O Rio, cercado e cerceado

Helio Fernandes

Furnas suspendeu expediente às 16 horas, todos os funcionários foram dispensados. Às 15 horas, pouca gente na Petrobras. Nas estatais perto da Av. Rio Branco (no fim da Rua Primeiro de Março), estatais como Banco do Brasil e Caixa Econômica) suspenderam expediente e até negócios.

A Firjan recomendou as empresas que antecipassem o fim do expediente. (Isso surgindo depois de 13 horas). Empresas estão trocando informações para verificarem a possibilidade de não trabalharem amanhã, sexta-feira.

Não adianta o governador e seu secretário Beltrame recomendarem calma, “tudo está caminhando para a tranquilidade”. Só que concluem pessimistas: “Não saiam à noite, e durante o dia, apenas para trabalhar ou resolver problemas inadiáveis”.

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PS – Constatação às 16,30: quase todas as faculdades suspenderam as aulas, o movimento na Rio Branco, realmente de susto.

PS2 – O centro e vários subúrbios, viraram “praça de guerra”. Mas nesse centro CERCADÍSSIMO, ficou uma brecha, os bandidos aproveitam:  entre milhares de policiais, fogem para o Complexo do Alemão e favelas próximas.

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