apenas quatro entre centenas de milhares que respondem por milhões de furtos e roubos, notificados e não notificados e por mais de 60 mil homicídios anuais. Não se chega a esses números sem deixar uma verdadeira multidão de criminosos liberados para ações repetitivas, não raro após audiências de custódia nas quais tudo recomenda conceder a preventiva. Mas a conveniência da sociedade, vulnerável e indefesa, nada pode contra os inalienáveis direitos dos criminosos.

O professor foi atacado com silenciosas armas brancas, que não fazem alarde, não acionam a polícia e não despertam nenhuma câmera de celular. E dão prova de que o desarmamento da população ordeira pressupõe uma tolice: a de que os crimes são cometidos pelas armas e não por quem tem a intenção de usá-las para o mal.

50 thoughts on “Numa ida à padaria, quatro bandidos e muitas facadas em Porto Alegre

    • Caro(a) a história se repete,
      Talvez possa ser explicada pelo fato de que naqueles idos de 1963-1983, o governo do regime militar, digo da tal da ditadura militar, como alcunhada pelas esquerdas brasileiras, utilizou-se das polícias militares das unidades da federação, no empenho ao combate da luta armada então empreendida por nacionais que acreditavam que a redenção para o povo brasileiro era este país de dimensões continentais tornar-se socialista/comunista no estilo Cuba, ou quem sabe soviético.

      • Para pegarem meia dúzia? A tortura é mais importante que a segurança pública? Sem contar que estraçalharam a economia deixando o país com uma inflação de 215% ao ano em 1984 ?

  1. ENQUANTO ISSO….

    DETALHES DA BIOGRAFIA DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES….

    Filho do político Antônio Carlos Magalhães.

    Neto do político Francisco Peixoto de Magalhães Neto.

    Irmão do político Antônio Carlos Magalhães Júnior.

    Tio do político ACM Neto.

    Formado em direito pela Universidade Federal da Bahia, nunca exerceu a advocacia.

    Trajetória política
    Com apenas 18 anos de idade, iniciou sua vida pública como Oficial de Gabinete do Governador do Estado da Bahia, em 1973, quando seu pai fora governador pela primeira vez.

    Dois anos mais tarde se tornaria Chefe de Gabinete do Primeiro-Secretário da Assembleia Legislativa da Bahia, permanecendo até sair candidato a deputado estadual com apenas 23 anos. A partir daí jamais ficou sem cargo público.

    MORREU E DEIXOU HERANÇA PARA A MULHER E OS FILHOS UMA FORTUNA DE CERCA DE 400 MILHÕES DE REAIS.

  2. Pelos motivos elencados no artigo, estou sempre acompanhado com a minha melhor amiga, uma SIG 226, dane -se que é ilegal e de uso restrito, melhor a mãe do vagabundo vc chorando que a minha!

  3. Tem muita gente falando em nome do povo.

    Brasil

    Em plebiscito, Niterói decide não armar sua guarda municipal

    A votação, que não era obrigatória, contou com 18.991 eleitores dos quais 28,86% votaram a favor do projeto enquanto 70,97% foram contrários à iniciativa

  4. Lamentável o que acontece com nossa sociedade, totalmente a mercê da bandidagem.
    Concordo plenamente com a analise do autor. Parabéns Dr. Pugina.

  5. Essa reportagem é do futuro? É daqui a 10 meses, quando os efeitos da mudança da CLT serão sentidos? Esperemos que a nossa nova “princesa isabel” dê jeito nisso.

  6. Tem até recursos de procedência ilícita para financiamento de campanha de prefeito pelo PSOL do outro lado da ponte! Muita gente encrencada, tendo que se explicar.

  7. [Humor] A conversa entre um russo e um brasileiro sobre ditadura
    Conversam um russo (R) e um brasileiro (B):

    R- Como eu amo a liberdade!
    B- É. Não há nada pior que ditadura!
    R- Mm? Vocês também tiveram ditadura no Brasil?
    B- Ô! E como tivemos! Os militares deram um golpe e tomaram o poder.
    R- Mas como? Fuzilaram o congresso todo?
    B- Não exatamente. Foi o próprio congresso que instituiu.
    R- Mas você não disse que foi um golpe?
    B- Sim.
    R- Não entendi. Mas enfim… Quantos morreram, pelo menos?
    B- 357 pessoas!
    R- É… Para um dia só é bastante.
    B- Não, 357 no total.
    R- No total do quê?
    B- Da ditadura!
    R- Peraí, mas foi só uma coisa de uns dias e depois acabou?
    B- Que uns dias que nada! Foram 21 anos de opressão!
    R- E quem foi esse ditador “genocida” que matou 357 pessoas em 20 anos?
    B- Foram 5 ditadores!
    R- De uma vez só?
    B- Não, um depois do outro.
    R- Um depondo o outro?
    B- Claro que não! Terminava o mandato e vinha outro.
    R- Tipo presidente?
    B- É… Mas só que não. A gente não podia votar!
    R- Então ao invés de um ditador, vocês tiveram 5 representantes com mandato temporário e que matavam 17 pessoas por ano?
    B- Sim. Mas o povo se levantou e tirou eles de lá!
    R- Ah, no fim depuseram os militares?
    B- Pode se dizer que sim. Eles saíram do poder.
    R- Mas tá estranho isso. Eles não controlavam o exército? Como o povo conseguiu isso? Ou eles se armaram também, ou atacaram em grande número. De uma forma ou de outra deve ter sido a maior carnificina!
    B- Até que não. Os militares anunciaram eleições democráticas e deixaram o poder.
    R- Deixaram??? Como assim? Tipo, por conta própria?
    B- É que o povo, no fim, já tava meio contra também…
    R- No fim??? Mas péra! Para sair assim, na boa, só podem ter levado uma fortuna antes! Devem estar todos ricos hoje!
    B- Hmm… Não exatamente.
    R- Cara, eu respeito sua história e tal, mas tá meio difícil de acreditar que vocês tiveram uma ditadura.
    B- Como assim?! A opressão era real! Morreram muitos heróis lutando pela nossa liberdade!
    R- Então havia até mesmo uma oposição?
    B- Ah, se havia! Eles matavam soldados, sequestravam gente importante, roubavam bancos, plantavam bomba em quartéis.
    R- Que horror! E os revolucionários, como combatiam isso?
    B- Não, caramba! Tô falando dos heróis, os revolucionários! Presta atenção!
    R- Tá bom, entendi. Mas esse lance de matar soldado, explodir bomba… Hoje em dia isso não seria terrorismo?
    B -Talvez. Não sei. Mas na época era justificado. Tinha que derrubar aquele governo cruel.
    R- Mas e roubo a banco, sequestro… Não é crime isso daí também?
    B- É… Talvez… mas eles tinham que tirar dinheiro de algum lugar para manter o movimento, né?
    R- Sim, mas do povo?
    B- Não tinha alternativa! A União Soviética não estava mais sustentando a revolução como antes…
    R- Opa! Um momento! A gente que estava financiando vocês contra os militares?
    B- Sim. Os comunistas soviéticos estavam nos ajudando a derrubar a ditadura e instaurar a democracia no Brasil.
    R- E você acreditou? Pois a nossa ditadura foi comunista! Matou 21 milhões, durou 74 anos e deixou o país afundado! Você nunca conheceu opressão, e por isso mesmo não entende o que é liberdade!

  8. Prezado “história…”

    Não sei a taxa de homicídios de São Paulo, especificamente, mas aqui está a do BRASIL em 1980:

    “Nos últimos 30 anos, a taxa de homicídios no País cresceu 124%. Entre 1980 e 2010, mais de um milhão de pessoas foram assassinadas.
    “É como se tivéssemos matado, em 30 anos, uma cidade inteira com uma bomba atômica”, afirmou Julio Jacobo Waiselfisz, autor do Mapa da Violência 2012, durante o lançamento do estudo, nesta quarta-feira.
    Enquanto na década de 80 foram registrados 11,7 homicídios por 100 mil habitantes, em 2010 o índice chegou a 26,2 – um aumento médio de 2,7% ao ano.”

    Fonte: Jornal O Dia, 14/12/2012.

    De 2012 até 2016, a taxa de homicídios do Brasil subiu para 32,4 e continua subindo…

      • Quem sabe ..

        Rio – Até outubro deste ano, o Exército apreendeu somente seis armas nas fronteiras, contra 168 no ano anterior. A redução foi mais significativa em relação às drogas: de 11 toneladas de maconha em 2016, este ano foram apreendidos somente 15,5 quilos.

    • Estou no celular , mas já publiquei aqui mesmo . Acho um simplismo dizer que sendo dos mais de 61 mil homicídios cerca de 50 mil por motivações fúteis que aumentar o número de armas resolva. Tem um lobby enorme dos 5 generais da Taurus.

  9. Sr. Puggina
    Realmente o Sr. ainda não viu nada.
    Procure se informar sobre a CArnificina Díaria do Tucanistão.
    Aliás, uma das Grandes Obras para a Huminadade do Partido Parlamentarista foi a criação da Grande Organização Criminosa que não pode citar as três letrinhas para não constranger a amizade de 37 anos do Ditador Mídiatico.
    A propósito, o Sr. sabe muito bem que a Organização já tem os pés fincados no Rio Grande….
    È só questão de tempo para todo o Território Brasileiro pela Organização
    Enquanto o Partideco Corrupto Parlamentarista e seus mafiosos não tem Projeto para o Estado e Páis, de dentro de uma cela com o paletó pindurado entre os ferros o Poderoso Chefão tem vários Projetos para o Páis…..

  10. Senhores,

    Algumas pessoas se referem ao assalto sofrido pelo Bolsonaro como se esse fato desmerecesse o cidadão, manchasse o seu caráter ou a sua coragem pelo simples fato de portar uma arma e de não ter reagido.

    Ora, qualquer pessoa está sujeita a ser assaltada, estando armada ou não. A arma só inibe o bandido quando a pessoa que a porta está sempre alerta para antever uma possível agressão; e se a situação possibilitar antevê-la! Se o cidadão armado é surpreendido quando está distraído “displicentemente” ou “no mundo da lua”, falando ao celular ou ouvindo música, por exemplo, ele poderá está armado com uma metralhadora e o bandido, se conseguir colocar uma faca no seu pescoço, o desarmará. Portanto, o fator surpresa é importantíssimo para o êxito da ação do bandido e cabe ao cidadão evitar que esse fator ocorra para que possa agir em legítima defesa, própria ou de terceiros. E ninguém consegue viver 24 horas por dia em alerta total!
    Sem que isso ocorra, a reação torna-se impossível, conforme mostram os vídeos em que ladrões de banco se aproximam de um segurança para pedir-lhe informação ou conversar amenidades com a cara de quem não quer nada da vida, e, de repente, saca uma arma e encosta na cabeça dele!
    -Você quer que o segurança faça o quê?

    GRUPO DE ASSALTO
    Foi para situação como essa que os militares criaram o chamado grupo de assalto: um grupo composto por oito ou doze soldados que, VALENDO-SE DO ELEMENTO SURPRESA, podem tomar de assalto um pelotão ou um batalhão inteiro, mesmo que estes estejam fortemente armados! Ora, em um confronto direto, jamais um grupo de assalto teria condições de peitar ou invadir um batalhão, que, obviamente, o esperaria entrincheirado e com as armas em punho!

    Hoje todas as grandes quadrilhas já têm esses grupos de assalto e com eles situam até mesmo quarteis da Polícia Militar.
    -É assim que as coisas funcionam na realidade, totalmente alheias às ideologias e ao que se é discutido nos gabinetes e nos tribunais dos burocratas.
    -É assim que acontecem os assaltos aos quartéis e às empresas de segurança:

    https://www.terra.com.br/noticias/brasil/policia/quartel-do-exercito-e-assaltado-em-sp-ladroes-levam-7-fuzis,b4996ce675e4b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

    Abraços.

    • No trecho ” Hoje todas as grandes quadrilhas já têm esses grupos de assalto e com eles situam até mesmo quarteis da Polícia Militar.” penso que no lugar de SITUAM a palavra certa é SITIAM do verbo sitiar

      • Verdade, caro Amorim. Desculpe o lapso. Dias desses cometi a mesma gafe e, conforme tentei justificar na época, esses erros óbvios têm acontecido com frequência cada vez maior. E não é por desconhecer a grafia correta.

        Abraços

  11. Caro História…

    -TORTURA? Ora, nunca se torturou tanto no Brasil

    -O senhor sabia que SÓ NO ANO PASSADO mais de 400 pessoas foram TORTURADAS E MORTAS (oficialmente) nos presídios brasileiros, isso tudo depois de TRINTA ANOS de fundação da Nova República e que os “democratas” que estavam – e ainda estão – no poder nada fizeram para melhorar ou amainar a situação dessas MASMORRAS durante todo esse tempo?

    -E que tais SUPLÍCIOS se deram por empalamento, por degola, por evisceração e por estrangulamento, geralmente antecedidos por estupro, castração e/ou perfuração ocular e torácica-abdominal?

    -Ou o senhor acha que os assassinos usaram ANESTESIA durante essas execuções para que não fossem caracterizadas como torturas?

    Abraços.

  12. A sociedade se acostumou com a roubalheira e com o crime organizado/desorganizado.
    Isto já entrou no sangue e nas mentes de boa parcela da sociedade.
    A falta de caráter e o “assumir a safadeza” tem tornado, cada vez maior, o número de pessoas que fecham os olhos para a verdade. É mais fácil não ver, não querer ver. Acham que nada é com elas e os outros que se virem.

    Qualquer idiota sabe que, graças a nossa omissão, nosso país é um dos mais violentos. Em momento algum, mataram em nosso país como nos últimos anos.
    E se nada for feito, matarão mais!
    Também pudera. Basta analisarmos, com isenção, a bosta de sociedade que somos.
    E para corrigir ou reduzir isto, só no “ferro, na borra e na lei”.
    O resto e conversa de bêbado!
    Fallavena

  13. Ué?
    Ninguém pra escrever a frase: ‘melhor jair se acostumando’ ??
    E que em matéria de bala, facada e similares já estamos todos acostumados mesmo…

  14. A violência chegou em tal nível que Bolsonaro está certo:
    Somente será combatida a violência com violência!

    Basta de panos quentes e teorias sobre a violência nas grandes cidades, que jamais serviram para aplacá-la, pelo contrário, nunca antes tivemos um período tão sangrento!

    Urge a mudança no sistema carcerário, falido;
    Urge a escolha dentro da polícia militar de pelotões especializados em crimes violentos;
    Urge que as polícias civil e militar trabalhem juntas na inteligência e descoberta dos esconderijos dos chefes das gangs de tráfico;
    Urge que o combate às drogas seja mais do que efetivo, mas também com extremo rigor, e que verbas sejam destinadas para melhorias nas fronteiras também para o tráfico de armas.

    Enquanto essas providências ficarem apenas no discurso, a violência aumenta exponencialmente.

    Bolsonaro pode vencer as eleições somente com esta plataforma contra a violência, pois devemos enfrentar esse inimigo como se fosse mesmo inimigo, e não vítima da sociedade como cínica e hipocritamente tem sido dito.

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