Onde estão os que governam o País que não ouvem a voz do povo?

José Rosario Muniz

A respeito dos juros de 400% ao ano, cobrados nos cartões de crédito pelos bancos privados e estatais aos brasileiros, onde estão os que governam o País que não ouvem a voz do povo? Estão como no passado: nos palácios, cuidando dos seus interesses. E o povo, continua como sempre sendo assaltado todo dia pelos banqueiros inescrupulosos. Essa história quem não conhece?

Lembremos então do cobrador de impostos, Zaqueu, citado na Bíblia Sagrada. Ele vivia em função do Estado e para ele. Por isso tinha a proteção para agir e fazer o que fazia com o povo, mesmo que o povo o odiasse de morte.

Hoje os bancos cobram taxas de cartão de crédito de 13,80% ao mês, chegando a 400% ao ano. Mas o povo pobre não tem como se defender e o governo, que poderia fazer alguma coisa em prol dessa gente, não faz nada. Pior do que isso é saber que os banqueiros usam o próprio dinheiro do trabalhador que está na poupança com juros de 0,80% ao mês. Como mudar essa realidade? Apelando para o governo? Não. Ele não fará nada para mudar essa situação.

Voltemos para a história do cobrador de impostos. Certo dia o Senhor Jesus o encontrou e disse que iria almoçar em sua casa. A multidão não entendia porque Jesus escolheu almoçar na casa de um ladrão. O que a multidão não sabia é que o ladrão iria ser transformado naquele dia. Essa transformação só foi possível porque Zaqueu sentiu a necessidade de conhecer a Jesus. Assim acontecerá com os ladrões desse nosso País. Pois o dinheiro não pode mudar a natureza humana, mas escravizá-la.

Essa é a razão de termos tanta gente passando fome, morrendo por falta de leitos e remédios nos hospitais públicos. Porque o escravo não se governa, porém é governado pelo seu senhor, o dinheiro. Esses homens fazem tudo por ele: matam, roubam, vendem, corrompem… E no final serão destruídos sem nada. Pois nus vieram ao mundo e nus voltarão. O que poderiam levar como resultado por terem sido escolhidos para estarem aqui, seria o seu caráter. Mas já não os têm, venderam por nada. Mas antes não tivessem nascido.

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