Operador do PMDB nas propinas de Belo Monte também fará delação

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Charge do Amâncio, reprodução do Arquivo Google

Deu no Correio Braziliense

Depois de apontado pelo ex-gerente de Relações Institucionais da Camargo Corrêa, Gustavo da Costa Marques, como um dos operadores de propinas ao senador e ex-ministro Edson Lobão (PMDB-MA), o empresário Rodrigo Brito iniciou tratativas para um acordo de colaboração com investigadores da Lava Jato. O Estadão apurou que ele pretende prestar novo depoimento a ser prestado à Polícia Federal.

Rodrigo é filho de Fernando Brito, dono da AP Energy Engenharia e Montagem, que, segundo as investigações, foi usada pela Camargo para intermediar pagamento de ao menos R$ 2 milhões a Lobão, em suborno referente às obras de Belo Monte.

Como revelou o Estadão nesta terça-feira, dia 15, Costa Marques, que também colabora com a Lava Jato, afirmou à PF ter omitido informações em dois depoimentos para seguir “versão estabelecida” pela empreiteira.

O advogado de Rodrigo Brito, Daniel Bialski, disse que não poderia comentar o caso, pois ele é sigiloso. A defesa de Lobão nega irregularidades.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Estas delações de Rodrigo Brito e Gustavo da Costa Marques vão facilitar as investigações sobre a corrupção na Eletrobrás, que tinha esquema semelhante ao da Petrobras. Além disso, vai revelar a suposta compra da cobertura vizinha ao apartamento de Lula pelo pai de Gustavo, que vem a ser primo de Bumlai. Lula mandou derrubar a parede da sala e uniu os dois apartamentos, duplicando sua residência. Como dizia Ibrahim Sued, em sociedade tudo se sabe. (C.N.)

4 thoughts on “Operador do PMDB nas propinas de Belo Monte também fará delação

  1. Está decretada a falência moral do governo Temeroso !

    A verdade sempre prevalece no final do dia. O bandido salafrário Micheque Temer tem que sair por bem ou por mal o quanto antes para recomeçarmos a reconstruir o País que queremos !

    FORA Micheque TEMER !!!

  2. Só rindo.
    Nos idos de 2011, Eduardo Cunha foi ao Twitter e falou sobre o ex-governador Anthony Garotinho, preso hoje pela Polícia Federal na Operação Chequinho: “Garotinho é caso de polícia e não de política”, escreveu.

    Cunha ainda chamou seu ex-colega de “quadrilheiro”. A acusação se deu por uma disputa pelo comando de Furnas. Hoje, curiosamente, ambos dividem o mesmo destino.

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