O ocaso das CPIs

Tereza Cruvinel (Correio Braziliense)
Já não se fazem CPIs como antigamente, quando era certo que alguém morreria no fim. A primeira em que houve um acordo de mútua-proteção foi a do Banestado. A dos Correios massacrou o PT, mas na do Cachoeira tucanos e peemedebistas fizeram o acordo que salvou os governadores Cabral e Perillo.
Agora vem a CPI mista do Cartel da Siemens. Se for para terminar em acordo, poderiam nos poupar.
O OUTRO MUNDO
Em evento sobre mídias digitais promovido pela Oficina da Palavra, em Brasília, o pesquisador Fabio Malini, do Labic/UFES, impressionou a plateia de jornalistas, gestores e assessores políticos com suas demonstrações sobre a dinâmica das redes sociais, a força e a rapidez com que se formam alinhamentos em torno de uma mensagem ou ideia. Se os partidos não entrarem para valer neste mundo, vão perder o bonde e os votos.
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