O DNA da corrupção e a morte de Paulo Francis

Carlos Heitor Cony

Já tivemos a saúva como inimiga preferencial. Ela não acabou com o Brasil, mas fez o que pôde. Policarpo Quaresma e Macunaíma deixaram duas advertências históricas: derrotou o personagem de Lima Barreto que acreditava no Brasil e serviu de mantra para Mário de Andrade lançar seu famoso anátema, “pouca saúde e muita saúva os males do Brasil são”.

A saúva foi para o banco dos reservas (pode entrar em campo a qualquer hora), mas a titular da posição, muito mais maléfica do que a saúva, é a corrupção que faz parte do nosso DNA. Basta consultar jornais, revistas, TVs e internet para identificarmos o micróbio que pode nos levar a um estado terminal.

Falo em DNA porque o vírus já se entranhou no organismo da nação. Para simplificar: se não fossem as propinas ainda estaríamos nus, arco e flecha na mão, esperando as caravelas de Cabral, não o governador, mas o almirante.

Um rápido e incompleto passeio por nossa história acusa sordidamente que JK, para construir Brasília, tornou-se a sétima fortuna do mundo. Do mesmo modo o prefeito Mendes de Morais jogava pôquer todas as noites com os empreiteiros que estavam construindo o Maracanã. O mesmo foi dito do ministro Mario Andreazza, que fez a ponte Rio-Niterói.

Itaipu teria sido uma corrupção binacional, enriqueceu dois ditadores que, por acaso ou não, eram militares no topo da carreira. O morro do Castelo desapareceu da paisagem porque os burros da Limpeza Pública puxavam, dia e noite, as carroças com a terra do desmonte. Foram tais e tantos que formaram a maior concentração de burros no nosso planeta, mesmo excetuando os burros que estão por aí.

O Paulo Francis morreu subitamente porque denunciou repetidas vezes que a alta cúpula da Petrobras superou saúvas e burros.

26 thoughts on “O DNA da corrupção e a morte de Paulo Francis

  1. Mais um querendo justificar a corrupção: “sempre se roubou, não somos diferente”.
    Não me venham com essa. A corrupção, o roubo, a desfaçatez não está no meu DNA.
    Vai plantar batata e nos devolva o milhão e meio mais os vinte mil mensais de bolsa ditadura, Cony.

    • Devolva-nos a quem, carapálida? A adeptos de militares repressores da ditadura e seus esbirros torturadores que criaram, condecoraram e apoiaram, entre muitos outros, o corrupto PAULO MALUF até na indireta contra Tancredo, como você que se esconde atrás dessa hipócrita honestidade sob esse sistema político e econômico que vivemos?

      • Filhão, você já ouviu falar em pagadores de impostos? É, eu sou um deles.
        Quem entende de malufismos são os petralhas. Nunca votei nele e em ninguém minimamente ligado a ele.
        Vai cantar em outra freguesia.

      • Iaco, serviu o chapéu? Se não tens argumentos, vai dormir e não põe os militares e o Pedro Alvares Cabral para justificar o roubo e a bolsa-ditadura. Ou tu também recebes uma e por isto ficou tão brabinho!

        • Paga impostos como todos e os direitos dos anistiados é constitucional, legal e dever do Estado Brasileiro. O termo por você utilizado BOLSA DITADURA é de partidário da ditadura, dos torturadores de presos politicos. Por que você não questiona os soldos, reformas, salários e pensões dos repressores e torturadores IMPUNES ATÉ HOJE?

        • Esse número 2 sei-lá das contas que se intrometeu é outro partidário dos repressores também corruptos da ditadura militar que se finge de moralista aqui no blog. Está careca de saber que não sou petista , que não os trago, assim como em relação a esses opositores marca traques. Mas, é ordinário e mostra sua verdadeira catadura de repressorzinho de M em relação aos anistiados políticos vítimas dos repressores e torturadores da ditadura.

          • Tipico de petralha: não tem argumentos ataca o interlocutor. Não vou perder meu tempo com essa baixeza.
            Eu sou um cidadão que paga impostos e acho que lugar de ladrão é na cadeia. Para mim quem defende ladrão é igual a eles.
            Sobre o bolsa ditadura:
            Gabeira:
            “Vejo com muita tristeza o pagamento de indenizações altas. Este processo questiona o próprio idealismo da luta contra a ditadura. Creio também que o pagamento de indenizações tornou-se um instrumento de cooptação na mão dos governos e que a própria lista de quem vai ser indenizado agora ou num futuro remoto é um processo político”.
            “Vejo com muita tristeza o pagamento de indenizações altas. Este processo questiona o próprio idealismo da luta contra a ditadura”.
            Millôr:
            “Quer dizer que aquilo não era ideologia, era investimento?”

            Gabeira e Millôr de um lado, que realmente lutaram contra a ditadura, cada um de seu jeito e, no caso do gabeira, reconhecendo que não lutava por democracia e, sim, por outra ditadura. De outro, Lula, Dilma e toda a petralhada, incluindo, óbvio, esse cidadão de nome Iaco que não tem educação, respeito, compostura e não sabe debater em um nível mínimo de civilização.

          • Não me interessa o que o Gabeira ou o Millôr disseram. Eles pelo menos enfrentaram de suas maneiras os repressores. Agora, você nada diz sobre TODAS AS PROMOÇÕES E VANTAGENS QUE O ESTADO BRASILEIRO DEU E DÁ ATÉ HOJE AOS REPRESSORES DA DITADURA E AOS TORTURADORES DE PRESOS POLÍTICOS IMPUNES. Isso nada tem a ver com PT, que nem existia na época da luta contra a ditadura, e sim com você querer esculhambar quem foi punido pela ditadura e tem direito LEGAL DE ANISTIA. Olha moço, antes do PT, que NUNCA me afiliei, existir, eu já lutava pelos direitos das vítimas da ditadura. Aliás, sempre fui simpático e solidário NA GRANA com lutadores sociais e resistentes, principalmente quando caem. E você é do time dos repressores, porque esculhamba as vítimas deles. Portanto, não respeito você como ser humano.

          • 1. Lógico que não te interessa o que dizem pessoas que pensam diferente de você. Democracia, para os petralhas, só se concordarem com eles.
            2. Coloquei duas pessoas que lutaram contra a ditadura, famosas e respeitadas, que tem opiniões iguais a minha. Bem diferente do Barba.
            3. Falei da bolsa ditadura. Dinheiro que é tirado do meu imposto para pessoas que não precisam (“Não era ideologia…”).
            4. Daí você vem com opressor, blá, blá, blá… Aquela xaropada toda de quem não tem argumento e inventa coisas que o outro não disse e nem chegou perto de dizer.
            5. “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”. Essa máxima atribuída ao Lenin, aqui não cola.

  2. Corrupção tem em qualquer país no mundo.
    A diferença é que nos países onde o “povo” tem acesso à educação, os corruptos quando flagrados são PRESOS.
    Não são quadrilhas, eleitas com discursinho populista, que usam a corrupção e o dinheiro roubado para se manterem no poder, e compram parte do judiciário para darem banana para a sociedade que sabe ler.
    No meu DNA não está não!!
    Fale por você!

  3. De manhã a patrulhinha da um alarme com sirene, para o carro, e espera. Já, já aparece o bicheiro com um envelope que dá para o policial. Na hora do almoço o guarda municipal pega quentinha no restaurante por conta de uma proteção extra. A tarde, o motorista de taxi dá um dinheiro para um cara do Detran tirar os pontos da carteira, e o motorista do caminhão que entrega pão e bolo no armazém dá para o guarda um caixote cheio de pães e bolos para poder descarregar a mercadoria. A noite, prostitutas e travestis pagam para fazer ponto na Augusto Severo. Comandante do BOPE recebe propina do crime, coronel PM rouba pecúlio dos praças, o estacionamento do q

  4. Ao Iaco Malaco: Por falar em eleição indireta do Tancredo Neves, a petralhada, naquela época PROIBIU seus deputados de votarem no mineiro. Três
    deputados que votaram no Tancredo (Bete Mendes, José Eudes e Ayrton Soares) foram expulsos do partido-quadrilha. Melhor para seus curriculuns…..

    • Problema deles, seu falsificado ou de nome genérico. Quero que o PT se dane. Não gosto é de partidários da ditadura militar e de torturadores de presos políticos, como você. Aliás. vocês não reuniram sequer 150 idiotas na porta do quartel em SAMPA. E levaram um fora dos atuais comandantes militares.

  5. Desculpem, os comentários acima foram despachados sem eu querer. Mas continuando. Aí o cidadão vai no supermercado e compra iogurte com volume menor do que deveria ter.O papel higiênico que deveria ter 40 m só tem 35, A lâmpada acesa que deveria durar um determinado número de horas, dura muito menos. A gasolina pode estar adulterada; A câmera fotográfica do pardal está num ponto, mas o sensor de velocidade, maliciosamente, está mais na frente para multar o motorista incauto; A administradora de imóveis cobra na mensalidade do condomínio taxa de seguro sem perguntar se condômino quer o seguro; A concessionaria de água troca o hidrômetro , na próxima conta, o consumo de água registrado no novo hidrômetro é absurdamente maior que o normal, o consumidor que paga a conta em débito automático , paga valor muito maior que o esperado, e para ser ressarcido tem que ir no PROCOM, enfrentar fila, aporrinhação, para receber o que pagou a mais. Políticos, autoridades, empresários, prestadores de serviço. O universo brasileiro é corrupto e desonesto. Se vacilar ganha uma volta.

  6. A cumpanheirada, adeptos e aderentes procuram justificar a roubalheira com a corrupção “epidêmica” que assola a classe política desde tempos idos. Em todo caso, já não mais negam a safadeza: apenas acham que são como os outros. A meu ver, gatuno, corrupto – de qualquer bandeira – tem que pagar pelo “malfeito” (nomenclatura adotada pela Chefe, em consideração à “leveza do ser”). Bom lembrar que não se pode tapar o sol com peneira. Tem mais: se não mais existe um Joaquim Barbosa para azucrinar a bandidagem, vem aí os gringos que não toleram ser enrabados.

    • São bandidos também. Seus juízes são TODOS nomeados por presidentes, governadores ou escolhidos para serem eleitos pelas corporações e a AIPAC que lá comandam as regras do SISTEMA. Quem entra nessa jogatina de bolsa sabe que pode se enrabado se dormir de touca. E os 99% lá vivem TOLERANTEMENTE enrabados pelo 1% cada dia mais rico.

  7. Concordo com todos os leitores que repudiaram a intenção do articulista em generalizar, como se coisa comum o malfeito made in Brasil. Sem essa, senhor articulista.

    Fico com a charge do mestre Sponholz que relembra o mantra que em determinada época era difundido como a causa e o efeito da corrupção, na figura da saúva, formiga que nada poupava das plantações.

    Inclusive, mantra que usei aqui, no blog da Tribuna da Internet nos meses que antecederam a eleição, como fecho de comentários meus.

    “Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil” !

    Foram muitos, mas ignorados, porque o senhor Aécio Neves, infelizmente, não emplacou.
    De um certo modo, sorte dele. Está tudo uma esculhambação de arrepiar o Drácula…
    Só resta agora, continuar como cidadão-contribuinte-eleitor e esperar dias melhores, se possível…com tantas saúvas e mais outras que vão aparecer mais na frente…

  8. Como diz aquele velho sábio Chinês, Ching Ling Ling II. ” A vida é bela e a Girafa é amarela.”
    E eu, o grande poeta luso-brasileiro “, La Docce Vitta em Paris, tomando muita champagne e comendo arroz de Perdiz.””””””

    Então vejamos (de veja). o que diz a revista veja sobre o famoso jornalista que recebe o bolsa-esmola-bota-verde.

    História
    A vitória da burguesia

    Os indenizados da ditadura reafirmam
    a estrutura de classes contra a qual
    diziam lutar: rico pega uma bolada.
    Os pobres, apenas um troco

    O operário Manoel Fiel Filho e o jornalista Carlos Heitor Cony são duas vítimas do regime militar – cada um a seu modo. Cony, um ilustre membro da Academia Brasileira de Letras, nunca militou em nenhuma organização de esquerda nem participou de passeatas ou movimentos políticos. Mesmo assim, durante a ditadura, foi demitido do jornal em que trabalhava, uma novela que escrevia para a TV foi retirada do ar e, sem condições de trabalho, acabou decidindo mudar-se para o exterior. Morou na França e em Cuba, até regressar ao Brasil, onde foi detido quatro vezes. Suas filhas adolescentes sofreram ameaça de seqüestro. O jornalista pediu uma reparação ao Estado por tudo o que passou. Em junho passado, a Comissão de Anistia julgou procedente sua reclamação e concedeu-lhe uma indenização de 1,4 milhão de reais, além de uma pensão mensal vitalícia de 23.000 reais. Cony, porém, vai receber apenas 19.000, o teto máximo que a lei permite. Para chegar a esses valores, a comissão calculou o salário médio de um editor de opinião, cargo que o jornalista ocupava quando foi demitido. A parte milionária vem da soma dos salários que ele deixou de receber nos últimos anos. Para Cony, fez-se justiça
    Manoel Fiel Filho não pôde buscar essa mesma justiça. Ele morreu em janeiro de 1976. Thereza, sua mulher, soube que o pior havia ocorrido quando um homem que se identificou como funcionário do Hospital das Clínicas, em São Paulo, deixou na porta de sua casa um saco de lixo com o macacão que o marido vestia quando desapareceu, no dia anterior. Com o uniforme estavam os documentos do operário e seus pertences – uma nota de 10 cruzeiros dentro de um envelope em papel timbrado do Exército. A família só conseguiu liberar o corpo de Manoel depois de se comprometer com a polícia que o velório seria rápido e que o caixão permaneceria lacrado. Cumpriu-se apenas metade do acordo. A visão do que sobrou de Fiel Filho era assustadora: o corpo apresentava um corte do queixo até a garganta, seus dentes estavam cerrados e havia manchas nos pulsos, na cabeça e no pescoço – sinais evidentes de tortura. Pelos jornais, Thereza ficou sabendo que o marido foi preso, acusado de distribuir um jornal comunista clandestino. Segundo a versão oficial, o operário teria se suicidado na cela usando as próprias meias. Deixou duas filhas pequenas e a mulher desempregada.

    Depois de perambular anos por delegacias de polícia e quartéis em busca de informações, a família decidiu processar a União. Thereza sustentou a filha mais nova com o salário de auxiliar de cozinha. Em 1980, a União foi condenada a pagar seis salários mínimos como indenização pela morte do operário, mas o governo recorreu três vezes. Thereza Fiel, hoje com 72 anos de idade, conseguiu enfim receber a indenização em 1997. Suas filhas já estão criadas e ela mora numa casa que comprou com o dinheiro que recebeu. “Comecei a trabalhar para comer”, conta ela. Para Thereza, mais do que o aperto financeiro, o pior foi esperar 21 anos o reconhecimento do Estado pela morte de seu marido. Sua pensão mensal foi fixada em 900 reais. “O dinheiro que recebemos ajudou, mas o que eu queria mesmo era poder morrer sabendo da verdade”, afirma. Provavelmente nunca saberá, já que o governo não pretende abrir os arquivos (veja quadro). O laudo do Instituto Médico Legal atesta que Fiel Filho morreu por estrangulamento. Como oficialmente ele se suicidou, é um caso raro de auto-estrangulamento.

    Desde que foi instalada, em setembro de 2001, a Comissão de Anistia já recebeu 60.000 pedidos, julgou 15.000 processos e concedeu o status de anistiado político, além de uma indenização pelos prejuízos sofridos na época da ditadura, a 6.184 brasileiros. Outros 31.000 processos esperam julgamento na comissão, formada por notáveis escolhidos pelo ministro da Justiça. O caso de Carlos Heitor Cony não é único, mas ele ilustra o triste fato de que as reparações pecuniárias refletem a mesma estrutura de classe contra a qual os militantes diziam lutar: rico recebe um dinheirão dos cofres públicos. Os pobres devem se contentar com muito menos.

    Dezenas de pessoas receberam indenizações milionárias – que somam 1,5 bilhão de reais só em benefícios retroativos. Na Argentina e no Chile, países que enfrentaram ditaduras sanguinárias, os anistiados também tiveram direito à indenização, mas nada comparável ao que ocorreu no Brasil. “A lei contém distorções graves e permite o enriquecimento de algumas pessoas”, afirma Nilmário Miranda, secretário dos Direitos Humanos. O advogado Belisário dos Santos Junior, membro da Comissão de Mortos e Desaparecidos, também critica o critério estabelecido para a reparação aos perseguidos pela ditadura: “Um ex-operário que não tinha carteira assinada nunca vai receber mais, ou talvez a mesma coisa, que outros que tinham profissão e um bom salário”. A luta de classes, mesmo entre personagens vivos e mortos, continua, e a burguesia, de novo, pode comemorar.

    • Você não sabe de nada daqui do Brasil, quanto mais de outros países. A maioria das vítimas da ditadura brasileira, mesmo aqueles que ocuparam cargos públicos no governo FEDERAL e foram demitidos por razões políticas nos anos 60, estão a receber por determinação desses governos petistas MENOS DE 1,8 MIL REAIS MENSAIS PARA SOBREVIVEREM. Outros NADA receberam. Morreram antes com processos engavetados, como o Diniz Cabral Filho que foi preso, barbaramente torturado e cumpriu pena em Carandirú com o Nilmário Miranda citado por você. O caso do Cony é exceção. Ele é do SISTEMA E MEMBRO DA ABL. Como questionar o efeito de sua anistia, se o torturador IMPUNE de presos políticos Brilhante Ustra recebeu muitíssimo mais todos esses anos? Isso não significa que se pisoteie nos direitos das vítimas da ditadura como um todo, como adeptos de torturadores fazem aqui.

  9. Comparem os indígenas americanos com os indígenas brasileiros. Compare os escravos levados aos Estados Unidos com os escravos trazidos ao Brasil. Compare o projeto dos colonizadores ingleses com a balbúrdia dos navegantes portugueses – que só tiveram algum legado aqui graças aos jesuítas (originais, não estes neo-jesuítas como o atual papa, filhotes do Concílio Vaticano II). No meio do caminho houveram os imigrantes no final do século XIX e primeira metade do século XX. Estes sim são os autênticos ‘Voluntários da Pátria’.

    Eis o mistério da fé.

    • Qual é a diferença entre os crioulos brasileiros e os norteamericanos ? O idioma, claro. Mas todos foram vendidos por seus próprios irmãos na África. Seria bom que aqueles que ficam procurando culpados para ganharem mais cotas que fossem à África para punir os canalhas que os venderam, resgatando, finalmente, sua história.

      • Me referi à cultura das tribos que foram escravizadas, diferenças de valores e comportamentos entre si. É de tremenda ignorância dizer que “África é tudo a mesma coisa”, assim como os que dizem que “asiático é tudo igual”. Existiam abissais diferenças das mais variadas naturezas entre as tribos nativas, e essa diferença se refletiu no comportamento e consolidação enquanto povo tanto no comportamento dos que foram trazidos quanto no comportamento de próprios africanos que os venderam.

        O mesmo se aplica, em nível reativo, aos indígenas. Até mesmo na América do Sul se observa em alguns países. Muita gente confunde (ou se deixa confundir) com pacifismo ou inocência a falta de hombridade dos indígenas brasileiros – que hoje em dia são apenas uma meia dúzia, visto que o restante dos que se dizem índios são uma bando de aproveitadores e usurpadores de terras. Asseclas de figurões ‘progressistas’ (sinônimo de comunistas) brasileiros e estrangeiros.

        Esse tipo de coisa não é bonito, não serve de poesia, não é, não foi, nem nunca será de interesse de ‘Gilbertos Freyres’ da vida. Lógico, a coisa se agravou ainda mais após a forma desorganizada pela qual foi conduzida a abolição da escravatura e que, justamente pela indignação daqueles que eram a favor da continuidade da mesma, acabou por proclamar esta república de bananas que temos até hoje e que agora quer se fundir com outras repúblicas de bananas como Venezuela, Bolívia, Argentina. A famosa “PÁTREA GRANDE”.

        Em tempo: sou contra qualquer tipo de cota.

  10. Caríssimos leitores da tribuna:

    MAVs NÃO MERECEM RESPOSTA.
    Não insistam em responder a qualquer um deles,
    nem ao “AÇEÇOR PRALAMENTAR” recolhido a sua
    insignificância e que acha que todos os que combatem
    os roubos da quadrilha são porcos e porcas.

    abraço fraterno

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