O malabarismo de Sergio Cabral não facilitou seu futuro eleitoral

Está assustado. Fingiu (tudo nele é fingido) ser grande amigo de Lula, o presidente acreditou, não conhece bem o governador.

Surgindo diversos candidatos ao seu cargo, Serginho Cabralzinho filhinho, mudou o modelo de “bom companheiro”, patrocinou um show pirotécnico, para que depois o presidente Lula desse a compensação, que confessa modestamente: “Fiz por merecer”.

Durante muito tempo achou que seria candidato único, ou que fosse enfrentar Dona Denise Frossard, como aconteceu no segundo turno de 2006.

Logo, logo surgiram Gabeira, Garotinho, Lindberg.  Zito, grande eleitor da Baixada, não votará com ele. O que fazer? Confrontar o presidente Lula, para que diminua o número de candidatos. Não dá, Serginho. O Gabeira seria senador certo, resolveu arriscar. Mas “duro de matar” é o Garotinho, espera só.

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